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Devido ao princípio da independência plena do controle externo, é vedado a auditor de tribunal de contas considerar ou utilizar em seu planejamento os resultados de trabalhos produzidos pela unidade de auditoria interna da entidade fiscalizada, sob risco de anulação do parecer técnico por vício de parcialidade.
Certo
Errado
A atuação da controladoria interna deve observar a impessoalidade não apenas na análise dos atos administrativos, mas também na formulação de pareceres, recomendações e auditorias. Em situações em que o órgão de controle identifica indícios de favorecimento indireto decorrente de decisões administrativas reiteradas em benefício de um mesmo grupo econômico, a aplicação desse princípio exige
análise com critérios objetivos e método neutro.
substituição dos auditores quando houver conflito com decisões políticas.
parecer que considere o impacto econômico das atividades do grupo favorecido.
abertura de apuração concentrada em agentes previamente selecionados pela gestão.
O uso de IAG contribui para a imparcialidade do relatório de auditoria, pois, desde que treinadas com grandes volumes de dados, as ferramentas de inteligência artificial generativa não reproduzem tendências humanas discriminatórias, como racismo.
Certo
Errado
Em razão do princípio da independência, o auditor deve evitar que qualquer relação pessoal ou financeira prejudique sua objetividade na condução de auditorias.
Certo
Errado
A auditoria interna governamental deve alinhar-se a princípios como independência, objetividade, competência e sistematização, conforme estabelecido nas Normas Brasileiras de Auditoria do Setor Público e no referencial internacional. Com base nesses fundamentos, analise as assertivas a seguir:
I. A estruturação da auditoria interna sob autoridade administrativa do Executivo não invalida, por si, sua independência técnica, desde que estejam resguardadas a autonomia funcional e a imparcialidade dos pareceres.
II. A exigência de aprovação do plano anual de auditoria por gestor auditado fortalece a legitimidade do controle, garantindo maior aderência às metas estratégicas da própria gestão.
III. A participação ativa do auditor interno na formulação e implantação de controles administrativos compromete sua objetividade na posterior avaliação desses mesmos mecanismos.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Tal como a I, a II não está correta.
Somente III não está incorreta.
I e III não estão incorretas, e II não está correta.
Assim como I e II estão corretas, III também está.


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Durante a realização de uma auditoria nos contratos de uma secretaria municipal de infraestrutura, um auditor interno identifica evidências robustas que apontam para o direcionamento de uma licitação para beneficiar uma empresa específica, além de um superfaturamento significativo nos serviços prestados. Ao aprofundar a análise, o auditor constata que um gestor de alto escalão, com quem mantém uma relação de amizade de longa data, está diretamente envolvido na aprovação dos pagamentos irregulares. Ciente do impacto que a divulgação desses fatos poderia causar tanto para a carreira do gestor quanto para a estabilidade política da administração, o auditor se vê diante de um complexo dilema ético sobre como proceder. Considerando os princípios do Código de Ética que regem a conduta dos auditores internos, qual é a ação que reflete a devida aplicação dos preceitos de integridade e objetividade profissional?
O auditor deve conduzir seu trabalho com total imparcialidade, documentando de forma completa e precisa todas as evidências encontradas sobre o direcionamento e o superfaturamento. Seus relatórios devem apresentar os fatos de maneira objetiva, sem qualquer omissão ou atenuação decorrente de relações pessoais ou pressões internas, e devem ser comunicados aos níveis hierárquicos apropriados, conforme definido no estatuto de auditoria interna da entidade.
O auditor deve apresentar os achados no relatório, mas de forma generalizada, sem nominar os responsáveis ou detalhar o mecanismo da fraude. A abordagem seria a de apontar "fragilidades nos controles de licitação e pagamento" e recomendar melhorias genéricas, de modo a cumprir sua função formal sem expor diretamente o amigo e causar um confronto direto com a alta gestão.
O auditor deve priorizar a estabilidade da gestão e a continuidade dos serviços públicos, abordando o gestor de forma confidencial para alertá-lo sobre os achados. A recomendação seria a de regularizar a situação internamente e de forma discreta, evitando a formalização no relatório de auditoria para não gerar uma crise institucional, registrando o fato apenas em seus papéis de trabalho para acompanhamento futuro.
O auditor deve reconhecer o conflito de interesses e, devido à relação pessoal com o gestor envolvido, declarar-se suspeito para continuar com aquela auditoria específica. Ele deve solicitar formalmente ao seu superior hierárquico que designe outro profissional da equipe para reavaliar os achados e dar continuidade ao trabalho, abstendo-se de influenciar na nova análise.
A objetividade do auditor interno está garantida desde que ele não aceite presentes ou favores de terceiros, não sendo necessário se abster de avaliar atividades pelas quais foi responsável recentemente.
Certo
Errado
A independência é um princípio fundamental na auditoria interna, conforme as normas brasileiras e internacionais. Os auditores internos devem ser independentes das atividades que auditam para garantir a imparcialidade e a objetividade de suas avaliações. Isso envolve não ter interesses pessoais ou profissionais que possam influenciar seu julgamento.
Certo
Errado
Sobre normas relacionadas à independência e objetividade do auditor interno, avalie as afirmações abaixo como VERDADEIRAS ou FALSAS.
1. (__) A independência do auditor interno é comprometida quando ele realiza avaliações de áreas em que anteriormente exerceu funções de gestão.
2. (__) A objetividade do auditor interno implica que suas opiniões e conclusões podem ser influenciadas por interesses pessoais.
3.(__) Para garantir a objetividade, o auditor interno deve adotar uma abordagem baseada em fatos e evidências, utilizando métodos e técnicas de auditoria reconhecidos para coletar, analisar e interpretar informações de forma imparcial.
A sequência CORRETA é:
1.V, 2.F, 3.V;
1.F, 2.V, 3.F;
1.V, 2.V, 3.F;
1.V, 2.F, 3.F;
1.F, 2.V, 3.V.
Para que o órgão de auditoria e o auditor possam desempenhar bem sua missão, é essencial observar os princípios éticos e profissionais. Tais princípios devem ser assegurados tanto pelo órgão de auditoria, quanto pela atitude e comportamento do auditor.
São os Princípios Éticos e Profissionais:
Independência; Imparcialidade; Competência e capacidade profissional; Ceticismo e julgamento profissional.
Subjetividade; Zelo profissional; Uso de informações de terceiros; Sigilo.
Comportamento ético; Dependência de superiores e pares; Parcialidade; Subjetividade.
Objetividade; Competência e capacidade profissional; Convicção e julgamento profissional; Cortesia.
Parcialidade; Competência e capacidade profissional; Zelo profissional; Uso de informações de terceiros.


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Segundo as Normas Brasileiras de Auditoria do Setor Público (NBASP 100), o princípio que preconiza que os auditores devem ser imparciais em seus relatórios, bem como manter-se independentes, é conhecido como princípio
do comportamento de auditoria.
da habilidade das equipes.
do ceticismo profissional.
do julgamento e devido zelo.
da ética e independência.
Sobre os requisitos de independência e ética para a auditoria operacional, é correto afirmar que:
A independência na aparência refere-se à ausência de circunstâncias que possam levar uma parte interessada a duvidar da integridade ou objetividade do auditor.
A integridade e o ceticismo profissional não são relevantes para a independência do auditor, que deve focar apenas na independência na aparência.
A independência de fato é suficiente para garantir que o auditor possa realizar suas atividades sem influências externas, não sendo necessária a independência na aparência.
O auditor não precisa cumprir as ISSAI sobre independência e ética, desde que siga os procedimentos internos da EFS.
A Declaração do México e a GUID 9030 não fornecem orientações sobre a independência das EFS, e a ética deve ser tratada apenas na ISSAI 130.
São características necessárias de um auditor, exceto:
Ter uma atitude de independência e imparcialidade em relação ao elemento auditado;
Ser intuitivo, devendo realizar inferências acerca de situações inexplicadas ou obscuras;
Deter conhecimento técnico compatível com o exercício e estar constantemente em atualização;
Deve ser objetivo em suas análises, se apoiando em fatos e evidências.
Em relação às condições de impedimento para realização dos trabalhos de auditoria governamental, o auditor, em relação ao ente auditado,
I. não pode ter vínculo conjugal ou de parentesco consanguíneo em linha reta, sem limites de grau, em linha colateral até o 4° grau e por afinidade até o 3º grau, com administradores, gestores, membros de conselho, assessores, consultores, procuradores, acionistas, diretores, sócios ou com empregados que tenham ingerência na administração ou sejam responsáveis pela contabilidade, finanças ou demais áreas de decisão.
II. está impedido de manter relação de trabalho como servidor estatutário, contratado, empregado, administrador, diretor, membro de conselho, comissionado, função temporária, consultor ou colaborador assalariado, ainda que esta relação seja indireta, nos cinco últimos anos.
III. pode ter litígio com a entidade auditada, desde que não avalie a área de contingências da entidade.
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
I e II, apenas.
II, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.