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Leia o texto para responder às questões de números 65 a 67.
“Nos portos, essa realidade [da 4a Revolução Industrial] já é planejada e executada. A principal característica dessa Revolução é a digitalização dos processos. O fundamento básico consiste em se conectar em máquinas, sistemas e ativos pelos quais as empresas poderão criar redes inteligentes ao longo de toda a sua cadeia de valor e que podem controlar os módulos da produção de forma autônoma. Diante disso, os portos inteligentes terão a capacidade e autonomia para agendar manutenções de equipamentos, prever falhas nos processos e se adaptar aos requisitos e mudanças não planejadas na operação.
O World Economic Forum (2018) apontou como “os principais desafios” para as empresas do setor de logística e transporte no Brasil, até 2022: em primeiro lugar, a disponibilidade de talentos; em segundo lugar, o custo da produção; e, em terceiro lugar, o custo da mão-de-obra”.
(Moretti, De Araújo, De Oliveira-Monteiro, Ensino portuário: importância do desenvolvimento de competências genéricas)
Para o cenário apresentado da 4a Revolução Industrial, é preciso investir especificamente no desenvolvimento de competências das pessoas, ou seja,
nas habilidades técnicas específicas, que funcionam isoladas uma das outras para sua maior eficácia.
na experiência prévia acumulada, desde que permaneça sem aplicabilidade, assegurando seu lugar como fundamento.
na capacidade de agir em diversas situações, tanto para criar ativos tangíveis como intangíveis.
em conhecimentos teórico-conceituais, desenvolvidos crítica e necessariamente em espaços formais de aprendizagem, como universidades corporativas.
no saber técnico-informacional exigido para operar em ambientes digitalizados.