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Pensar a linguagem da dança é entender que ela é um pensamento cinestésico, ou seja, um pensar em termos de movimento, que se executa como emoção física, impulsionado pelas sensações musculares e articulações do corpo. A aprendizagem da arte do movimento – a dança – torna o pensamento cinestésico presente por meio da ação corporal, poetizado pela criação de movimentos expressivos.
MARTINS, Mirian C, PICOSQUE, Gisa; GUERRA, M.
Terezinha Telles. Teoria e Prática do Ensino de Arte – A língua
do mundo. São Paulo: FTD, 2009, p. 127.
Sobre os planos de trabalho do professor, que devem contemplar experiências significativas para os alunos, assinale a alternativa incorreta.
Experimentação do funcionamento corporal, por meio de diferentes formas de locomoção, deslocamento e orientação no espaço; improvisação de movimentos expressivos a partir de diferentes formas corporais, respondendo a pulsações internas rítmicas.
Percepção e leitura das soluções expressivas encontradas em grupo, para comunicar, pelo movimento, a sua ideia de sentimento/pensamento. Registro de movimentos expressivos, criados em coreografias complexas, com vistas à exclusão dos alunos menos aptos à atividade.
Acesso a espetáculos de dança - erudita, clássica, moderna, contemporânea e outras modalidades - para proporcionar ao aluno uma experiência estética e apreciação significativa da arte em movimento.
Abordagens conceituais e a história da dança na vida humana, seus intérpretes, seus gêneros presentes nas várias culturas e repertórios importantes na ampliação de referências e conhecimentos sobre a linguagem da dança.