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Vibrio cholerae é o agente causador da cólera. A toxina colérica ativa a produção de AMP cíclico por células da mucosa intestinal, que desencadeia reações metabólicas que levam à liberação de eletrólitos e água que causa diarréia.
Em infecções intestinais, além de EIECs, outras categorias de E. coli são conhecidas, como, por exemplo, as enterotoxigênicas (ETECs) e as enteropatogênicas (EPECs).
O agente causador da cólera é uma bactéria Gram-positiva, destituída de flagelo.
A figura abaixo mostra imagem compatível com Treponema pallidum, que pode ser visto em microscopia de campo escuro, embora tal método diagnóstico tenha baixa sensibilidade.

A modificação de bactérias por engenharia de DNA para síntese de uma proteína animal desejada pode trazer benefícios, tais como
V, V, V
F, V, V
V, V, F
F, F, V
F, V, F
Leptospira iceterohaemorrhagiae bactéria leptospirose
A célula do Vibrio cholerae, como toda célula eucariótica, possui uma membrana nuclear.
Tetraciclina e cloranfenicol são inibidores da síntese protéica bacteriana por ligação ao ribossomo.
S. aureus possui diversas toxinas como a alfa-toxina que causa citólise por formação de poros em membranas celulares.
Antraz é uma infecção causada pela bactéria Bacillus anthracis. Seus esporos podem ser usados em bioterrorismo.
A Neisseria gonorrhoeae e a N. meningitidis são os agentes da gonorréia e da meningite, respectivamente.
O Mycobacterium leprae é um parasita intracelular facultativo com afinidade por células hepáticas e células dos nervos periféricos.
Epidemias de cólera podem estar fortemente relacionadas à ausência de infra-estrutura urbana e ao baixo nível de renda da população.
O bacilo de Hansen pode ser transmitido por inalação e, após inalado, entra em contato com os macrófagos alveolares, que podem destruir o bacilo, isolá-lo ou permitir sua disseminação, dependendo da resistência do indivíduo.
Geralmente, quando cocos se dividem, podem dar origem a pares (diplococos), cadeias (estreptococos) ou cachos (estafilococos).
Existem diversas classes de antibióticos com variados mecanismos de ação. Por exemplo, antibacterianos betalactâmicos, como penicilinas, inibem a síntese da parede celular bacteriana.
A bactéria causadora da gonorréia tem formato esférico e é classificada morfologicamente como espiroqueta, diferentemente da bactéria causadora da sífilis, que é classificada morfologicamente como coco.
Betalactamases são enzimas produzidas por certas bactérias que hidrolisam antibióticos betalactâmicos, o que os torna ainda mais potentes.