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Pressões mercadológicas — no sentido da difusão de programação popular a um número crescente de ouvintes — fizeram-se presentes no rádio brasileiro desde os seus primórdios.
O jornal interno é um veículo ultrapassado pelos meios eletrônicos, como a intranet e o e-mail, que garantem maior agilidade na comunicação interna e de forma menos burocrática.
Por meio de uma pesquisa de mídia, faz-se o levantamento de informações sobre o consumo dos meios de comunicação no que se refere às quantidades e qualidades da audiência.
A produção em rádio, na publicidade, é feita diretamente pelos veículos, pois praticamente não existem estúdios para a produção de rádio voltada à publicidade.
Exceto no caso da televisão aberta, a fragmentação das audiências dos meios de comunicação de massa tradicionais é conseqüência do advento da Internet e de outras tecnologias que oferecem opções mais amplas de serviços de informação e entretenimento.
No início dos anos 30, o êxito do rádio despertou o interesse do governo federal, que baixou legislação regulamentando a difusão de publicidade no rádio.
A mídia interativa oferece aos consumidores acesso a um amplo leque de serviços que lhes permite controlar tanto o modo como o horário de recebimento da informação — em última análise, trata-se de informação e entretenimento de acordo com a demanda.
O press-kit é um conjunto de fôlderes, cartazes, revistas e outros materiais enviados à imprensa com o objetivo de conseguir veiculação gratuita do produto anunciado, preferencialmente com a reprodução de algum dos materiais entregues.
Escolha uma das opções abaixo definindo a abrangência da comunicação social e seus segmentos.
Devemos considerar comunicação social o jornalismo. O restante, como a publicidade e marketing, é acessório para atender a outras exigências na relação da organização com o mercado.
A comunicação social, na sua essência, compreende o jornalismo.
A comunicação social abrange jornalismo, relações públicas, publicidade e marketing, devendo cada uma dessas funções ser exercida por profissional específico da área.
O jornalismo de jornal, televisão e rádio e mais a publicidade formam a área denominada de comunicação social.
Na atualidade, a mídia de massa, além de transmitir informações, preserva a memória cultural dos povos e possibilita o surgimento de novas linguagens, o que torna o processo de comunicação mais simples.
Comunicação de massa pode ser assim definida:
transmissão de hábitos, costumes, usos e padrões de gosto do "povão", propiciada pelos meios massivos de comunicação, sobretudo o cinema, o rádio, a televisão e, nos dias que correm, a internet;
comunicação que as massas dirigem, inconscientemente, à massa, promovendo sua integração e sua coesão, ao tempo em que reforçam as bases de sua constituição e revigoram seu posicionamento;
comunicação de natureza bidimensional, biunívoca e polissêmica, que a todos alcança, sem distinção de credo, etnia ou nível de instrução escolar, passando a fazer importante parte de suas vidas;
comunicação que uma fonte bem definida destina a toda espécie de público, realizada por meios técnico-tecnológicos aperfeiçoados, aos quais a economia de mercado dá sustentação financeira;
forma vicária de comunicação de difusão coletiva, para a qual são de suma importância o emergente mercado de produtos simbólicos e as multidões que vivem nas grandes cidades de todo o mundo.
A relação estabelecida com o cidadão por meio dos serviços públicos não pode ser comparada a uma relação contratual. A comunicação de uma instituição pública supõe uma troca com um receptor que é também mais ou menos emissor.
Bourdieu introduz a categoria do habitus (conjunto de disposições de um grupo ou de uma classe social que é produto de internalização de um arbitrário cultural) como matriz geradora de práticas e representações. As estruturas midiáticas e sociais se apresentam, portanto, como locus em que as trocas simbólicas ocorrem.
Com a estabilização econômica proporcionada pelo Plano Real na segunda metade da década passada, ampliaram-se os investimentos das redes nacionais de televisão em infra-estrutura, visando o aumento da produção e exportação de programas.
A primeira rádio brasileira all news — isto é, operando exclusivamente serviço noticioso — foi a Rádio Jornal do Brasil AM, em 1980.
Embora importante, o crescimento da participação das igrejas no sistema brasileiro de comunicações tem se restringido à televisão aberta.
A integração progressiva das áreas da comunicação de massa, das telecomunicações e da informática — graças à revolução digital — tem sido reconhecida como fator tecnológico decisivo no processo global de desregulamentação e re-regulamentação da mídia contemporânea.
Com relação ao impacto da mídia na sociedade, e contrariamente a tendências de pesquisa anteriores, um aspecto fundamental dos estudos contemporâneos em comunicação é sua ênfase nos efeitos a longo prazo.