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O Poder Outorgante de uma bacia ainda não forneceu nenhuma outorga para o uso dos recursos hídricos fluviais. Nesse momento, em novembro de 2002, o órgão gestor analisa 7 (sete) antigos pedidos de outorga de empresas, que há muito tempo já estão funcionando na bacia, sendo que todos os pedidos são para uma outorga por prazo de 30 meses.
OBS: Os Pólos industriais consomem, como insumo, cerca de metade da água captada, sendo a outra metade utilizada para diluição de seus efluentes. Os efluentes industriais diluídos são jogados ao mar com autorização dos órgãos ambientais. As Empresas de Saneamento devolvem 80% do volume captado (esgotamento sanitário), com DBO de 60 gramas/s (Classe II - máximo = 5 mg/l). Para simplificação, admita que o único poluente seja DBO e que seu natural decaimento, de trecho para trecho, seja de 20%.
Dentro desse contexto, o Poder Outorgante deveria:
(E) a relação Q = A * V só é aplicável em escoamento permanente e uniforme.
Analise as afirmativas abaixo:
Considerando cada afirmativa como verdadeira (V) ou falsa (F), a seqüência correta é:
V-V-V-V-V
F-F-V-V-V
V-V-F-F-V
F-V-F-V-V
F-F-F-F-F
Analise as afirmativas abaixo:
Considerando cada afirmativa como verdadeira (V) ou falsa (F), a seqüência correta é:
V-V-V-V-V
F-F-V-V-V
V-V-V-F-V
F-V-F-V-F
F-F-F-F-F
Considere a situação de um reservatório, construído a montante de uma cidade, com os seguintes usos múltiplos: geração de energia, irrigação e controle de cheias urbanas. O problema operacional é a determinação dos volumes mensais a serem alocados, pela operação do reservatório, para cada um dos usos. Sob o ponto de vista de geração de energia, a operação do reservatório deveria deixá-lo o mais cheio possível ao longo do tempo e só sair água para as turbinas. A mesma operação não aconteceria sob o ponto de vista dos irrigantes, nem sob o ponto de vista do controle de cheias. Finalmente, alguma água tem que efluir do reservatório para que o rio, a jusante, nunca fique seco. Para solucionar esses interesses conflitantes, um modelo a ser utilizado seria estabelecer uma Função Objetivo que ponderasse as seguintes diferenças:
• diferença entre a meta de geração e o volume alocado às turbinas;
• diferença entre a demanda dos irrigantes e o volume alocado à irrigação;
• diferença entre a vazão efluente e a vazão a partir da qual começam os problemas de inundação urbana de jusante.
Assim, poderíamos entender que a otimização da operação do reservatório seria obtida com a minimização do valor da Função Objetivo. Mesmo que os usos fossem considerados com a mesma prioridade, a solução matemática do problema posto já seria bastante complexa. Ocorre que cada um desses usos tem um preço da "não completa satisfação" bastante diferente e de difícil estabelecimento. Isso refletirá na prioridade de cada um desses usos em relação aos demais. Na hipótese de que os dados necessários estejam disponíveis, esse problema será tratado de forma mais apropriada:
Se o hidrograma unitário de uma bacia hidrográfica para uma chuva de 10mm e duração de 1h, é dado pela tabela abaixo,
então, pode-se afirmar que a vazão máxima, em m3/s, da onda de cheia formada por uma chuva de 30mm, seguida por uma outra chuva de 20mm, ambas com duração de 1h, é: