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O advento da televisão, na década de 1950, contribuiu para a massificação dos públicos e para o avanço no sentido da concentração industrial dos meios de comunicação de massa, tanto do ponto de vista administrativo quanto do ponto de vista da produção da mensagem.
Entendida como um somatório de características que a um só tempo identificam e diferenciam os homens, a cultura do último século foi assimilada a uma "comunicação de massa".
Isto ocorreu pelas razões a seguir:
pelo elevado grau de envolvimento desta novel modalidade de comunicação com as chamadas indústrias da cultura, que recorrem a spots publicitários para forçar a venda de um sem-número de produtos massivos de rápida obsolescência;
ela difusão imediata de mensagens midiáticas elaboradas com finalidade comercial, que devem atingir e impactar um público massificado, ocupando sua atenção, despertando seu interesse e o conduzindo para fora de suas áreas de origem;
pelo volume de formas institucionalizadas de produção e disseminação de mensagens públicas, que operam em larga escala e atuam por meio de complexas formas de mediação, tais como as que realizam o jornal, o cinema, o rádio e a televisão;
pelo virtualmente incontável número de indivíduos que a ela aderem, sendo então considerados parte constitutiva de uma totalidade homogênea e nivelada por padrões conservadores de consumo de bens simbólicos, assim como de mensagens midiais;
pela sobredeterminação de vínculos a veículos como a revista, o rádio e a TV em conceber, elaborar, apresentar e promover, de modo maciço, produtos massivos e idéias massificadas, destinando-os ao consumo de milhares de indivíduos.
Nesta mesma obra, Sidnei Basile compara a divulgação de um comercial de televisão em uma rede nacional com a inserção de um anúncio em uma publicação de economia e negócios.
Segundo o autor:
o custo de investimento em propaganda nos canais abertos de TV é, em termos absolutos, muito mais barato do que nos veículos econômicos;
na publicação especializada em assuntos de economia, a adequação do público ao meio de comunicação é infinitamente maior que na TV;
na mídia televisiva, a dispersão do investimento publicitário costuma ser proporcionalmente menor que na imprensa econômica;
a publicidade em canais de TV aberta é a forma mais certeira de atingir os tomadores de decisões referentes a investimento e consumo;
na mídia especializada, a quantidade de pessoas atingidas por um anúncio faz cair o custo proporcional da inserção publicitária.
Apesar de ser oriundo de veículo oficial, o texto acima apresenta conteúdo jornalístico relevante, no sentido de que se reporta a um fato da agenda da mídia da época em que foi noticiado.
As novas mídias sofreram grande interferência do grupo dos sete países mais industrializados (G7). Reunidos em Bruxelas, em fevereiro de 1995, eles decidiram sobre a necessidade imperiosa de regulamentação dos serviços de telecomunicação.
Entre o real e o virtual, predomina, hoje, a tendência à convergência das mídias. Segundo os especialistas atuais, em qual dos meios abaixo essa convergência se dará?
Computador.
Cinema.
Jornal.
Rádio.
Televisão.
No mundo atual, as celebridades tornaram-se relevante foco das atenções da mídia. O fim do casamento do jogador Ronaldinho com a modelo Daniela Cicarelli, amplamente divulgado pela mídia, é um exemplo de que o público atual se interessa pela vida privada das pessoas famosas.
Durante a montagem da página mostrada acima, para que o texto mantenha a sua formatação, independentemente das configurações dos equipamentos dos usuários, o designer deve optar por preservar a diagramação da página e especificar que a coluna da direita mantenha sempre o mesmo percentual em relação à largura total da página.
O fenômeno referido acima é uma ameaça à liberdade de expressão, por não passar de um comercialismo egoísta disfarçado de jornalismo.
O volume de informações emitido por parte da mídia pode provocar a chamada disfunção narcotizante e contribuir para a apatia social.
Durante o regime militar, a televisão contribuiu com a política econômica do governo ao exercer o papel de difusora de bens duráveis e não-duráveis via publicidade, evitando, contudo, divulgar propaganda ideológica do regime.
Atualmente, os pesquisadores estão mais atentos aos modos como os destinatários das mensagens de um sistema midiático onipresente estruturam suas concepções da realidade social.
No Brasil, desde o fortalecimento dos Diários Associados e, depois, da Rede Globo, a mídia se estrutura nos moldes de oligopólio, que se caracteriza pela concentração vertical, quando integra as diferentes etapas da cadeia de produção e distribuição; pela concentração horizontal, quando concentra vários veículos de uma mesma área do setor; pela propriedade cruzada, quando o mesmo grupo controla diferentes tipos de mídia.
Certo
Errado
Cada jornal, revista ou outra mídia impressa, por meio da paginação, define sua própria personalidade.
O que são meios de comunicação?
Meios de comunicação são os veículos publicitários.
Os meios de comunicação são, na sua essência, o jornal e a televisão.
Os meios de comunicação são jornal, revista, rádio, televisão, outdoor, etc.
O rádio, televisão e jornal são os únicos meios de comunicação.
No que diz respeito à censura, o espírito do disposto no Código de Ética do Jornalista, de 1985, foi reproduzido no art. 220, § 2.º, da Constituição da República.
Para Hall, os meios de comunicação não criam, autonomamente, as notícias, pois dependem de assuntos fornecidos por fontes institucionais regulares e credíveis com as quais mantêm uma relação estruturada e das quais tendem a reproduzir opiniões.