

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
As discussões a respeito da perda de vitalidade em centros históricos promovem amplos debates. Argumenta-se que o processo de expansão das cidades brasileiras ao longo do século XX ou produziu a estagnação dos centros antigos devido ao surgimento de novos centros ou promoveu a destruição do patrimônio arquitetural remanescente e a substituição das atividades que garantiam sua sobrevivência. A respeito dos centros históricos, é correto afirmar que
a preservação dos centros históricos pressupõe a interpretação dessas áreas na condição de artefato urbano isolado, o que facilita a aplicação de ações e políticas de salvaguarda. Por essa razão, delimita-se a poligonal de tombamento.
as intervenções nos centros históricos devem ser restritas à área antiga propriamente dita, tendo em vista que a garantia da vitalidade nesses locais depende exclusivamente das ações e iniciativas ali desenvolvidas.
alterações morfológicas na cidade e incremento da mancha urbana, decorrentes da própria dinâmica e expansão das cidades, apresentam intrínsecas correlações com o processo de deslocamento do centro ativo urbano e a formação de novas centralidades, o que sugere considerá-los responsáveis diretos pela perda de vitalidade nas antigas áreas centrais.
ações em centros históricos com base apenas na recuperação e(ou) no embelezamento de fachadas têm se provado efetivas para a recuperação de tais áreas.
as políticas de salvaguarda para os centros históricos devem estar dissociadas da política urbanística global, já que esta última envolve uma série de variáveis que não incidem nas áreas antigas.
Sabendo-se que em uma cidade, nos anos de 1980 e 2000, o número de habitantes foi, respectivamente, 2,5 milhões e 4 milhões, é correto afirmar que, em 1995, a média geométrica da população foi de 3,55 milhões.
A relação cidade densa e compacta dentro de um limite determinado pelos custos de infraestrutura representa um modelo urbano positivo, do ponto de vista do planejamento sustentável.
Em áreas sujeitas a riscos de inundação, é indicada a construção de reservatório de amortecimento de cheias, destinado a acumular temporariamente as águas pluviais.
As operações urbanas consorciadas possuem o potencial de qualificação espacial para as cidades, na medida em que permitem tratamento quase arquitetônico dos espaços urbanos. Tal tratamento é dificilmente obtido apenas pelo plano diretor e pelo zoneamento, principalmente nas grandes cidades.
A densidade da zona urbanizada de um município pode ser maior que a densidade da zona urbana definida em lei, tendo em vista que, em geral, os perímetros urbanos são maiores que as áreas urbanizadas.
A associação do Barroco ao plano de Belo Horizonte devese ao uso de recursos como os efeitos de visibilidade, ou seja, a construção dos edifícios de maior importância no cruzamento de grandes avenidas. Em Goiânia, o estilo classicista original perdeu força em função do plantio de árvores e da ausência de monumentalidade nos edifícios públicos.
O sistema viário deve ser preferencialmente acomodado em sentido perpendicular às curvas de nível do terreno de modo a acomodar melhor seu traçado com relação à declividade do terreno e facilitar a implantação de sistemas de drenagem pluvial.
De acordo com essa carta, as chaves do urbanismo estão nas funções habitar, trabalhar, estudar e descansar.
Para garantir qualidade de vida, acessibilidade e diminuição da pressão poluidora do tráfego, é recomendável, em um projeto de urbanismo, a proposição de estrutura urbana com traçado viário hierarquizado e dimensionado de forma a permitir a implantação de sistema multimodal de transporte que privilegie o transporte coletivo em detrimento do transporte individual por automóvel, bem como a implantação de ciclovias ou ciclofaixas.
Para projetos urbanísticos acima de 100 ha, o licenciamento ambiental dependerá de um EIA e do respectivo relatório de impacto sobre o meio ambiente (RIMA), devendo ambos ser submetidos à aprovação do órgão ambiental competente.
É fundamental, no desenvolvimento do projeto de urbanismo, solicitar o levantamento planimétrico e altimétrico do terreno, a partir do qual serão reconhecidas as curvas de nível da área de projeto, que, por definição, é uma abstração geométrica que une todos os pontos que possuem o mesmo nível. Geralmente, as curvas são traçadas em intervalos de 5 metros, 1 metro ou, tratando-se de terrenos muito planos, de 50 cm.
Em relação ao processo de aprovação do plano de urbanização de terrenos é incorreto afirmar:
Para aprovação do pré-plano urbanístico, o prazo máximo será se sessenta (60) dias, a partir da data de entrada respectiva do requerimento.
Para efeito de aprovação, deverá ser obrigatoriamente apresentado à Prefeitura o pré-plano urbanístico.
No caso de planejamento de terreno para fins urbanos, na área rural, o pré-plano deverá ser previamente submetido ao Instituto Brasileiro de Reforma Agrária (INCRA).
Além do pré-plano, o requerimento será obrigatoriamente instruído com o título de domínio pleno ou útil ou de posse, sob qualquer modalidade, do(s) imóvel(eis), além das certidões negativas de tributos municipais relativos ao(s) imóvel(eis).
Se no prazo de seis (6) meses não forem apresentados à Prefeitura o plano urbanístico e o projeto topográfico, ficará cancelada a aprovação do pré-plano, e será arquivado o respectivo processo.
Nas áreas abertas transitáveis por veículos, recomenda-se a impermeabilização rígida por ser mais resistente às cargas.
O projeto urbanístico, inserido na categoria disciplinar do desenho urbano, tem entre seus propósitos a organização físico-espacial da cidade ou de suas partes, na tentativa de atender às demandas qualitativas e quantitativas que o modo e condição de vida contemporânea requerem. Trata-se, pois, de responder aos anseios advindos das esferas sociocultural, econômica, política, tecnológica, ambiental, entre outros. Nessa escala de projeto, as legislações pertinentes ao tema definem, por exemplo, padrões de ocupação, formas de parcelamento do solo, traçado viário e demais espaços públicos de descanso, recreação e lazer. Em se tratando, especificamente, do traçado urbano, ele se inicia pela definição de avenidas, bulevares, ruas e caminhos para pedestres que possibilitem acessar diferentes partes do espaço urbano. Em relação a esses aspectos, analise as afirmativas a seguir:

Assinale:
se somente a afirmativa I estiver correta.
se somente a afirmativa II estiver correta.
se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
se somente as afirmativas III e IV estiverem corretas.
se todas as afirmativas estiverem corretas.