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A prática da arqueologia no Brasil ampliou-se com a anistia política, o fim da censura e a restauração das liberdades públicas.
O município pode incluir o sítio arqueológico e a cachoeira imediatamente nos roteiros turísticos. Para garantir a proteção dos bens arqueológicos, deve envolver a população em campanhas educativas para esclarecimento dos turistas.
A conservação preventiva de sítios de arte rupestre pode se beneficiar de ações que envolvem a comunidade local, como a manutenção ou criação de barreiras vegetais que baixem a temperatura ambiente e protejam os painéis da insolação direta, e a dedetização periódica da área.
Na figura abaixo, os artefatos zooantropomorfos modelados são típicos da fase Miararré, tipo de cerâmica arqueológica encontrado na área. Xinguana e datado de 1.350 a.C.

No comitê de bacia hidrográfica, a comunidade indígena afetada deve ser representada por membros designados pela diretoria da Fundação Nacional do Índio (FUNAI).
O responsável pela infração caracterizada pela construção do silo está sujeito à pena de reclusão, além do pagamento de multa.
Durante o processo de licenciamento da estrada de ferro, o órgão ambiental competente pode conceder uma licença de instalação e estabelecer uma condicionante a ser cumprida, mesmo na ausência de algumas informações.
A atual legislação brasileira referente à arqueologia subaquática possibilita e estimula o desenvolvimento de projetos de pesquisa científica de qualidade e de ações de recuperação e comercialização de objetos perdidos.
acionar o órgão gestor para embargar as obras do projeto.
As ações voltadas à conservação do patrimônio espeleológico e da fauna ameaçada de extinção devem ser integradas às políticas de incentivo ao turismo.
Os estudos comparativos de sítios pré e pós-contato contribuem para o melhor entendimento dos efeitos do contato dos europeus com a população indígena brasileira durante a colonização.
documentar tudo o que encontrar em campo e encaminhar seus relatórios ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
Ocasionalmente, conjuntos de peças arqueológicas são recolhidas e trocadas por benefícios e recursos para complementar as parcas opções de renda, entretanto essa peças são bastante apreciadas e às vezes as famílias as conservam por gerações, expondo-as com satisfação nas suas residências ou comércio.
encaminhar uma recomendação ao responsável para que tome as providências cabíveis.
A presença do sítio arqueológico deve ser mencionada no estudo de impacto ambiental (EIA) realizado na área.
A figura abaixo contém imagens de artefatos característicos da fase cultural conhecida como Uru-Sapucaí: rodelas de fuso, cachimbos cerâmicos, lâminas de machados e vasos pequenos imitando formas vegetais.

A não inclusão do conhecimento construído pela arqueologia nos currículos escolares e a ausência de campanhas educativas desenvolvidas pelos empreendedores responsáveis acerca do patrimônio arqueológico, pelos empreendedores responsáveis, são fatores que perpetuam a falta de conhecimento da população acerca da importância do patrimônio arqueológico e permitem a destruição.
enviar peritos para circunstanciar o fato.