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As mudanças internacionais na regulamentação da mídia têm afetado substancialmente o padrão histórico da propriedade e do controle dos meios de comunicação no Brasil, tradicionalmente marcado pela presença dominante de grupos familiares vinculados às elites políticas locais.
A multiplicação das fontes de informação proporcionada pela nova mídia implica, necessariamente, a democratização do acesso tanto ao consumo quanto à produção de formas e conteúdos comunicativos.
No que diz respeito aos princípios a serem observados na programação de rádio e televisão, o Código de Ética da Radiodifusão Brasileira, de 1993, é reprodução fiel do disposto no art. 221 da Constituição da República.
O envio de jornalistas na condição de correspondente de guerra, como o caso do envio de Euclides da Cunha a Canudos, em 1897, pelo Estado de S. Paulo, já era prática corrente entre os grandes jornais da época.
O Correio Braziliense, de Hipólito da Costa, que marcou em 1808 o advento da imprensa independente no Brasil (embora publicado em Londres), foi exemplo típico de imprensa burguesa da época: jornal noticioso, não doutrinário, voltado para os interesses comerciais das classes exportadoras da Colônia.
A nova realidade tecnológica da mídia veio reforçar e consolidar a presença dominante de um grupo nacional no sistema brasileiro de comunicações: as Organizações Globo.
O press-release, ou simplesmente release, é um texto informativo distribuído à imprensa por uma instituição para ser divulgado gratuitamente entre as notícias publicadas pelo veículo.
Um dos métodos para avaliar a eficiência de uma programação de mídia em televisão é o GRP (gross rating point).
No Brasil, se, por um lado, as emissoras de rádio de amplitude modulada se caracterizam por apresentarem programação de predominância musical, por outro, as emissoras de freqüência modulada apresentam conteúdo eclético, voltado para a informação em geral e o entretenimento.
Como na mídia externa, os veículos de comunicação interna devem manter as características de atualidade, periodicidade, abrangência temática e difusão coletiva (distribuição).
Diferentemente da televisão nos Estados Unidos da América (EUA) — que se desenvolveu apoiada na indústria cinematográfica de Hollywood —, a TV brasileira, no seu início, teve de recorrer à radiodifusão existente no país, importando do rádio a sua estrutura, os formatos de programação, os artistas e os técnicos.
Para o planejamento de mídia de uma campanha ou seqüência de material de divulgação, é importante a avaliação da circulação e da cobertura, isto é, número e tipo de leitores, além das zonas e regiões que o veículo atinge.
Ao implantar programas de comunicação como a caixa de sugestões ou portas abertas é preciso considerar o desgaste desses canais no que se refere às indefinições sobre os resultados das sugestões e o receio de retaliações pelo poder dominante.
O estudo de “Diz o quê” aponta a relevância dos meios — de sua natureza, suas qualidades, suas possibilidades e seus limites técnicos — para um melhor entendimento do processo comunicativo.
O estudo do “Quem” salienta a importância, para uma abordagem adequada do processo de comunicação, dos controles que os emissores exercem sobre as formas e os conteúdos comunicativos.
Se o desenho que está no alto, à esquerda, estiver no formato JPEG, com uma resolução de 72 dpi, estará adequado para publicação na Internet.
Outdoors, backlights e bus-doors são instrumentos de comunicação que jamais devem ser usados em campanhas publicitárias por serem caros, dispersos e ineficazes para sua divulgação.
No Brasil, a nova realidade tecnológica das comunicações vem modificando substancialmente o quadro da propriedade e do controle da mídia tradicional — especialmente imprensa e radiodifusão.