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Ao longo da História da Música, a utilização do trombone passou por diversos momentos, mudando suas características estilísticas, técnicas e também de construção. No período Renascentista, um tio e seu sobrinho, italianos, destacaram-se por explorarem a qualidade sonora semelhante à voz humana dos corais do antigo trombone. Esses compositores são
Giuseppe e Antônio Vivaldi.
Andrea e Giovanni Gabrieli.
Giuseppe e Alessandro Verdi.
Domenico e Alessandro Scarlatti.
Giuseppe e Francesco Garibaldi.
As formas musicais são pilares da composição com predominância da sua estruturação nos períodos Barroco e Clássico Musical Europeu. No Brasil, as formas musicais foram amplamente utilizadas na música erudita e serviram como exemplo de práticas composicionais no seu uso na música popular. Canções, cantigas de roda e chorinhos famosos, como Brasileirinho, de Waldir Azevedo, são exemplos do uso da forma musical estilizada.
Nesse contexto, esses exemplos se referem à forma musical
Valsa.
Sonata.
Minueto.
Ária da Capo.
Rondó (rondeau).
O ensino de coletivo admite algumas nuances e, no Brasil, podemos observar uma ampla discussão sobre o assunto. Seja por aspectos econômicos seja por características sociais, a aula de música em grupo é uma realidade. No caso dos trombones, a sua antiga vocação associada aos corais e, posteriormente, a sua presença nas bandas de música reforçam a possibilidade (ou até a necessidade) de se trabalhar em grupo.
Considerando dois estudantes de níveis diferentes, um iniciante outro intermediário, e a necessidade de tocarem um dueto, assinale a alternativa que apresenta uma versão do arranjo que melhor se adéque à situação.





Durante uma aula de prática de conjunto, ao transformar uma obra completa de Heitor Villa-Lobos em versão simplificada para fins didáticos, de modo a deixá-la em um nível técnico mais aproximado dos seus alunos, o professor realiza um processo denominado
adaptação.
orquestração.
improvisação.
rearmonização.
transposição musical.

Levando-se em consideração a leitura da partitura em que se apresentam repetições de seções, assinale a sequência correta.
A, B, A, C, D, E, F, G, F, H, D, E, F, G, F, H e l.
A, B, A, C, D, D, E, F, G, F, H, D, D, E e l.
A, B, C, D, E, F, G, H, A, B, C, D, E e l.
A, B, A, C, D, E, F, G, F, H, D, E, l.
A, B, A, C, D, E, F, G, H, D, E e l.
Entendendo a importância da manutenção da banda de música e a preservação do seu repertório como patrimônio imaterial do Brasil, salienta-se que, para a consolidação da prática compositiva por brasileiros, houve um processo histórico de práticas difusas pelo Brasil, considerado, em tese, como modelos pré-composicionais. Esses modelos influenciaram a consolidação da “forma dobrado” como um padrão básico, embora não único, mas que está presente na maioria das composições clássicas do gênero.
A esse respeito, assinale a alternativa correta.
Na composição do dobrado, elementos de contraponto não são tolerados, visando a uma melhor compreensão da melodia.
O dobrado é um gênero da composição musical adaptado a partir do paso doble espanhol.
O dobrado tem o padrão de divisão formal em duas seções de mesma tonalidade.
Os compositores de dobrado tinham uma formação acadêmica muito rígida.
O dobrado é um gênero musical brasileiro restrito ao século XIX.
No trecho, transcrito dos compassos 1 a 4 da obra Lua Branca, de Chiquinha Gonzaga (harmonização de João Octaviano Gonçalves), observa-se uma sucessão harmônica que utiliza acordes em inversão, como Gm/Bb e Dm/A.

Considerando-se a análise funcional da harmonia e a sua aplicação direta na prática instrumental (acompanhamento pianístico e condução de vozes), a utilização dessas inversões nos compassos iniciais cumpre prioritariamente a função de
intensificar a tensão na região da dominante, mediante o uso de substituições tritonais e acordes de empréstimo modal.
caracterizar uma estrutura de polimodalidade funcional entre as tonalidades de ré menor e fá maior no plano harmônico.
priorizar a densidade textural, em detrimento da clareza tonal, visando à fragmentação rítmica do acompanhamento pianístico.
suavizar a condução da linha do baixo e favorecer a continuidade melódico-fraseológica, por meio do encadeamento linear das vozes.
estabelecer uma modulação imediata para a tonalidade relativa maior, por meio de sucessões de dominantes secundárias encadeadas.
Como pesquisador, dedicou-se à teoria e prática em Educação Musical, destacando-se o modelo filosófico C(L)A(S)P – que preconiza uma educação musical abrangente, priorizando o envolvimento direto com música em diferentes e interligadas modalidades de comportamento musical – e o Modelo Espiral de Desenvolvimento Musical – que descreve o desenrolar da consciência em relação aos elementos do discurso musical.
SWANWICK, Keith; FRANÇA, Cecília Cavalieri. Reflexões sobre a sequência espiral do desenvolvimento musical. Orfeu, Florianópolis, v. 6, n. 2, p. 335–347, 2021. DOI: 10.5965/2525530406022021335. Disponível em: https://www.revistas.udesc.br/index.php/orfeu/article/view/20995. Acesso em: 24 fev. 2026.
Sobre as concepções e/ou propostas de Keith Swanwick, dadas as afirmativas,
I. A música é uma forma de conhecimento simbólico.
II. A música é uma forma de discurso.
III. Materiais, expressão, forma e valor são termos da sequência espiral de desenvolvimento musical.
IV. Os elementos primários do modelo filosófico C(L)A(S)P são composição, apreciação e performance. Já os secundários são letramento musical e saberes musicais.
verifica-se que está/ão correta/s
IV, apenas.
I e II, apenas.
III e IV, apenas.
I, II e III, apenas.
I, II, III e IV.

A transposição é uma ferramenta da teoria musical importante dentro das bandas de música, principalmente por serem encontrados muitos instrumentos com naturezas diferentes.
Diante disso, com base na partitura do chorinho, a tonalidade que deve ser considerada para o saxofone tenor em Bb é
Mi b maior.
Lá b maior.
Sol maior.
Ré maior.
Fá maior.
TEXTO PARA A QUESTÃO 52
Em Harmonia Funcional, Carlos Almada (2012, p. 93-95) explica que as inflexões foram, historicamente, as primeiras sonoridades conflitantes a serem aceitas no discurso musical, funcionando como elementos que conferem dinamismo através da alternância entre tensão e repouso. A classificação dessas notas não estruturais exige a análise de três pilares: a métrica, a preparação e a resolução.
ALMADA, Carlos. Harmonia Funcional. 2. ed. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2012. p. 93-95.
Com base na sistematização proposta pelo autor, correlacione as categorias de inflexão da Coluna I com suas descrições específicas na Coluna II:
Coluna I
(1) Apogiatura

Autor: MED (2012)
(2) Bordadura

Autor: MED (2012)
(3) Escapada

Autor: MED (2012)
(4) Suspensão

Autor: MED (2012)
Coluna II
( ) Caracteriza-se pelo movimento de "ida e volta": a nota parte de um grau estrutural por grau conjunto e retorna para a mesma nota de origem. Ocorre predominantemente em tempos fracos.
( ) É a única inflexão que ocorre invariavelmente em posição métrica forte em relação à sua resolução. Destaca-se por dispensar a preparação, surgindo frequentemente após um salto ("ataque de surpresa").
( ) Sua preparação difere das demais por envolver uma ligadura de extensão (ou repetição), onde uma nota estrutural do acorde anterior se prolonga, transformando-se em dissonância no novo acorde antes de resolver.
( ) Descrita pelo autor como um "maneirismo estilístico" comum no Classicismo, esta inflexão ocorre em tempo fraco; ela é preparada por grau conjunto, mas "foge" da resolução imediata através de um salto.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
1 – 3 – 4 – 2.
4 – 2 – 3 – 1.
2 – 3 – 1 – 4.
3 – 1 – 2 – 4.
2 – 1 – 4 – 3.
A flauta doce encontra-se amplamente difundida no Brasil, sendo utilizada em escolas regulares, escolas de música, projetos sociais e cursos superiores em música. Apesar dessa ampla inserção, Freixedas (2007) aponta limitações recorrentes nas práticas pedagógicas associadas ao ensino do instrumento, sobretudo no que se refere às metodologias adotadas e à diversidade de repertório explorado.
FREIXEDAS, C. M. Caminhos criativos no ensino da flauta doce: ampliando práticas e repertório. IV Simpósio acadêmico de flauta doce da EMBAP. Paraná: 2007. p. 80-87. Disponível em: https://embap.curitiba1.unespar.edu.br/menu-pesquisa/publicacoes/Caminhos_criativos_no_ensino_da_flauta_doce_ampliando_praticas_e_repertorio.pdf. Acesso em: 02. fev. 2026.
Com base nas reflexões da autora, assinale a alternativa INCORRETA:
A flauta doce é frequentemente utilizada como instrumento de iniciação musical, o que tem influenciado as metodologias tradicionalmente empregadas em seu ensino.
As práticas pedagógicas mais recorrentes no ensino da flauta doce tendem a apresentar repertório limitado e pouca ênfase em atividades de improvisação e exploração sonora.
A autora defende a ampliação das práticas pedagógicas e do repertório como forma de expandir as possibilidades expressivas e educativas da flauta doce.
A presença da flauta doce em diferentes contextos educacionais tem garantido, de modo geral, a adoção de metodologias criativas e diversificadas no ensino do instrumento.
As limitações metodológicas observadas no ensino da flauta doce não decorrem da escolha do instrumento em si, mas das concepções pedagógicas que orientam sua utilização.
Segundo os princípios da produção musical digital sistematizados por Huber e Runstein (2023), as estações de trabalho de áudio digital (DAWs) operam majoritariamente sob lógica de edição não destrutiva, multipistas independentes e processamento em tempo real por meio de plugins. O Reaper, amplamente utilizado em contextos educacionais e profissionais, integra recursos de gravação multipista, automação, roteamento avançado e renderização final.
HUBER, David Miles; RUNSTEIN, Robert E. Modern Recording Techniques. 10. ed. Burlington: Focal Press, 2023.
Em um curso técnico em Instrumento Musical, o professor propõe que os estudantes desenvolvam um projeto de produção musical utilizando o Reaper, contemplando gravação multipista, edição de áudio, uso de plugins (VST), automação de parâmetros e exportação do produto final. Durante o processo, os alunos devem organizar trilhas, aplicar equalização básica, realizar ajustes de dinâmica e estruturar a mixagem.
À luz dos princípios técnicos da produção musical digital e das funcionalidades do Reaper, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para verdadeiro ou (F) para falso:
( ) No Reaper, é possível realizar gravação multipista simultânea, desde que a interface de áudio possua entradas suficientes e esteja corretamente configurada.
( ) A automação de volume, panorama ou efeitos permite variações dinâmicas ao longo da linha do tempo sem necessidade de edição destrutiva do arquivo original.
( ) A aplicação de plugins VST no Reaper altera permanentemente o arquivo de áudio original, impossibilitando sua reversão posterior.
( ) O processo de renderização (render) consiste na exportação do projeto para um arquivo final (como WAV ou MP3), consolidando as trilhas e processamentos aplicados
( ) A organização de trilhas, roteamento de sinal (routing) e uso de buses auxiliares são recursos dispensáveis em projetos educacionais de pequeno porte, não impactando a compreensão estrutural da mixagem.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
V – V – V – F – F.
V – F – F – V – V.
F – V – F – V – F.
V – V – F – V – F.
F – V – V – V – F.
Um grupo tradicional de choro está organizado em quatro camadas musicais. A primeira é o solista, que pode ser uma flauta, bandolim ou saxofone, por exemplo; a segunda é o centro harmônico composto por instrumentos como o cavaquinho e o violão de 6 cordas; a terceira camada é a do contraponto, na qual temos o violão 7 cordas; a quarta e ultima é a rítmica, na qual temos o pandeiro, principalmente, por agregar toda a percussão necessária. Essa formação se iniciou no século XX, com modelos diversos, até se consolidar com o rádio.
De acordo com o texto, o nome que designa esse conjunto é um/a
trupe.
trinca.
pagode.
regional.
ensemble brasileiro.
A disputa estética do século XIX entre a “Música Absoluta” (Brahms, Hanslick) e a “Música de Programa” (Liszt, Wagner) girava em torno de qual ponto central?
A obrigatoriedade de as obras românticas serem baseadas em temas folclóricos nacionais.
O retorno ao sistema modal grego para evitar o esgotamento da tonalidade cromática.
O uso ou não de instrumentos de percussão na orquestra sinfônica.
A inspiração da criação musical ser literária, imagética ou a própria música.
O Romantismo trouxe uma forte ligação entre a música e a literatura. Qual gênero instrumental, geralmente em um único movimento e baseado em um programa literário ou pictórico, foi amplamente desenvolvido por compositores como Franz Liszt, Richard Strauss e Jean Sibelius?
Sinfonia de concerto.
Tema e variações.
Poema sinfônico.
Sinfonia programática.
O silencio na música é representado por:
Compassos;
Pausas;
Claves;
Notas.
A BNCC incorpora as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) de maneira transversal. Na unidade de Música, essa integração deve transcender o uso instrumental (tecnologia como ferramenta), compreendendo-a como linguagem e materialidade estética, que transforma os modos de produzir, circular e escutar música. Quais atividades listadas a seguir integram tecnologia e ensino de música em sala de aula como proposta na BNCC?
Fazer remix, produção em DAWs, playlists colaborativas.
Compor músicas em Sibelius, Finale ou Powerpoint.
Enviar vídeos em aplicativos sociais.
Ensinar programação usando inteligência artificial.
Assinale a alternativa que contém um instrumento musical cordófono:
Guitarra;
Tambor;
Saxofone;
Flauta.
Existem muitas divisões e agrupamentos da música em gêneros, estilos e formas. Assinale a alternativa ERRADA quanto as mencionadas divisões:
Música executiva;
Música erudita;
Música popular;
Música religiosa.
Analise a figura abaixo e assinale a alternativa que apresenta as regiões da Escala Geral em que as notas estão compreendidas.

Grave e Média
Média e Aguda
Subgrave e Grave
Subgrave e Média