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A circulação urbana pode ser planejada com características mais adequadas aos climas locais. Além dos aspectos topográficos do sítio no qual se assenta, a malha urbana pode ser direcionada, no caso do clima quente e seco, prevendo que as ruas de maior largura sejam aquelas com direção
norte/sul.
leste/oeste.
nordeste/sudoeste.
noroeste/sudeste.
oeste/sudeste.
No desenho de uma cidade, a hierarquia viária é determinada em função do volume e da intensidade de tráfego e, dessa forma, vias arteriais são aquelas que interligam vias locais de setores ou bairros às grandes avenidas.
A respeito de planejamento e gestão do território, bem como de ações de mobilidade vinculadas à salvaguarda de cidades e bairros históricos, julgue os itens seguintes e assinale a alternativa correta.
I A interpretação de que a salvaguarda das cidades e dos bairros históricos, para ser eficaz, deve integrar políticas de desenvolvimento econômico e social, bem como planos de ordenamento e de urbanismo em todos os níveis, é recomendação expressa na Carta de Washington.
II O sistema viário em cidades e bairros históricos, para garantia de acessibilidade e melhoria nas condições de circulação, deve ser reformulado, permitindo a penetração de grandes vias de importância global para a cidade.
III Áreas de estacionamento devem ser eliminadas de cidades e bairros históricos, de modo a não degradar o aspecto nem o entorno de tais lugares.
Nenhum item está certo.
Apenas o item I está certo.
Apenas o item II está certo.
Apenas o item III está certo.
Todos os itens estão certos.
Densidade habitacional líquida refere-se à relação entre número de habitantes das unidades habitacionais e área efetivamente ocupada pelas residências.
As áreas destinadas a sistemas de circulação, implantação de equipamentos urbano e comunitário bem como a espaços livres de uso público correspondem a 8.976 m².
Considerando uma família média com 5 pessoas, é correto afirmar que a densidade populacional dessa superquadra é de 45,5 hab/m².
O zoneamento urbano tem por objetivo embasar o planejamento territorial, nos aspectos do disciplinamento do uso e da ocupação do solo.
Altas densidades, diretamente proporcionais aos custos de implantação de infraestrutura, implicam a opção por arranha-céus.
Consideram-se equipamentos urbanos aqueles destinados à prestação de serviços necessários ao funcionamento de uma cidade, tais como o abastecimento de água, a coleta de esgotos, a distribuição de energia elétrica, a coleta de águas pluviais, o acesso a rede telefônica e a rede de gás canalizado, devendo ser implantados mediante autorização do poder público.
As vias locais têm abrangência limitada e são destinadas, entre outros, ao acesso às unidades imobiliárias e a logradouros públicos de caráter local.
Traçados urbanos em quadras quadradas podem representar riscos a automóveis, ao não estabelecerem hierarquia viária clara.
Defende-se a abertura de novos equipamentos públicos distantes do centro das cidades e próximos dos locais residenciais.
Para empreendimentos urbanos, o estudo de impacto de vizinhança (EIV), é executado de forma a contemplar os efeitos positivos e negativos de um empreendimento ou atividade quanto à qualidade de vida da população residente na área e suas proximidades. Em áreas urbanas com população inferior a 1.500 habitantes, o EIV deve substituir o estudo de impacto ambiental (EIA).
O planejamento urbano estratégico visa proteger a cidade do crescimento desenfreado sem planejamento, com características mercadológicas de modernização sem desenvolvimento, marcado pelo urbanismo moderno instituído em meados do século XX.
Um dos aspectos que diferenciam o planejamento urbano estratégico do planejamento racional-abrangente é a ênfase na consideração dos stakeholders, entendidos como todos aqueles indivíduos, grupos ou organizações que têm algum interesse e(ou) que podem, de alguma maneira, influenciar o processo de planejamento.