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“Na mídia social, os anúncios não podem interromper de forma abrupta os usuários enquanto estão consumindo conteúdo.” (KOTLER; KARTAJAYA; SETIAWAN, 2017). Os anúncios em vídeos do YouTube, por exemplo, podem ser descartados caso desagradem ao espectador e têm a denominação de:
Pop-ups.
TrueView.
Rich media.
Canvas.
Banner.
Existem quatro categorias de programas de TV, quando levamos em consideração o modelo de produção. Assinale a alternativa que nomeia corretamente essas categorias.
Programa ao vivo, pré-gravado, em estúdio ou em externa.
Programa ao vivo, pré-gravado, de auditório ou esportivo.
Programa ao vivo, pré-gravado, aberto ao público ou fechado ao público.
Programa fechado ao público, aberto ao público, esportivo ou cultural.
Programa com roteiro aberto, fechado, híbrido ou sem roteiro.
A introdução de técnicas de administração nas redações tem suas facetas anedóticas. Administradores adotam cenários de gestão de conflitos. Adoram exposições elaboradas, com slides ou programas em datashow em que as pessoas vendem ideias. Tendem a programar esses eventos como se fossem a coisa mais importante do mundo – e a adotá-los em substituição à efetiva e honesta troca de opiniões no dia a dia. A reunião editorial ou de pauta não é o lugar adequado para se tratar de formação de quadros, critica do produto ou reflexões sobre políticas de longo prazo e as razões são várias. (LAGE, 2001). Analise as afirmativas abaixo.
I. A reunião de pauta é executiva, voltada para algo que ainda não se produziu, e a atitude necessária contrasta com aquela que se espera nas avaliações e planejamentos institucionais.
II. Jornalistas têm responsabilidade plena pelo que fazem, de modo que as críticas e análises os atingem pessoalmente, tendendo a levá-los a posições defensivas.
III. Editores, repórteres e redatores são mais que gerentes de produto e devem ser criadores do produto e, portanto, seu espaço é a redação, não a sala de reuniões.
Assinale a alternativa correta.
Apenas as afirmativas I e II estão corretas
Apenas as afirmativas I e III estão corretas
Apenas as afirmativas II e III estão corretas
As afirmativas I, II e III estão corretas
Sobre a exposição da imagem de fontes no jornalismo, é correto afirmar:
É permitido o livre uso de câmeras escondidas e microfones ocultos para obter informações sobre a fonte.
O jornalista não pode expor pessoas ameaçadas ou sob risco de vida, portanto não pode haver identificação dessas fontes, nem mesmo parcial.
O jornalista não pode resguardar o sigilo da fonte, todas devem ser identificadas.
Não há como evitar a exposição de imagens mórbidas nas coberturas de acidentes e crimes, portanto elas são permitidas, nesses casos.
O respeito à intimidade, à privacidade e à imagem estão em segundo plano diante do interesse público.
Considere o trecho a seguir:
Na incansável missão de provar que o nosso planeta é plano, os chamados terraplanistas estão planejando um encontro em Cólon, na Argentina, em que contarão com conferência de imprensa, palestras e workshops. Entretanto, a reunião está causando ainda mais polêmica por ser realizada em um espaço do governo argentino.
No dia 20 de fevereiro, a cidade anunciou em sua página do Facebook que o Lago y Complejo Polideportivo Municipal seria sede do 1o Encontro Nacional e Internacional de Terraplanistas, evento que teria participação de pessoas de países como Chile, Espanha e Estados Unidos.
O apoio fez com que o município recebesse críticas, como da Associação Argentina de Astronomia, que reclamou e confirmou que sem dúvida o planeta é uma esfera. O grupo emitiu um comunicado expressando sua "profunda preocupação" pelo encontro de terraplanistas. "A promoção de instituições públicas reivindicando atividades de ideias claramente errôneas e descartadas há séculos, como a Terra ser plana, é inaceitável", disse o grupo. "Ainda mais no contexto de subfinanciamento que atualmente está sofrendo todo o aparato científico e tecnológico do país."
(Site da revista Galileu, 1/3/2019. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/So0ciedade/noticia/2019/03/convencao-de-terraplanistas-causa-polemica-na-argentina.html>
O fato jornalístico em torno do qual se construiu essa notícia é
o interesse dos cidadãos em conhecer um ponto de vista válido para se contrapor à ciência hegemônica.
a obstrução do debate público por pressão de cientistas contra uma hipótese válida e desvalorizada pela academia.
a descoberta de que a Terra, de fato, é plana, motivo pelo qual eventos são realizados, gerando resistência dos cientistas que querem impedir a mudança de paradigma.
a importância da divulgação das diferentes opiniões, mesmo que contestem o conhecimento científico hegemônico.
a conturbação política e científica gerada por pessoas que defendem hipóteses falsas, reivindicando a mesma validade de conhecimento científico.
O Diretor de Pesquisas do IBGE notou que os servidores de sua equipe estão desestimulados, o que está atrapalhando o cumprimento de metas do setor. Eles também desconhecem notícias importantes sobre o IBGE que são veiculadas na mídia e, devido à falta de comunicação interna, muitas vezes, realizam um serviço que já foi feito. Preocupado, o Diretor procurou a assessoria de comunicação do Instituto e solicitou que fossem desenvolvidas estratégias para solucionar os problemas. Entre as estratégias que podem ser desenvolvidas pela assessoria, está
a orientação ao Diretor para que procure o departamento de Recursos Humanos do IBGE, que é o setor responsável pelo desempenho dos servidores e pelo engajamento destes no ambiente organizacional.
o desenvolvimento de marketing de conteúdo interno e de canais de comunicação capazes de incluir os servidores na cultura e nos objetivos do setor de pesquisas do IBGE, como criação de newsletter e de um e-mail ou um grupo de WhatsApp. Para isso, é preciso que a área de comunicação interna trabalhe lado a lado com o setor de recursos humanos e com os gestores.
a contratação de uma agência de publicidade para o desenvolvimento de uma campanha, com veiculação nas emissoras de rádio e televisão, que consiga transmitir ao grande público as iniciativas que o IBGE desenvolve para valorizar seus servidores.
o bloqueio do acesso dos servidores às redes sociais como Facebook e Instagram nos computadores do IBGE para que não haja conversas, posts inapropriados e estímulo a reclamações. Esse bloqueio permitirá maior foco nas rotinas produtivas do departamento de pesquisas.
Como estratégia prioritária, desenvolver um release informando à grande imprensa que o IBGE desenvolverá um sistema permanente de avaliação de seus funcionários como forma de combater o desestímulo no ambiente laboral e as baixas performances dos servidores.
De maneira geral, ao ler, ouvir ou assistir um relato jornalístico, o consumidor de notícias acredita que, por trás da ação profissional, há uma preocupação com regras, normas que dão espaço e respaldo à liberdade de imprensa, mas que impõem limites à liberdade de expressão, visto que esta última tem uma barreira maior: o respeito à pessoa. A sociedade acredita que o produto jornalístico não é uma criação aleatória, ficção, que as vozes são reais, que o relato é um fragmento preciso e correto da realidade; e que o jornalista usa sua capacidade técnica para reconstruir uma história da maneira mais fiel e responsável.
HOHLFELDT, Antonio Carlos. GLOSANDO A OBRA PIONEIRA DE HANS MAGNUS ENZENSBERGER. Revista Observatório, [s.l.], v. 4, n. 3, p.726-758, 29 abr. 2018.
Com base no texto acima, analise as afirmativas a seguir:
I. O jornalista deve exercer sua profissão de maneira ética, preocupando-se de que modo a notícia será interpretada.
II. Os fatos devem ser comunicados à sociedade sem impedimentos de qualquer tipo.
III. Existe credibilidade em relação ao conteúdo jornalístico por parte dos consumidores de notícias.
Assinale
se apenas a afirmativa I estiver correta.
se apenas a afirmativa II estiver correta.
se apenas a afirmativa III estiver correta.
se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas.
se apenas as afirmativas I e III estiverem corretas.
“O relato jornalístico não é um ato de descrever ou dizer de forma direta, determinada e precisa um fato empírico acontecido no mundo exterior, mas é um ato de apresentação de uma realidade que se constitui inclusive com a participação ativa do leitor (...) mas isso não equivale a dizer que imprensa mente, inventa ou diz inverdades. Significa apenas que os nossos discursos são condicionados pelos limites de nossos modos de dizer, ou seja, são construções do mundo dentro de certos limites impostos pelos nossos jogos de linguagem.”
(CORREIA, J. C. “A verdade, a objectividade e a “seriedade” dos enunciados jornalísticos”, in Teoria e Crítica do Discurso Noticioso. LabCom, 2009, p. 22)
De acordo com o texto dado é CORRETO afirmar que:
I– Nunca há uma descrição completa da realidade senão muitas, todas diferentes. Portanto, cada texto pode trazer uma verdade em si, mas nunca uma verdade absoluta.
II– O autor refuta a condição de imparcialidade no jornalismo, pois cada relato de um fato, ainda que comprometido com a realidade, é narrado segundo os critérios e as características de seu autor.
III– No jornalismo, a verdade passa por uma reconstrução, que permite contextualizar os fatos, procurar as suas causas e apresentá-los na sua coerência.
Somente a afirmativa I está correta.
Somente as afirmativas I e III estão corretas.
Somente as afirmativas II e III estão corretas.
Todas as afirmativas estão corretas.
O público é formado por um grupo de pessoas que pensam e refletem sobre os problemas colocados na discussão pública, o que pressupõe uma ação racional, diferente da multidão e da massa, que agem impulsivamente. (ANDRADE, 1989, p. 37)
I. Conceitualmente, público é um grupo de pessoas aptas a pensarem e refletirem sobre temas e questões que venham a público para serem tratados ou discutidos pela coletividade, sendo o ato e a capacidade de reflexão o que diferencia esse conceito sobretudo do conceito de massa, via de regra inapta à reflexão coletivamente.
PORQUE
II. As massas costumam agir de modo calculado, com frieza e sem sofrer nenhum tipo de manipulação ou viés emocional, sendo a reflexão a sua maior característica.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições falsas.
Entre os gêneros de redação, o que é distribuído para a imprensa, algumas vezes até de forma paga, divulgando um posicionamento da empresa/organização diante de um fato urgente, caracterizado como hardnews, com objetividade e clareza, e reduzindo as chances de boatos e ruídos na comunicação, é o(a)
informativo.
release.
carta.
relatório.
comunicado.
O espelho do telejornal deve conter as seguintes informações:
As retrancas dos VTs, os textos das matérias, o tempo de cada matéria, créditos dos repórteres e cinegrafistas.
A ordem de exibição das matérias, as retrancas dos VTs, o tempo (a duração) de cada matéria, o tempo das cabeças, os blocos do telejornal.
As retrancas dos VTs, a ordem sequencial das matérias, os créditos dos produtores, repórteres, cinegrafistas e entrevistados.
A escalada, as cabeças dos VTs, os textos das matérias e seus respectivos créditos.
Os offs das matérias, as sonoras, os créditos do VT e as notas cobertas
A entrevista em vídeo tem o poder de transmitir o que o jornalismo impresso e radiofônico nem sempre consegue: a exposição da intimidade do entrevistado. Assinale a opção correta de acordo com as orientações para a entrevista propostas por Barbeiro e Lima (2013).
"Como o senhor está vendo isso?" É um tipo de muleta que deve ser estimulada para se fazer uma boa entrevista.
A vantagem da entrevista ao vivo é que as falhas podem ser revistas pelas partes ou pelo editor.
Entrevista é o mesmo que debate. Portanto, é desejável incentivar um bate-boca visando à compreensão do público.
Boas entrevistas são feitas necessariamente por jornalistas. A internet e o rádio têm vários exemplos de sucesso.
Nas entrevistas coletivas improvisadas, a prioridade nem sempre é fazer perguntas.
Para Jorge (2012), qual dos tipos abaixo é a entrevista verdadeira, na qual, por diversas vezes, é preciso "tricotar" um pouco com o entrevistado para fazê-lo relaxar?
Entrevista-rito
Entrevista ocasional
Entrevista conceitual
Entrevista-diálogo
Entrevista pingue-pongue
Existem algumas funções-chave nas redações de emissoras de televisão: trata-se de profissionais fundamentais para o bom funcionamento do telejornalismo. Segundo Barbeiro e Lima (2013), assinale a opção correta sobre essas funções.
O editor-chefe de um telejornal é o responsável pela linha editorial do programa. Sobre esse profissional despencam problemas.
O chefe do jornalismo participa do processo de produção das notícias, discutindo a pauta e sugerindo entrevistados.
O chefe de reportagem é o "amortecedor" entre os interesses da empresa e os interesses sociais da notícia.
O repórter procura conciliar a liberdade de expressão e os interesses econômicos e políticos da empresa.
O secretário de redação negocia com a empresa os casos de conflito entre as áreas comercial e de jornalismo.
No livro Cultura da Convergência (2008), Henry Jenkins propõe um conceito para definir as transformações tecnológicas, mercadológicas, culturais e sociais percebidas no cenário contemporâneo dos meios de comunicação. Sobre o conceito de convergência proposto pelo autor, é correta a seguinte afirmação:
Fundamenta-se em uma perspectiva tecnológica, com base na reconfiguração dos meios tradicionais e suas novas formas de comunicação que alteram o perfil do consumidor.
Refere-se ao ambiente criado de forma virtual, graças a uma grande infraestrutura técnica na área de telecomunicação, através do uso dos meios de comunicação modernos, em especial, a internet, promovendo a interação entre diferentes veículos.
É pautado pelo determinismo tecnológico e refere-se ao comportamento e ao potencial interativo do consumidor em sua relação com novos meios e múltiplas telas.
Fundamenta-se em uma perspectiva culturalista e refere-se ao paradigma configurado para representar a mente dos consumidores individuais, o que pode ser percebido em suas interações sociais, nas formas de consumo e nas relações dos usuários com a tecnologia contemporânea.
É pautada pelo determinismo tecnológico, considerando a relação do consumidor com as novas tecnologias.
Analise as seguintes afirmativas sobre o hipertexto no jornalismo digital e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O hipertexto tem crescimento orgânico caótico, que não precisa seguir uma hierarquia de informação.
( ) Para compreender o hipertexto, um dos melhores arquétipos é a ideia de rizoma, que envolve características como unidade e objetividade.
( ) O hipertexto é um conjunto de nós de significações interligados por conexões entre, por exemplo, palavras, páginas, fotografias, imagens e gráficos.
( ) A linguagem do hipertexto tornou-se o espaço discursivo capaz de elaborar diretrizes orientadoras para o processo da comunicação global ou contemporâneo.
Assinale a sequência correta.
F F V F
F V F V
V F F F
V F V V
Assinale a abertura de matéria redigida no formato de “nariz de cera”:
O ex-baixista do Ramones, C. J. Ramone, desmaiou no palco do Teatro Odisseia na madrugada desta quinta-feira (15), no Rio de Janeiro. O artista ficou desacordado por aproximadamente cinco minutos e a apresentação foi cancelada.
(uol.com.br)
A justiça espanhola condenou à prisão perpétua o brasileiro François Patrick Nogueira Gouveia, que admitiu ter matado dois tios e dois primos em 2016 na cidade de Pioz. A sentença foi lida nesta quinta-feira (15) pela juíza Maria Elena Mayor Rodrigo, do tribunal de Guadalajara.
(g1.globo.com)
Um grupo de 196 médicos retornou nesta quinta-feira a Cuba após três anos de trabalho no Brasil, os primeiros após o anúncio de Havana de sair do programa Mais Médicos devido a críticas do presidente eleito Jair Bolsonaro.
(www.jb.com.br)
Sabe o japa símbolo da Operação Lava Jato, aquele que virou marchinha e máscara de carnaval. Pois é, chegou sua vez de virar réu. Em Curitiba, na manhã desta terça-feira(7), o policial federal Newton Ishii foi condenado pelo crime de facilitação de contrabando.
(www.pautar.com.br)
A juíza Gabriela Hardt, que substituiu Sérgio Moro no interrogatório do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira (14), advertiu o ex-presidente logo no início da sessão, após o petista questionar se era ou não dono do sítio de Atibaia.
(www.oglobo.globo.com)
O Manual de Redação e Estilo, do jornal O Estado de S. Paulo, recomenda que os seus jornalistas evitem “o uso de muletas nos títulos....como recurso para ganhar alguns sinais” para preencher os espaços gráficos a eles destinados. Assinale a alternativa de título que foi construído com “muleta”:
Com o fim das parcerias, os médicos cubanos já começam a deixar o Brasil no dia 25.
(uol.com.br. Adaptado)
Marginal em São Paulo tem pista fechada por tempo indeterminado.
(uol.com.br. Adaptado)
Guedes promete dividir com Estados recursos de megaleilão.
(adaptado: estado.com.br)
BNDES: atrasos de Venezuela e Cuba impactam inadimplência.
(estado.com.br. Adaptado)
Glenda Kozlowski será aparesentadora do SporTV.
(o globo.globo.com. Adaptado)
O Código Q é adotado internacionalmente por Forças Armadas e trata-se de uma coleção padronizada de três letras, todas começando com a letra "Q", inicialmente desenvolvida para comunicação radiotelegráfica comercial, e posteriormente adotada por outros serviços de rádios. Apesar de os códigos Q terem sido criados quando o rádio usava apenas o código Morse, eles continuaram a ser empregados depois da introdução das transmissões por voz.
O Código Q correto para a informação” Cancele a mensagem”, é o:
QSB.
QRK.
QTA.
QSP.
QAP.
Segundo a “Classificação Marques de Melo”, fundamentada em observações empíricas do jornalismo brasileiro no período de 2002 a 2007 (MARQUES DE MELO, José. Jornalismo: compreensão e reinvenção. São Paulo: Saraiva, 2009), os seguintes formatos jornalísticos pertencem ao gênero interpretativo:
Indicador, Cotação, Roteiro, Serviço.
Editorial, Comentário, Artigo, Resenha, Coluna, Caricatura, Carta, Crônica.
Análise, Perfil, Enquete, Cronologia e Dossiê.
Nota, Notícia, Reportagem, Entrevista.
História de interesse humano, História colorida.