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Em arqueologia da arquitetura, a estratigrafia é a área de estudo responsável por analisar e sequenciar estratos arquitetônicos, fornecendo informações sobre as modificações ocorridas ao longo do tempo em edifícios históricos, permitindo, assim, que se faça correlações temporais. Sobre este campo de estudo, suas aplicações e conceitos, assinale a afirmativa INCORRETA.
As unidades estratigráficas representam um aspecto arqueológico do ciclo do tempo.
As leituras das estratificações são utilizadas para a elaboração de cronologias construtivas.
As interfaces de intervalo delimitam a área de um estrato, diferenciando-o daqueles que se encontram no entorno dele.
As estratificações em sentido vertical acontecem quando há uma sobreposição de revestimentos ou camadas de pintura sobre as paredes.
As estratificações em sentido horizontal são, em sua maioria, originárias das construções dos humanos. São considerados exemplos deste tipo de estraficação: fornos subterrâneos e similares.
Teoria, história e crítica são partes neutras na composição das dimensões importantes da atividade arquitetônica.
Certo
Errado
A teoria, a história e a crítica da arquitetura encontram-se na base de toda metodologia para fazer arquitetura.
Certo
Errado
No contexto de uma edificação, diferentes tipos de energia estão relacionados ao seu ciclo de vida. Relacione corretamente a cada tipo de energia da coluna 1 com a sua definição da coluna 2:
Coluna 1:
1. Energia incorporada.
2. Energia cinzenta.
3. Energia operacional.
4. Energia de descarte.
Coluna 2:
( ) Refere-se à energia consumida pela edificação durante o seu uso normal.
( ) Refere-se à quantidade total de energia consumida durante o processo de fabricação, transporte e instalação dos materiais de construção que compõem a edificação.
( ) Refere-se à energia consumida em etapas ocultas do ciclo de vida dos materiais de construção.
( ) Refere-se à energia associada a demolição da edificação, incluindo a energia necessária para o tratamento e gestão dos resíduos gerados.
A ordem correta de cima para baixo é:
3-1-2-4.
4-3-2-1.
4-1-2-3.
3-2-1-4.
1-2-3-4.
Marque a alternativa que corresponde ao tipo de norte que resulta do movimento de rotação da Terra.
Norte geodésico.
Norte geográfico.
Norte magnético.
Norte físico.
Os sistemas de coordenadas são estabelecidos a partir das medições apenas das latitudes.
Certo
Errado
A fim de solucionar as questões relacionadas com a forma do planeta, foram feitas algumas adaptações, buscando aproximar a realidade da superfície terrestre a uma forma passível de ser geometricamente transformada em uma superfície plana e facilmente manuseável: um mapa.
O livro “Cartografia Básica” (2008) cita que as projeções cartográficas podem ser classificadas de acordo com diferentes metodologias, que buscam sempre um melhor ajuste da superfície a ser representada. De uma forma bastante simplificada, pode-se classificar as projeções cartográficas levando em consideração as deformações apresentadas.
Com base nisso, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando o tipo de projeção, considerando as deformações apresentadas, à sua respectiva definição.
COLUNA I
1. Projeções afiláticas ou arbitrárias
2. Projeções azimutais ou zenitais
3. Projeções conformes ou semelhantes
4. Projeções equidistantes
5. Projeções equivalentes
COLUNA II
( ) Mantêm a verdadeira forma das áreas a serem representadas, não deformando os ângulos existentes no mapa.
( ) Apresentam constância entre as distâncias representadas, ou seja, não possuem deformações lineares.
( ) Possuem a propriedade de manter constantes as dimensões relativas das áreas representadas, isto é, não as deformam.
( ) São destinadas a finalidades bem específicas, quando nem as projeções conformes ou equivalentes satisfazem. Essas projeções se preocupam apenas com que os azimutes ou as direções de todas as linhas vindas do ponto central da projeção sejam iguais aos das linhas correspondentes na esfera terrestre.
( ) Com propriedades que não conservam áreas, ângulos, distâncias e nem azimutes.
Assinale a sequência correta.
1 5 2 3 4
3 4 5 2 1
4 2 1 5 3
5 3 4 2 1
A proporção áurea ou número de ouro, representado pela letra grega φ (phi), é uma constante irracional, cujo valor aproximado é:
1,6180
1,6810
1,1806
0,6180
0,1806
No extrato do texto de Mario Biselli (2011), transcrito abaixo, o autor discorre sobre partido arquitetônico. Para ele,
A história é rica em exemplos do interesse em resumir o projeto a um processo linear, possuidor de uma técnica de realização passo a passo, como montar uma máquina, como cultivar soja, primeiro isto, depois aquilo e aquilo outro, e assim por diante numa sequência de procedimentos idêntica a tantas outras técnicas e disciplinas inventadas pelo homem.
...
O termo projetação tem sido pouco usado no Brasil, mas é o termo que define a produção do projeto de arquitetura como um processo. Este processo tem um momento crítico e imponderável que foge a qualquer metodologia, mesmo quando a projetação estava sujeita às regras da composição clássica. Este momento crítico é o momento que envolve as decisões relativas ao que conhecemos por partido arquitetônico, termo que em outros lugares é também conhecido como estratégia ou conceito.
(BISELLI, Mario. Teoria e prática do partido arquitetônico. Arquitextos, São Paulo, ano 12, n. 134.00, Vitruvius, jul. 2011 <https://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/12.134/3974>).
Neste texto, o autor recorre a Carlos Lemos, para conceituar o partido arquitetônico como uma “consequência formal derivada de uma série de condicionantes ou de determinantes; seria o resultado físico da intervenção sugerida" (LEMOS, Carlos. O que é arquitetura. São Paulo, Brasiliense, 2003, p. 40-41). Com base no texto apresentado, avalie quais dos itens abaixo são determinantes do partido arquitetônico.
I. A técnica construtiva, conforme os recursos locais, tanto humanos como materiais, que inclui intenção plástica compreendendo o clima e as condições físicas e topográficas do sítio onde se intervém.
II. O programa das necessidades, segundo os usos, costumes populares ou conveniências do empreendedor em respeito a normas sociais e de funcionalidade.
III. As condições financeiras do empreendedor dentro do quadro econômico da sociedade sem considerações a legislações regulamentadoras.
Está(ão) correto(s)
II, apenas.
III, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.
John Ruskin, Viollet Le Duc, Alois Riegl, Cesare Brandi são pensadores europeus dos séculos XIX e XX que propuseram conceitos e linhas teórico práticas para orientar a abordagem do patrimônio edificado. Nesse contexto, os temas da ancianidade, da historicidade, da artisticidade, e dos valores atribuídos pela sociedade ao bem recebem tratamentos diferentes. Examine as citações abaixo:
I. “[... ] 0bserve a direção tomada sob a influência do dinheiro: o esforço supremo das classes dirigentes da sociedade europeia tende a tornar cada lugar do mundo tão parecido quanto possível aos Champs-Elysées de Paris. Em todo lugar onde a influência dessa sociedade educada faz-se sentir, os antigos edifícios são destruídos sem trégua: vastos hotéis semelhantes a cavernas e fileiras de casas para alugar, com suas altas janelas quadradas, aglomeram-se para tamparem os velhos edifícios detestados das grandes cidades da França e da Itália. Passeios atraentes, com fontes e estátuas, prolongam-se pelas avenidas, em outro momento, consagradas ao comércio; os salões de baile e os teatros elevam-se sobre a poeira de capelas desativadas e diluem-se na sombra humilhada da vida doméstica. E quando a nova rua [...] abriu seu caminho dentre os destroços dos monumentos históricos e consagrou pela sua simetria a ruína de tudo o que, em outro momento, inspirava a reflexão e requeria a atenção e a piedade, a cidade na sua brancura nova é aclamada por seu esplendor e os habitantes são louvados pelo seu patriotismo: um patriotismo que consiste em ultrajar a memória de seus pais e a submeter suas crianças a uma permanente tentação. ”
II. “[...]. Recentemente, nossa civilização aperfeiçoou muito a grande invenção da divisão do trabalho; mas o nome que nós lhe damos é falso. Para dizer a verdade, não é o trabalho que é dividido, mas os homens [...]. E o grande grito que se eleva de nossas cidades industriais, mais potentes que os foles de seus altos-fornos, tendo apenas um fato: doravante, produzimos tudo nas nossas usinas [...] exceto os homens.”
III. “[...] se não existe valor de arte eterno, mas somente um valor relativo, moderno, então o valor da arte de um monumento não é mais um valor de rememoração, mas um valor atual. A tarefa de conservação do monumento histórico deve tê-lo em conta, porque se trata para a arte de um tipo de valor prático e flutuante, e que exige tanto mais atenção quanto ela se opõe ao valor histórico, de rememoração do passado, do monumento.”
IV. “O restauro constitui o momento metodológico do reconhecimento da obra de arte, na sua consistência física e na sua dupla polaridade estética e histórica, com vistas a sua transmissão ao futuro. ”
V. “Restaurar um edifício não é mantê-lo, repará-lo ou refazê-lo, é restabelecê-lo em um estado que pode não ter existido nunca em um dado momento”.
VI. “quando se trata de completar um edifício em parte arruinado é necessário, antes de começar, tudo buscar, tudo examinar, reunir os menores fragmentos, e somente iniciar a obra quando todos esses remanescentes tiverem encontrado sua destinação e seu lugar [...] Ao reerguer as construções novas, [o restaurador] deve, tanto quanto possível, recolocar os antigos fragmentos, mesmo que alterados: é uma garantia que oferece da sinceridade e da exatidão de suas pesquisas.”
As citações acima são de autoria de:
I e II: Viollet Le Duc; III e IV: Cesari Brandi; V: Ruskin: VI: Viollet Le Duc
I e II: Cesare Brandi; III: Riegl: IV e V: Ruskin: VI: Viollet Le Duc
I: Ruskin; II e III: Riegl; IV e V: Viollet Le Duc, VI: Cesare Brandi
I e II: Ruskin; III: Riegl; IV: Cesare Brandi; V e VI: Viollet Le Duc
Nenhuma das alternativas anteriores.
Em artigo publicado em 2009, E. C. Mahfuz, arquiteto e professor da UFRGS, queixava-se de uma arquitetura que “se caracteriza pela complicação formal que é muito diferente de complexidade, excesso de elementos, gratuidade, uso de referências não arquitetônicas e geometrias obscuras, resultando em objetos que têm pouca semelhança com edifícios e pouca relação com as atividades neles realizadas. Essa produção se apoia em um entendimento equivocado do que é criatividade em arquitetura, abrindo mão da habilidade de atender demandas reais bem delimitadas para se tornar algo ligado ao imprevisto, ao insólito e ao surpreendente. Está claro que esse fenômeno é um reflexo do momento cultural em que vivemos, dominado pelos valores da economia de mercado e pelos princípios da propaganda e do marketing, o que faz com que a arquitetura tenha passado a se preocupar mais em causar impacto visual do que em realmente servir à sociedade. Um aspecto paradoxal [dessa arquitetura] é o fato de ser descendente direto das tendências (...) que acusavam a arquitetura moderna por sua suposta desconsideração da tradição como ponto de partida do projeto e a incessante busca do novo. Já nos anos 1970, os críticos da modernidade em arquitetura apontavam como saída daquele impasse a retomada de valores formais históricos e a realização de uma arquitetura com a qual o público pudesse se identificar mais facilmente. No entanto, o que se vê hoje é uma arquitetura que não apresenta nenhuma das características consideradas essenciais para superar a arquitetura moderna (...). Muito pelo contrário: em qualquer manifestação das estrelas mais fulgurantes do firmamento arquitetônico atual vamos encontrar o abuso das mais banais metáforas para explicar suas criações e a exaltação do novo como valor primordial”.
O autor refere-se a um conceito, utilizado por diferentes teóricos da arquitetura contemporânea e associado a uma visão social mais ampla, conceituada, por sua vez, pelo escritor francês Guy Debord. Tal conceito é conhecido como arquitetura
vernacular.
pós-moderna.
do espetáculo.
neomodernista.
neovanguardista.
Polígonos são figuras planas e fechadas, delimitadas por segmentos de retas. O polígono considerado rígido e frequentemente aplicado em estruturas da construção civil por sua estabilidade é o
triângulo.
trapézio.
quadrado.
retângulo.
Para Montaner (2017), em arquitetura, o conceito de diagrama é
um fato arquitetônico que permite formatar, diagramar e materializar um projeto construído.
um modo concreto e preciso de representação plana dos objetos arquitetônicos e urbanos.
uma ferramenta gráfica que permite visualizar fenômenos ou fluxos, tanto da realidade como do projeto.
um instrumento incapaz de potencializar a representação digital tridimensional, proporcionada pelos computadores.
uma invenção que introduz, na análise e no projeto, a experiência da vida, através do formalismo geométrico genérico abstrato.
Os sistemas de proporcionalidade podem conferir um sentido de ordem, bem como um fundamento estético e lógico para as suas proporções.
Sobre as teorias de proporcionalidade, complete corretamente as lacunas das sentenças numeradas de 1 a 6.
1 - ______ pode ser definida pela expressão algébrica: a/b= b/a+b.
2 - ______ é o sistema utilizado para representar as dimensões físicas reais de um objeto.
3 - ______ foi desenvolvido por Le Corbusier para ordenar as dimensões harmoniosas para a escala humana, a fim de ser aplicado universalmente.
4 - Uma ______ representava, para Vitrúvio, a perfeita beleza e harmonia.
5 - ______ refere-se à medição do tamanho e das proporções do corpo humano.
6 - ______ é o módulo estético que organizava a estrutura e o espaço da arquitetura japonesa.
A sequência que preenche corretamente as lacunas é
Seção áurea / Ken / Antropometria / modulor / Escala / Ordem clássica
Seção áurea / Modulor / Antropometria / ordem clássica / Escala / Ken
Ken / Antropometria / Escala / modulor / Seção áurea / Ordem clássica
Seção áurea / Escala / Modulor / ordem clássica / Antropometria / Ken
Modulor / Escala / Antropometria / ordem clássica / Modulor / Ken
O arquiteto Pedro Fiori Arantes descreve, em seu livro “Arquitetura na era digital-financeira”, o fenômeno da arquitetura denominado por ele como “as formas da renda” ou “renda da forma”.
Avalie as afirmações sobre os conceitos, significado e implicações práticas dessa arquitetura definida por uma espécie de renda da forma.
I - A renda da forma pretende explorar grandes projetos de complexidade técnica e formal para atrair um grande número de pessoas, investidores, propaganda e mídia, associando os edifícios às marcas dos chamados “arquitetos-estrelas”.
II - A renda da forma na era digital-financeira é potencializada pela produção de obras pautadas pelos princípios modernistas da arquitetura, com o uso de formas regulares, cúbicas e minimalistas, gerando maior valor financeiro e publicitário.
III - Os edifícios da arquitetura na era digital são desenhados para circular como logomarcas, sendo que sua sofisticada técnica, diferenciação das superfícies e exuberância formal passaram a ser requisitos para constituir imagens arquitetônicas exclusivas.
IV - O tipo de valorização que está associada a essa arquitetura acaba por conduzi-la cada vez mais a uma paradoxal experiência imaterial, com edifícios que desaparecem em meio a nuvens ou tornam-se etéreos como balões, paredes móveis ou torres que só existem por efeito de luz.
V - O planejamento estratégico desses edifícios de valor icônico é apoiado na economia de recursos e sustentabilidade financeira das cidades, priorizando a construção de obras marcantes que combinam a capacidade industrial de replicabilidade, racionalidade e modularidade com a simplificação e legibilidade das formas.
Está correto apenas o que se afirma em
I e II.
I e V.
I, III e IV.
II, III e V.
II, IV e V.
A proporção pode ser compreendida como a relação adequada e harmoniosa de uma parte com a outra e com o todo que conforma uma composição arquitetônica, urbanística ou paisagística. Em relação às teorias da proporção que surgiram ao longo da história, qual apresenta um sistema de proporcionalidade, uma ferramenta de medição que se baseia na matemática e, principalmente, na proporção do corpo humano?
Sistema Modular.
Secção Áurea.
Modulor.
Ordens Clássicas.
Sequência de Fibonacci.
Biofilia é o termo usado para caracterizar
a filtragem da água da chuva.
parques e áreas verdes urbanas.
a interação do homem com a natureza.
a preservação das espécies silvestres.
a interferência humana em habitats naturais.
O interesse pelo conceito de Tipo, repensado como a essência da arquitetura, é um dos aspectos da pesquisa pós-moderna mais geral acerca do significado, pois estabelece uma continuidade com a história – cada vez mais entendida como necessária para a legibilidade da arquitetura no interior da cultura. Considere a seguinte definição de Quatremère de Quincy, um dos maiores teóricos da arquitetura:
A palavra tipo não representa tanto a imagem de uma coisa a ser copiada ou imitada perfeitamente quanto a ideia de um elemento que deve, ele mesmo, servir de regra ao modelo.
Sobre os conceitos de Tipo e Modelo:
O Modelo é um objeto segundo o qual cada um pode conceber obras que não se assemelharão entre si.
O Tipo é constante e se apresenta com características de necessidade; mas, mesmo determinadas, elas reagem com a técnica, com as funções, com o estilo, com o caráter coletivo e o momento individual do fato arquitetônico.
O Tipo, entendido segundo a execução prática da arquitetura, é um objeto que se deve repetir tal como é.
No Modelo tudo é mais ou menos vago.
No Tipo tudo é perfeito e bem definido.
“Dentre as teorias e conceitos na história da arquitetura, há uma abordagem arquitetônica bem conhecida: ‘menos é mais’, que ilustra a simplificação do espaço como parte do ambiente.” A expressão anteriormente citada trata-se de uma criação de:
Le Corbusier.
Oscar Niemeyer.
Frank Lloyd Wright.
Mies Van Der Rohe.
Algumas frases proferidas por renomados arquitetos para expressar suas experiências em arquitetura foram consagradas como slogan.
Relacione as frases a seguir aos nomes dos arquitetos que as consagraram:
1. Robert Venturi 2. Mies Van der Rohe 3. Louis Sullivan 4. Oscar Niemeyer 5. Le Corbusier 6. Frank Lloyd Wright | ( ) A casa é uma máquina de morar. ( ) Mais não é menos. ( ) O que me atrai é a curva livre e sensual. ( ) Menos é mais. ( ) A forma segue a função. ( ) A arquitetura orgânica é algo interior ao homem. |
A relação correta, na ordem dada, é
1, 2, 6, 3, 4 e 5.
4, 2, 5, 6, 3 e 1.
4, 1, 6, 3, 5 e 2.
5, 2, 4, 3, 6 e 1.
5, 1, 4, 2, 3 e 6.