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A Teoria das Três Idades dos documentos de arquivo surgiu na segunda metade do século XX revolucionando as técnicas arquivísticas, os arquivos e a Arquivologia. A Teoria das três idades caracteriza os arquivos como corrente, intermediário e permanente, conforme a frequência de uso e valores dos seus documentos. O arquivo considerado Corrente é o conjunto de documentos:
Em tramitação ou não, que pelo seu valor primário é objeto de consultas frequentes pela entidade que o produziu, a quem compete a sua administração.
Originários de arquivos correntes, com uso pouco frequente e que aguarda destinação. Documentos com valor primário, isto é, conservados com as mesmas finalidades para as quais foram criados.
Preservados em caráter definitivo em função de seu valor informativo e probatório. O acesso aos documentos é irrestrito.
Preservados pelo limite de tempo necessário e o qual já pode ser incinerado, não sendo mais obrigatória sua guarda ou preservação.