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De acordo com a Resolução nº 085/2009, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), NÃO é considerado um objetivo da comunicação social no âmbito do Poder Judiciário:
Dar amplo conhecimento à sociedade das políticas públicas e programas do Poder Judiciário.
Estimular a participação da sociedade no debate e na formulação de políticas públicas que envolvam seus direitos.
Divulgar, de forma sistemática, os direitos do cidadão e os serviços colocados à sua disposição pelo Poder Judiciário.
Promover o Poder Judiciário junto à sociedade de modo a conscientizá-la sobre a missão exercida pela Magistratura.
Divulgar as atividades pessoais dos magistrados, em ações desvinculadas das atividades inerentes das funções do Poder Judiciário, a fim de alcançar visibilidade à Magistratura.
A regulamentação da profissão de jornalista no Brasil é um tema de grande relevância que vem sendo debatido há décadas. A atividade jornalística é essencial para a garantia do direito à informação e para o fortalecimento da democracia, já que o jornalismo atua como um dos pilares da fiscalização do poder público e da transparência. No entanto, a discussão sobre a regulamentação da profissão envolve questões complexas, como a exigência do diploma, a liberdade de expressão e o sigilo da fonte. Ao longo dos anos, decisões judiciais e mudanças legais influenciaram diretamente o exercício da profissão, resultando em controvérsias e mudanças significativas na prática jornalística. Esse panorama contextualiza a importância de analisar a regulamentação, seus impactos e os desafios enfrentados para garantir a proteção e o reconhecimento dos profissionais da área. A favor da desregulamentação da profissão, alega-se que o mercado não absorve todos os diplomados em jornalismo a cada ano, pois se acredita que o diploma não garante a competência do profissional. Afirma-se, também, que a ética que orienta a atuação profissional é a da empresa e não a da profissão e que a regulamentação limita a atuação de profissionais de outras áreas na mídia, como médicos, advogados e professores. A favor da regulamentação, argumenta-se que ela traz seriedade e profissionalismo para a profissão, postura ética, habilidade de escrita, criatividade e construção de competências específicas, como formação humanística e social. Sobre essa regulamentação, é correto afirmar que:
Em 1998, houve a concessão de uma liminar para uma ação civil pública que suspendeu a obrigatoriedade do diploma de jornalismo.
Em 2010, o STF, amparado pela Lei Geral de Telecomunicações – Lei nº 9.472, restituiu a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo.
Em 2006, o Tribunal Federal de São Paulo cassou a liminar de suspensão e restituiu a obrigatoriedade da formação superior para o exercício da profissão.
Em 2009, o Supremo Tribunal Federal revogou a obrigatoriedade do diploma superior em jornalismo com o argumento de que a medida foi tomada em virtude da liberdade de expressão.
Em 2018, a Medida Provisória nº 905, que institui o Contrato de Trabalho Verde e Amarelo, que altera a legislação trabalhista e dá outras providências, suspendeu a obrigatoriedade de registro profissional para as profissões de jornalismo e publicidade.
O Decreto-Lei nº 83.284, de 13 de março de 1979, dispõe sobre o exercício da profissão de jornalista. O artigo 11 classifica as funções desempenhadas pelos jornalistas como:
“I - Redator: aquele que, além das incumbências de redação comum, tem o encargo de redigir editoriais, crônicas ou comentários;
II - Noticiarista: aquele que tem o encargo de redigir matérias de caráter informativo, desprovidas de apreciações ou comentários, preparando-as ou redigindo-as para divulgação”
A partir do exposto acima, compreende-se o ofício do noticiarista como uma atividade de natureza técnica em que prevalece a enunciação “fiel” dos fatos nas “matérias de caráter informativo”. Já o redator se encarrega de gêneros jornalísticos que apresentam juízos de valor e que se notabilizam pelo uso de adjetivos, tópicos frasais e argumentação.
Imaginemos que um jornal diário vai abordar um assunto de repercussão nacional e há a premente necessidade de expressar opinião própria a respeito. Assim, o público-alvo da referida empresa jornalística poderá encontrar, em seção editorial específica, uma estrutura narrativa provida de apreciações ou comentários denominada:
editorial;
nota oficial;
comunicado;
contra-pauta;
página branca.
Considere a seguinte hipótese:
Um jornalista foi punido por exercer uma atividade que é privativa de profissionais de Relações Públicas. O trabalho executado que não pertence legalmente aos seus afazeres profissionais, de acordo com a legislação vigente, é o seguinte:
ensino de disciplina com conteúdo na área de Comunicação Social.
produção e edição de imagens fotográficas para veiculação em mídias digitais.
produção de boletins e similares para público interno.
redação de discurso para ser lido pelo presidente da empresa em que trabalha.
coordenação e planejamento de pesquisas de opinião pública, para fins institucionais.
O decreto nº 83.284/1979, regulamenta a profissão de jornalista em todo o território brasileiro. O seu artigo 11 classifica as várias funções jornalísticas, entre elas:
I. "além das incumbências de redação comum, tem o encargo de redigir editoriais, crônicas ou comentários;"
II. "tem o encargo de redigir matérias de caráter informativo, desprovidas de apreciações ou comentários, preparando-as ou redigindo-as para divulgação;"
III. "cumpre a determinação de colher notícias ou informações, preparando ou redigindo matéria para divulgação;"
IV. "tem o encargo de colher notícias ou informações sobre assuntos predeterminados, preparando-as ou redigindo-as para divulgação".
Respectivamente, essas são as funções de
noticiarista - redator - repórter de setor - repórter
redator - repórter - repórter de setor - noticiarista
redator - noticiarista - repórter - repórter de setor
redator - repórter - noticiarista - repórter de setor
noticiarista - repórter de setor - repórter - redator
No Brasil, não é obrigatória a formação superior específica em Jornalismo para trabalhar em veículos de imprensa.
Essa norma foi determinada pelo(a):
Senado;
Câmara Federal;
Presidência da República;
Supremo Tribunal Federal;
Superior Tribunal de Justiça.
De acordo com o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, aprovado em 2007 pela Federação Nacional dos Jornalistas, é assegurado ao(à) jornalista o direito de:
firmar contratos com valores abaixo do piso salarial
divulgar informações, ainda que coloque suas fontes em risco
publicar informações em troca de vantagens econômicas
resguardar o sigilo de suas fontes
Considerando o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, é vedado aos profissionais:
Impedir a manifestação de opiniões divergentes ou o livre debate de ideias.
Respeitar o direito à intimidade, à privacidade, à honra e à imagem do cidadão.
Combater e denunciar todas as formas de corrupção, em especial quando exercidas com o objetivo de controlar a informação.
Opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Em relação às funções desempenhadas pelos jornalistas no exercício da profissão, o Artigo 11 do Decreto no 83.284, de 13 de março de 1979, dispõe:
I. Redator: aquele que, além das incumbências de redação comum, tem o encargo de redigir editoriais, crônicas ou comentários.
II. Repórter de Setor: aquele que tem o encargo de colher notícias ou informações sobre assuntos predeterminados, preparando-as ou redigindo-as para divulgação.
III. Arquivista-Pesquisador: aquele que tem a incumbência de organizar o arquivo redatorial e registrar fotograficamente quaisquer fatos ou assuntos de interesse jornalístico.
IV. Rádio Repórter: aquele a quem cabe a difusão oral de acontecimento ou entrevista pelo rádio ou pela televisão, no instante ou no local em que ocorram, assim como o comentário ou crônica, pelos mesmos veículos.
Está correto o que se afirma APENAS em
I e II.
I, II e III.
II, III e IV.
I, III e IV.
I, II e IV.
De acordo com o Art. 2º do Decreto nº 83.284, de 13 de março de 1979, a profissão de Jornalista compreende, privativamente, o exercício habitual e remunerado de qualquer das seguintes atividades, exceto:
Revisão de originais de matéria jornalística, com vistas à correção redacional e à adequação da linguagem.
Entrevista, inquérito ou reportagem, escrita ou falada.
Redação, condensação, titulação, interpretação correção ou coordenação de matéria a ser divulgada, contenha ou não comentário.
Comentário ou crônica, por meio de quaisquer veículos de comunicação.
O exercício da profissão de jornalista é subordinado ao Código de Ética dos Jornalistas, que apresenta normas de conduta que estabelecem princípios éticos norteadores para o exercício da profissão. Com base nesses princípios, é correta a seguinte assertiva:
O profissional de jornalismo deve exercer atividades de natureza social e de finalidade pública seguindo os princípios do código de ética, defendendo o livre exercício da profissão e a liberdade de expressão.
Para defender a linha editorial da empresa onde trabalha, o jornalista pode submeter-se a diretrizes contrárias à precisa apuração dos fatos e à correta divulgação da informação.
Em prol da imparcialidade jornalística, o jornalista pode concordar com práticas de perseguição ou discriminação por motivos políticos, religiosos, raciais, de sexo ou de orientação sexual.
O principal compromisso do jornalista é com a empresa onde trabalha, tendo o dever de defender seus interesses, preservar a imagem e assumir as responsabilidades editoriais pelas informações divulgadas.
O jornalista pode realizar cobertura jornalística para o veículo em que trabalha sobre organizações públicas, privadas ou nãogovernamentais, das quais seja assessor ou prestador de serviço, defendendo os interesses dessas instituições.
Os artigos 4º e 5º do decreto 83.284/1979 estabelecem os requerimentos para a obtenção do registro para o exercício do jornalismo. Sobre tais requerimentos, é CORRETO afirmar que:
I– É exigida nacionalidade brasileira.
II– O requerente não pode estar denunciado ou condenado por crime.
III– O profissional deve ter diploma com habilitação em Jornalismo, por estabelecimento reconhecido por lei.
IV– O profissional pode receber registro profissional sem diploma como provisionado, desde que não exija piso salarial da categoria.
Somente as afirmativas I e III estão corretas.
Somente as afirmativas II, III e IV estão corretas.
Somente as afirmativas I, II e III estão corretas.
Todas as afirmativas estão corretas.
O decreto 83.284/1979, que trata da regulamentação do Jornalismo, estabelece que o exercício da profissão de jornalista é livre em todo o território nacional, dentro das condições estabelecidas. É considerado jornalista, de acordo com o documento, o profissional que exerce as seguintes atividades:
I– Redação, interpretação, correção ou coordenação de matéria.
II– Entrevista, reportagem, comentário ou crônica.
III– Assessoria de imprensa nos serviços público e privado.
IV– Ensino de técnicas de jornalismo.
V– Execução de desenhos de caráter jornalístico.
Somente as afirmativas I, II, III e IV estão corretas.
Somente as afirmativas I, II, IV e V estão corretas.
Somente as afirmativas II, III e IV estão corretas.
Somente as afirmativas II, IV e V estão corretas.
O Decreto nº. 83284, de 13 de março de 1979, dá nova regulamentação ao Decreto-Lei nº. 972, de 17 de outubro de 1969, que dispõe sobre o exercício da profissão de jornalista, em decorrência das alterações introduzidas pela Lei nº. 6.612, de 7 de dezembro de 1978. Assim, leia atentamente as afirmativas abaixo e dê valores VERDADEIRO (V) ou FALSO (F).
( ) O Artigo 1º delineia que, é livre, em todo o território nacional, o exercício da profissão de jornalista, aos que satisfazerem as condições estabelecidas neste decreto.
( ) O Artigo 3º, considera-se empresa jornalística, para os efeitos deste Decreto-Lei, aquela que tenha como atividade a edição de jornal ou revista, ou a distribuição de noticiário, com funcionamento efetivo idoneidade financeira e registro legal.
( ) Já o artigo 5º diz que o Ministério do Trabalho concederá, desde que satisfeitas as exigências deste decreto, registro especial ao colaborador, assim entendido aquele que, mediante remuneração e sem relação de emprego, produz trabalho de natureza técnica, cientifica ou cultural, relacionado com a sua especialização, para ser divulgado com o nome e qualificação do autor.
( ) No artigo 6º, as funções desempenhadas pelos jornalistas profissionais, como empregados, serão assim classificadas: redator, noticiaristas, repórter, rádio repórter, arquivista-pesquisador, revisor, ilustrador, repórter-fotográfico, repórter-cinematográfico e diagramador.
( ) No artigo 9º, parágrafo único, os sindicatos de jornalistas não poderão reclamar o estabelecimento de critérios, e remuneração adicional pela divulgação de trabalho produzido por jornalistas em mais de um veículo de comunicação coletiva.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de cima para baixo.
V, V, V, V, F
V, F, V, F, V
V, V, F, V, F
F, V, F, V, V
F, V, V, V, V
Quanto aos deveres essenciais do jornalista na coleta de dados, redação e comentários dos acontecimentos, constantes da Declaração dos Deveres e Direitos dos Jornalistas adotada em Munique, em 1971, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) Comprometer-se a respeitar restritamente a vida pública das pessoas.
( ) Receber benefícios não pecuniários em razão da publicação ou da omissão de uma informação.
( ) Retificar informações publicadas que se mostrem inexatas.
( ) Não confundir a profissão de jornalista com a de publicitário ou profissional de marketing.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
V V F F.
F V F V.
V F F V.
F F V V.
Os jornalistas têm atuado na elaboração de planos de comunicação para empresas e organizações.
Em termos ideais, esses planos devem:
Privilegiar uma comunicação eficiente junto à imprensa e estabelecer uma interlocução ética e responsável com os diversos públicos de uma empresa ou organização.
Organizar o exercício habitual e remunerado das atividades de redação, condensação, correção, interpretação, publicação e disseminação de matérias a serem divulgadas.
Pensar estratégias que atuem de forma ativa e preventiva no controle e monitoramento de informações que revelem situações pouco éticas dentro de uma empresa.
Definir uma agenda de atuação no setor de comunicação da empresa em que dados e informações negativos sejam suprimidos para preservação da imagem junto aos clientes.
Traçar as diretrizes para alcançar a empatia dos jornalistas que atuam nas empresas de comunicação, incluindo a distribuição sistemática de benefícios diversos.
“A questão da responsabilidade social parece ser algo consagrado no meio jornalístico. A expressão, que carrega força e impacto, é comumente usada como bordão de campanhas institucionais e/ou mercadológicas de empresas de comunicação.”
Fonte: LJUIM, 2009.
Sobre a conduta profissional do jornalista, pode-se afirmar:
O exercício da profissão de jornalista é uma atividade de natureza social, estando sempre subordinado ao presente Código de Ética.
O compromisso fundamental do jornalista prescinde a busca pela verdade no relato dos fatos, razão pela qual ele deve pautar seu trabalho pela apuração e pela sua divulgação.
O jornalista em tempos de internet deve divulgar a fonte por ter um compromisso maior com a responsabilização da informação.
O jornalista deve divulgar os fatos e as informações de interesse particular, no intuito de não censurar os fatos públicos diante de seus atores sociais.
O Decreto nº 83.284/1979, que regulamenta o exercício da profissão de jornalista, prevê textualmente as várias funções que devem ser desempenhadas por esse profissional. Entre elas, está aquela “que tem o encargo de colher notícias ou informações sobre assuntos predeterminados preparando-as ou redigindo-as para divulgação”. Essa é a descrição do
redator.
repórter.
repórter de setor.
noticiarista.
rádio repórter
Qual alternativa abaixo representa a responsabilidade profissional do jornalista?
É responsabilidade do jornalista toda a informação que divulga, desde que seu trabalho tenha sido alterado por terceiros, caso em que a responsabilidade pela alteração será de seu autor.
A presunção de inocência não é um dos fundamentos da atividade jornalística.
A opinião manifestada em meios de informação não deve ser exercida com responsabilidade.
O jornalista não pode divulgar informações visando o interesse pessoal ou buscando vantagem econômica.