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Em um planejamento de mídia, deve-se tomar decisões sobre meios e veículos a serem utilizados, custo-eficiência da mídia, estratégia criativa de mídia e compra de mídia.
Entende-se como mídia não-convencional, da qual a interativa é a principal representante, aquela em que o uso dos meios de massa é diferenciado. Não se enquadram os meios especializados como quiosques e CD-ROMs interativos na mídia não-convencional.
Mencionados no texto, os “anúncios” são veiculados por meios como jornais, revistas ou televisão.
A chamada crise da intermediação pode levar à extinção do jornalismo, uma vez que não compete mais aos profissionais das redações levantar informações e interpretar a realidade.
No Brasil, o padrão transnacional de concentração progressiva da propriedade e do controle das comunicações — representado pela presença crescente de seus global players — encontrou ambiente historicamente favorável, uma vez que a mídia do país quase sempre se organizou oligopolisticamente.
Nos anos 40, a Colgate-Palmolive, que patrocinava uma novela de muito sucesso na Rádio Nacional, promoveu o primeiro concurso radiofônico do Brasil. As milhares de cartas enviadas criaram um sério problema com o Departamento de Correios e Telégrafos, levando o governo federal a baixar regulamentação específica para concursos radiofônicos.
Ao longo da década de 50, o crescimento da televisão brasileira, embora considerável, foi limitado por fatores como o alto preço dos televisores.
O conforto do usuário de interfaces, no caso de grande volume de texto, depende da escolha de uma família tipográfica desenhada em função da visualização em monitores.
A pesquisa de mídia visa o levantamento de informações sobre o papel dos meios de comunicação na formação dos hábitos de consumo de suas audiências.
Num planejamento de campanha publicitária chegou-se à conclusão que a mídia a ser usada prioritariamente deve permitir boa visibilidade do produto, com melhor qualidade técnica precisando também atingir maior número de leitores seletos por edição.
O veículo escolhido deve ser
o jornal.
a revista.
o outdoor.
o relatório.
o house organ.
A ênfase das tendências atuais nos efeitos a longo prazo da exposição das pessoas à mídia não significa o abandono da tese acerca do grande poder que os meios exerceriam sobre os indivíduos.
Se a mídia de massa, em função da sua configuração básica, contribuiu decisivamente para o desaparecimento da opinião pública, as novas tecnologias de comunicação poderão contribuir para a mudança desse quadro graças à natureza e pluralidade de suas configurações.
Há uma tendência para a persuasão temperada pela persistência, ou seja, as pessoas tendem a integrar sua agenda subjetiva naquela que é proposta pelos meios de comunicação de massa.
A era de ouro do rádio brasileiro, possível graças ao investimento publicitário no setor — o maior entre os veículos da época —, terminou devido ao deslocamento crescente da verba de propaganda para a televisão.
Uma diferença fundamental entre as tendências atuais e as anteriores é a busca, hoje, de uma abordagem abrangendo todo o sistema da mídia — com enfoque em determinadas áreas temáticas — em vez do estudo de casos individuais, sobretudo, de campanhas.
Os meios de comunicação social são capazes, pelo poder de agendamento dos conteúdos noticiosos, de determinar o que as pessoas devem pensar sobre determinado assunto.
As pesquisas apontam a televisão como o meio de comunicação com maior poder de agenda, uma vez que é, hoje, o meio que atinge o maior número de pessoas.
Certo
Errado
Os meios de comunicação são hoje máquinas de simulação, que fazem a informação disseminada refluir sobre si mesma, em processo de auto-referenciação e permanente reciclagem.
A inovação mais importante proporcionada pela nova mídia é resultado da convergência tecnológica das telecomunicações, da comunicação de massa e da informática — conseqüência, por sua vez, da chamada revolução digital.
O movimento de organização dos veículos alternativos de comunicação foi denominado Pró-Mídia e conseguiu encaminhar um projeto de lei na Câmara dos Deputados que, quando aprovado, propiciará abertura de crédito especial para os veículos alternativos no BIRD.