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No Brasil, o trabalho escravo é definido pelo Artigo 149 do Código Penal da seguinte maneira:
“Artigo 149. Reduzir alguém a condição análoga à de escravo, quer submetendo-o a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalhando, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto.”
Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del2848compilado.htm >.
Acesso em: 10 dez. 2017.
Nos últimos meses, o tema trabalho escravo contemporâneo tem sido assunto de acalorados debates no Brasil.
Analise o infográfico a seguir, produzido a partir de dados do governo em 2014.

Ministério do Trabalho e Emprego divulga números do trabalho escravo em 2014.
Disponível em: < http://www.ct-escoladacidade.org/contracondutas/reportagens/precarizacao-e-lucro-trabalho-degradante-na-construcao-civil-e-a-producao-e-consumo-da-cidade-neoliberal-ato-ii-e-iii/ >. Acesso em: 10 dez. 2017.
Com base nesse artigo do Código Penal e nesse infográfico, pode-se afirmar:
A quantidade de fiscalizações é proporcional ao número de trabalhadores em condição análoga à escravidão.
A região Norte do Brasil concentrou o maior número de fiscalizações de trabalho escravo em 2014.
O resgate de trabalhadores em condição análoga à escravidão se mostrou mais eficiente na região mais rica.
O trabalho análogo à escravidão tanto do passado quanto do presente se restringe às áreas rurais.
Complete a lacuna corretamente:
“O ministro Raul Jungmann anunciou no dia 28 de fevereiro de 2018 a nova equipe que vai compor o recém-criado __________________________. A primeira medida tomada após a criação da nova pasta foi à troca do comando da Polícia Federal. Entrou Rogério Galloro no lugar de Fernando Segovia, desgastado após dar declarações sobre inquérito que inclui o presidente Temer.”
(Fonte adaptada: g1.globo.com >acesso em 28 de fevereiro de 2018)
Ministério das Cidades.
Ministério da Segurança.
Ministério da Justiça.
Ministério Militar.
" 'Eu diria que nós temos indícios de que existe uma, digamos assim, uma aliança, um acordo entre os caminhoneiros autônomos e as distribuidoras e transportadoras. Isso é grave porque isso apresenta indícios de [uma prática] que é ilegal e não é permitido pela lei (sic)', afirmou o ministro Jungmann. Essa prática é o que acontece quando os patrões de um determinado setor se recusam a ceder aos trabalhadores os instrumentos para que eles desenvolvam seu trabalho, impedindo-os de exercer a atividade. Ou seja, agindo em razão dos próprios interesses, e não das reivindicações dos trabalhadores. A legislação impede a prática. O artigo 17 da lei 7.783 diz: 'Fica vedada a paralisação das atividades, por iniciativa do empregador, com o objetivo de frustrar negociação ou dificultar o atendimento de reivindicações dos respectivos empregados'. Segundo o ministro, no caso do movimento dos caminhoneiros, do qual participam autônomos (sem vínculo empregatício com transportadoras), é preciso apurar o interesse direto das empresas de forçar a redução do preço do diesel. O advogado João Tancredo, professor de Direito do Trabalho da pós-graduação na Universidade Cândido Mendes, diz que essa prática ocorre 'com base em princípios das empresas, interesses meramente econômicos e delas, e não no que se refere aos trabalhadores'."
Fonte: G1 em 25/05/2018. Disponível em <http://goo.gl/9ZPzrN>
Indique qual é a prática mencionada no excerto pelo ministro:
cartel
lobby
greve
locaute
O governo brasileiro confirmou que o gaúcho Jonatan Moisés Diniz, 31, preso em 27 de dezembro na Venezuela, foi libertado neste sábado (6 de janeiro) e voltou aos Estados Unidos depois de ser expulso do país caribenho. Ele havia sido capturado pelo Sebin (Serviço Bolivariano de Inteligência) e estava na prisão da sede da agência, em Caracas, conhecida por abrigar opositores ao regime.
(Folha de S.Paulo, 06.01.2018. Disponível em:<https://goo.gl/EgtdRF> . Adaptado)
Em relação ao episódio mencionado na notícia, é correto afirmar que
o brasileiro assegurou que sua prisão pelo governo da Venezuela foi planejada a fim de chamar atenção para as ações de sua ONG.
o incidente gerou uma crise diplomática entre os governos brasileiro e venezuelano, levando o Brasil a retirar o seu embaixador de Caracas.
a CIA teve participação no incidente, na medida em que alguns dos jovens presos com o brasileiro eram ligados ao serviço secreto dos EUA.
o esforço do governo brasileiro em prol de sua libertação da prisão foi pífio, já que ele era reconhecidamente culpado das denúncias a ele imputadas.
as afinidades entre os governos brasileiro e venezuelano facilitaram o contato com o objetivo de resolver o problema da prisão e da crise que a sucedeu.
Leia o texto a seguir.
Cesare Battisti continua refugiado no Brasil, mas os médicos cubanos que recorreram à justiça (são cerca de 150) para obter equiparação salarial e asilo não o conseguem, não só pela oposição do Ministério da Saúde, como pela insensibilidade de alguns juízes.
COSTA JÚNIOR, Irapuan. Brasil transferiu à ditadura de Cuba cerca de 4 bilhões de reais retirados dos médicos cubanos. Jornal Opção. Coluna Contraponto. Goiânia, 15 out. 2017. p. 21.
Cesare Battisti, citado no texto, é um
religioso argentino ameaçado de morte por denunciar crimes da ditadura militar.
militante comunista italiano acusado de assassinar quatro pessoas comuns.
político cubano exilado por fazer oposição à ditadura de Raul Castro.
sindicalista venezuelano contrário ao governo de Nicolás Maduro.
terrorista espanhol ligado a grupos separatistas da Catalunha.