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Obras de Cildo Meireles e Nelson Leirner poderiam compor uma exposição para discutir regimes políticos brasileiros e internacionais.
“Devorar a estética européia e transformá-la numa arte brasileira.”
(Graça Proença)
A famosa obra Abaporu sintetiza os novos rumos da arte brasileira a partir da Semana de Arte Moderna de 1922. A autora dessa pintura foi a artista:
Maria Leontina
Lygia Clark
Georgina de Albuquerque
Anita Malfatti
Tarsila do Amaral
Nelson Screnci, artista fascinado pelo universo das imagens deixadas pelos grandes pintores, pintou em 1999 a obra Os Excluídos (I) a partir da obra Caipira Picando Fumo (II) de um grande pintor brasileiro.


A correta relação entre essas obras é:
Os Excluídos e Caipira Picando Fumo apresentam um jogo de intertextualidade na sua concepção.
Os Excluídos é uma citação da obra Caipira Picando Fumo de Almeida Júnior.
Os Excluídos é uma releitura da obra Caipira Picando Fumo de Almeida Júnior.
Os Excluídos é uma citação da obra Caipira Picando Fumo de Vítor Meireles.
Os Excluídos é uma obra contemporânea que apresenta uma evidente ruptura com o modelo acadêmico de Caipira Picando Fumo.
Para Walter Benjamin, citado por Lúcia Santaella em (arte) & (cultura) equívocos do elitismo, o cinema é a forma de arte que corresponde à vida cada vez mais perigosa, destinada ao homem de hoje. A necessidade de se submeter a efeitos de choque constitui uma adaptação do homem aos perigos que o ameaçam. O cinema equivale a modificações profundas no aparelho receptivo, aquelas mesmas que vivem atualmente, no curso da existência privada, o primeiro transeunte surgido numa rua de grande cidade e, no curso da história, qualquer cidadão de um Estado contemporâneo. Partindo de sua idéia sobre cinema e pensando sobre o ensino de arte, o que Walter Benjamin poderia ter dito sobre a TV e a internet se tivesse vivido para vê-los?
Promovida por imperativos econômicos-políticos, estes meios facilitam a manipulação e a despolitização.
Os meios de reprodução de linguagem não são apenas meios de consumo, mas são, simultaneamente, meios de produção.
Voltadas para a ação e não para a contemplação, para o global e não para o regional, os novos meios levam à massificação.
Alienação é o perigo maior destes novos meios, pois devora quaisquer outras alternativas de estímulo ao desenvolvimento de outras formas de produção e criação de linguagens e mensagens.
O olhar se move sobre as telas e monitores de modo superficial, consumista e com muita rapidez, o que prejudica a contemplação de obras de arte.
Sobre arte e tecnologia, é INCORRETO o que se afirma em:
As tecnologias interativas, as criações multimídias e a realidade virtual propiciam a interatividade, mas não favorecem a fruição do público, pois quando conectado a máquinas o fruidor está diante de um mundo imaterial.
Não podemos pensar a arte tecnológica fixados na idéia de suporte, papel, tela, pedra e qualidades como peso, dimensão, pigmento e outros componentes matéricos que se colocam para o artista plasmador, ou seja, para um artista que transforma matérias.
A Arte Interativa implica reorganizações profundas da sensibilidade, ampliando o campo de percepção em trocas e modos de circulação que exploram os recursos computacionais como uma linguagem própria e transcendem a arte da pura aparência.
O trabalho artístico não é mais a mera criatividade do artista, pois, quando distribuído na rede, cada indivíduo pode se conectar, agir e modificar a idéia proposta.
Na arte tecnológica, as ciências humanas não podem ser separadas das biológicas e se fundem às ciências exatas para refletir e gerar novas formas de existir que incorporam os efeitos das tecnologias.
Com base no fragmento acima, assinale a alternativa que melhor interpreta a tela acima.

Há por parte do autor da tela uma crítica direta à religião.
Há uma identificação entre a temática religiosa e a crítica condição do homem nos dias atuais.
Há uma representação materialista, cínica e despreocupada em relação aos problemas sociais.
Há apenas uma interpretação individual, descontextualizada e idealizada.
Há por parte do autor, ironia e simulação de um fato real.