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As mulheres conquistaram o direito ao voto no começo do século 20. A partir de então, o movimento que propõe igualdade de direitos entre homens e mulheres se desdobrou para repensar a sociedade e a história de diversas formas. De acordo com um relatório lançado anualmente no Fórum Econômico Mundial, no ritmo atual, o Brasil deve levar ainda 59 anos para acabar com a desigualdade de gênero. Por isso, ampliar o debate é necessário. Além de ser importante entender os conceitos usados para discutir o machismo e o movimento feminista.
Disponível em: <https://guiadoestudante.abril.com.br/estudo/glossario-feminismoentenda-termos-usados/ > Adaptado.
Neste sentido, sobre os termos mais utilizados pelo movimento, é incorreto o que se afirma em:
Objetificação: quando uma pessoa é reduzida à condição de objeto. No caso da objetificação feminina, a mulher é limitada à consideração da sua beleza física e de seus atributos sexuais. Dessa forma, sua existência como pessoa, como sujeito dotado de pensamentos e sentimentos, é anulada.
Patriarcado: sistema sociopolítico no qual o machismo se baseia. Nele, o gênero masculino e a heterossexualidade têm superioridade em relação a outros gêneros e orientações sexuais. Esse sistema histórico construiu uma base de privilégios para os homens.
Misoginia: é a discriminação de pessoas em razão do sexo biológico e/ou do gênero, considerando o papel social de cada gênero a partir de estereótipos comportamentais.
Feminicídio: define o assassinato de uma mulher por causa da discriminação e o menosprezo quanto à sua condição de gênero. Nesses casos, muitas vezes o homem considera a mulher sua propriedade (novamente, a objetificação), retirando dela direitos.
Sororidade: refere-se a uma aliança entre as mulheres para apoiarem-se mutuamente a fim de enfrentar os obstáculos impostos pelo patriarcado.