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A configuração apresentada na imagem é marcada por um traçado geométrico rigoroso, com dois eixos principais ortogonais que se cruzam no centro, dividindo a área em quatro partes simétricas. Canais de água percorrem esses eixos, conectando-se a fontes ou espelhos d ’água, e a composição é envolta por muros ou limites definidos. Essa estrutura reflete uma concepção de espaço como representação do paraíso, comum em culturas que associam água e simetria à ordem cósmica.

(Fonte: https://scispace.com/pdf/jardins-do-ocidente-e-do-oriente-ordenamento-ou-recriacao-da-3wr696opk2.pdf)
Com base nessas características, o modelo de jardim representado é:
renascentista italiano
japonês
persa (chahar bagh)
inglês
barroco francês
No manejo de frutíferas, diferentes tipos de poda são aplicados conforme a fase de desenvolvimento e a finalidade produtiva ou fitossanitária. Considerando as descrições técnicas de podas de formação, limpeza e levantamento de saia, assinale a alternativa correta:
A poda de levantamento de saia é indicada para estimular brotações laterais na copa jovem, promovendo maior arejamento e resistência estrutural da planta.
A poda de limpeza deve ser realizada apenas durante o período de dormência, com o objetivo principal de favorecer a sustentação de grandes cargas de frutos.
A poda de formação em taça ou vaso aberto pode ser feita em qualquer época do ano, assim que detectados ramos doentes ou infestados por pragas.
A poda de levantamento de saia tem como principal objetivo orientar a emissão inicial de pernadas a 15–20 cm de distância entre si, evitando a quebra por excesso de produção.
A poda de formação em taça ou vaso aberto, quando realizada corretamente, reduz o porte da planta, melhora a aeração da copa e previne bifurcações opostas que podem causar fendilhamento do caule.
Em edificações que contam com projeto de arquitetura paisagístico de jardins sobre lajes, recomenda-se a projeção de uma profundidade mínima de plantio que seja adequada ao tipo de vegetação utilizada, bem como a projeção de uma camada drenante de 7 cm de espessura.
Certo
Errado
O valor da subsistência de jardins sempre esteve diretamente relacionado às necessidades estéticas do ambiente, uma vez que eles podem ser utilizados para a produção doméstica de frutas, verduras e ervas medicinais.
Certo
Errado
A técnica paisagística da domesticação da vegetação tem o objetivo de tornar um ambiente confortável, funcional e harmônico, de modo a sensibilizar os sentidos humanos e proporcionar melhores condições climáticas e ambientais para a cidade.
Certo
Errado
Espaços livres, por menores que sejam, poderão ostentar um valor estético, aprazível e funcional na perspectiva da composição paisagística.
Certo
Errado
Em um projeto de paisagismo, são utilizadas plantas para forrações, arbustos, trepadeiras e árvores. Um exemplo de árvore apropriada para plantar em passeio público é:
ficus benjamina
terminalia catappa
eucalyptus regnans
caesalpinea peltophoroides
Em uma estufa de produção de mudas ornamentais, o técnico responsável identificou nas brotações e folhas novas de várias plantas a presença de insetos pequenos, alguns ápteros e outros alados, de coloração variada, sugando seiva e provocando amarelecimento e enrolamento das folhas. Além disso, observou líquido açucarado sobre as superfícies, que atraía formigas e favorecia o surgimento de um fungo negro, prejudicando a fotossíntese. Considerando o manejo de pragas e doenças em jardinagem, o organismo identificado e a relação correta com seu potencial impacto são:
Cochonilha – inseto sugador que ataca principalmente raízes, debilitando a planta até a morte.
Ácaro – aracnídeo que causa teias e manchas nas folhas, afetando a respiração foliar.
Pulgão – inseto sugador que, além dos danos diretos, pode atuar como vetor de vírus.
Tripes – inseto sugador que provoca manchas prateadas e necroses, afetando frutos e flores.
Lagarta – larva mastigadora que danifica severamente folhas, flores e caules.
Uma praça central de grande fluxo foi objeto de concurso público de ideias. Entre as propostas recebidas, havia soluções variadas de mobiliário urbano: algumas priorizavam formas artísticas e expressivas, outras destacavam durabilidade e baixo custo de manutenção, e algumas enfatizavam o conforto climático e a ergonomia.
À luz das recomendações para paisagismo em áreas livres públicas, assinale a alternativa correta:
A proposta que privilegia a expressividade artística é a mais adequada, pois o fator simbólico deve sempre prevalecer em espaços de uso coletivo, ainda que implique custos elevados de manutenção.
A opção mais consistente é aquela que concilia estética com funcionalidade, durabilidade e ergonomia, respeitando a tipologia de uso e o padrão socioeconômico do entorno.
A escolha de mobiliário urbano pode priorizar conforto climático e sombreamento, dispensando análises de manutenção, desde que se preserve a acessibilidade mínima.
Em praças públicas, recomenda-se evitar mobiliário fixo para reduzir custos, privilegiando apenas vegetação e elementos naturais de permanência.
O fator orçamentário é secundário, uma vez que em áreas públicas deve prevalecer a inovação e a fruição simbólica dos equipamentos.
Os jardins ___________ caracterizavam-se por serem perfeitamente geometrizados, em forma de retângulos, delimitados por muros. A rigidez da forma era suavizada pela vegetação que trazia cor e perfume aos espaços elaborados em pátios internos. Um dos elementos principais usados era a água com simbologia religiosa e valorização ornamental.
A palavra que completa corretamente a lacuna é:
Franceses
Chineses
Árabes
Gregos
Românticos
Analise as imagens do Museu de Arte de Jishou (2019), na China, projetado pelo Atelier FCJZ, a seguir.

Perspectiva do museu no contexto urbano e vista superior. Disponível em:
<https://www.archdaily.com.br/br/918782/museu-de-arte-de-jishou-atelier-
fcjz#:~:text=O%20Museu%20de%20Arte%20Jishou,aberto%20ao%20p%C3
%BAblico%20neste%20ver%C3%A3o>. Acesso em: 18 mai. 2024.

Fachada lateral e perspectiva esquemática. Disponível em:
<https://www.archdaily.com.br/br/918782/museu-de-arte-de-jishou-atelier-
fcjz#:~:text=O%20Museu%20de%20Arte%20Jishou,aberto%20ao%20p%C3
%BAblico%20neste%20ver%C3%A3o>. Acesso em: 18 mai. 2024.

Passagem e sala de exposição. Disponível em:
<https://www.archdaily.com.br/br/918782/museu-de-arte-de-jishou-atelier-
fcjz#:~:text=O%20Museu%20de%20Arte%20Jishou,aberto%20ao%20p%C3%
BAblico%20neste%20ver%C3%A3o> Acesso em 18.maio.2024.
Nos últimos anos, os projetos de instituições culturais na China têm se tornado sinônimo de edifícios autônomos, deslocados do contexto urbano e social de suas cidades, geralmente em áreas de expansão periféricas. A experiência da cidade histórica de Jishou foi diferente, graças à proposta do Atelier FCJZ, que negociou uma relocação em área central da cidade, onde não mais havia espaço suficiente para abrigar um edifício de grande porte. A abordagem do projeto, como mostram as imagens, revela o interesse em
reurbanizar dentro dos princípios distópicos de concentração e visualidade, em que a abordagem projetual confronta o edifício com o tecido urbano existente em altura, volume e forma. Sua abordagem conceitual produz a estética dissonante, condizente com os pressupostos da arquitetura e urbanismo contemporâneos.
recuperar o tecido urbano central da cidade com a construção de um museu - praça, encaixado sobre a ponte existente, integrada à vida cotidiana da cidade. A ideia do museu de arte é aproveitar a ligação entre as duas partes da cidade histórica como elemento da narrativa das exposições itinerantes.
projetar um edifício inserido no contexto urbano, em que a tipologia de ponte coberta foi atualizada em uma forma desconstrutivista, para abrigar o programa do museu, substituindo sua função como um percurso de transposição do rio. O conceito foi inspirado nas antigas pontes cobertas de Madison, nos Estados Unidos da América.
inserir o edifício no tecido urbano existente, encaixado entre os edifícios históricos que fazem frente ao rio Wanrong, integrado à vida cotidiana da cidade. Sua abordagem conceitual, ao invés de confrontar a estética e proporção das construções existentes, reinterpreta as antigas tradições de pontes cobertas chinesas com novas tecnologias e materiais
No manejo de espécies arbóreas em praças e arborização de rua, a eliminação, oportuna e com critérios técnicos, de ramos de uma planta, com vistas a compatibilizá-la com o espaço físico existente no entorno – para orientar o crescimento da árvore, conduzi-la em seu local de crescimento, e em casos como limpeza de ramos secos, doentes, infestados, senis ou mortos, ramos ladrões, brotos de raiz e outros, em situações de emergência, de conflito com fiação e outras construções, dentre outros casos – é denominada
poda.
capina.
redução.
implante.
transplante.
A concepção de parques e(ou) jardins desenvolvidos pelo paisagista Burle Marx é mais bem caracterizada
pelo simulacro de jardim selvagem com caminhos simétricos e sinuosos, chafarizes, cascatas artificiais e canteiros conjugados, além do uso intensivo de vegetação nativa.
pela miniatura de mundo, com montanhas, lagos, planícies e florestas.
pela utilização de canteiros conjugados e simetrias com espelhos d’água, chafarizes e buxos esculpidos.
por jardins selvagens utilizando uma estética funcional com formas sinuosas, espaços contemplativos e vegetação nativa.
pelo simulacro de jardins selvagens com cascatas e grutas artificiais, caminhos sinuosos e mistura turbulenta de flores.
As ações metodológicas do paisagismo devem ser conscientes e planejadas para ordenar o espaço exterior ou interior, portanto, a finalidade da técnica paisagística na composição arquitetônica deve ser a criação de ambientes confortáveis, funcionais e harmônicos.
Certo
Errado
Uma das características que pode ser associada a paisagens urbanas é a elevada pregnância.
Certo
Errado
Analise as assertivas sobre a integração entre métodos e técnicas de desenho e projeto urbano e de paisagismo com noções de sistema cartográfico e de geoprocessamento:
I. A sobreposição de dados cartográficos em softwares de geoprocessamento permite a análise espacial de áreas para o planejamento urbano e paisagístico.
II. A criação de mapas temáticos com informações sobre infraestrutura, vegetação e uso do solo auxilia na tomada de decisões para projetos urbanos e de paisagismo.
III. O uso de drones e fotogrametria para a geração de modelos 3D de terrenos e edificações contribui para a análise espacial, mas dificulta a visualização de projetos em alguns cenários.
Estão corretas:
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.
Considere ser o arquiteto responsável pelo planejamento e urbanização de vias públicas do município de Divinópolis. Entre as suas atribuições está a escolha e a aprovação das espécies adequadas para arborização urbana em diferentes tipos de passeios. Com base na situação hipotética, analise com atenção o quadro a seguir:

Quais espécies devem ser aprovadas para plantio em passeios com rede elétrica?
Sombreiro e Munguba.
Cássia-imperial e Quaresmeira.
Cássia-macrantera e Sibipiruna.
Cássia-macrantera e Canudo-de-pito.
Analise as assertivas sobre a integração de princípios de paisagismo e sustentabilidade em projetos urbanos e de paisagismo:
I. A utilização de espécies vegetais nativas e adaptadas ao clima local contribui para a redução do consumo de água e a preservação da biodiversidade.
II. A implementação de técnicas de captação de água da chuva e reuso de água contribui para a gestão eficiente dos recursos hídricos.
III. A utilização de materiais reciclados e sustentáveis na construção de paisagens contribui para a redução do impacto ambiental e a promoção da economia circular.
Estão corretas:
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.
As tipologias para árvores e arvoretas representadas nas letras A e B da Figura 3 abaixo correspondem, respectivamente, a arquiteturas dos tipos:

Figura 3 – Tipologias
Sem escala
Arredondada e colunar.
Arredondada e piramidal.
Trapezoidal e cuneiforme.
Colunar e escultural.
Escultural e piramidal.
Com o objetivo de resgatar áreas verdes na cidade e melhorar a resiliência urbana frente aos eventos climáticos, o método Miyawaki tem sido desenvolvido e realizado em vários centros urbanos no mundo. No Brasil, essa metodologia foi adaptada pelo botânico e paisagista Ricardo Cardim, que realizou projetos na cidade de São Paulo. Esse método consiste em florestas
densamente plantadas (3-5 plantas por m²) em solos que foram submetidos a remediação intensiva. No ambiente urbano é possível realizar esse projeto em áreas de, no mínimo, 15 metros quadrados.
plantadas escassamente (1-3 plantas por m²) em solos que foram submetidos ao tratamento com calcário. No ambiente urbano é possível realizar esse projeto em áreas de, no mínimo, 100 metros quadrados.
diversamente plantadas (1-3 plantas por m²) em solos que foram submetidos a retirada de árvores remanescentes. No ambiente urbano é possível realizar esse projeto em áreas de, no mínimo, 500 metros quadrados.
plantadas simetricamente (3-5 plantas por m²) em solos que foram submetidos a remediação com fertilizantes. No ambiente urbano é possível realizar esse projeto em áreas de, no mínimo, 1000 metros quadrados.