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Relacione a Coluna B, significado dos sinais de trânsito, com Coluna A, classificação dos sinais
COLUNA A
I. Sinalização vertical
II. Sinalização horizontal
III. Dispositivos e sinalização auxiliares
IV. Sinalização semafórica
COLUNA B
( ) É um subsistema da sinalização viária que se compõe de luzes acionadas alternadas ou intermitentes através de sistema elétrico/eletrônico, cuja função é controlar os deslocamentos.
( ) São aqueles constituídos de materiais de composições, formas, cores e refletividade diversos, aplicados em obstáculos, no pavimento da via ou adjacente à mesma.
( ) É um subsistema da sinalização viária que se utiliza de placas, onde o meio de comunicação (sinal) está na posição vertical.
( ) É um subsistema da sinalização viária que se utiliza de linhas, marcações, símbolos e legendas, pintados ou apostos sobre o pavimento das vias.
Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.
IV – III – I – II.
IV – I – III – II.
I – IV – III – II.
I – II – IV – III.
III – I – II – IV.
É um sistema de segurança do automóvel que permite que as rodas de um veículo mantenham a tração em contato com a superfície da estrada, enquanto o motorista freia. Assim, o sistema evita o bloqueio das rodas e não deixa o veículo derrapar. Sobre essa afirmativa, marque a alternativa CORRETA.
Freio a disco.
Freio ABS.
Freio a tambor.
Freio a ar.
Freio a vácuo.
O medidor eletrônico de velocidade adequado para rodovias, trechos expressos e vias arteriais, em locais e períodos que necessitem de fiscalização eventual do respeito à velocidade regulamentada, é:
lombada eletrônica
radar móvel
bandeira
pardal
Um dos modos de controle de acessos ao sistema de transporte público é feito através do desbloqueio automático da catraca com o emprego de bilhete magnético, ficha ou cartão. Este modo de controle de acesso é conhecido como:
acesso remoto
bilhetagem automática
bilhetagem inteligente
acesso informatizado
A respeito das competências da Marinha do Brasil, para fins da proteção de navios e instalações portuárias, analise as afirmativas a seguir.
I. Quando necessário, elevar a proteção dos navios de bandeira brasileira para o nível dois, informando ao Gabinete de Segurança Institucional.
II. Garantir, de forma autônoma, a elevação de proteção dos navios de bandeira brasileira para o nível três.
III. Implementar as medidas específicas de proteção no nível três, em operação de garantia da lei e da ordem, quando for especificamente designada por mensagem do Presidente da República.
Assinale:
se somente a afirmativa I estiver correta.
se somente a afirmativa II estiver correta.
se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
se todas as afirmativas estiverem corretas.
Uma linha de ônibus transporta 240 passageiros por hora e a capacidade do veículo é de 80 passageiros. O fator de renovação é 1,5. Nesse caso, o número de veículos a serem empregados é igual a:
4
3
2
1
O controle da operação do transporte público coletivo que abrange, entre outras atividades, a condução dos veículos pelos itinerários das linhas e a cobrança pelo serviço, NÃO tem entre os seus objetivos:
garantir a correta contabilidade das empresas prestadoras do serviço
evitar fraudes no recebimento/pagamento da passagem
coletar dados e informações sobre a operação (demanda, oferta etc.)
fazer com que os operadores tenham comportamento adequado no que se refere à segurança e comodidade do transporte
NÃO está associada ao conceito de acessibilidade para transportes públicos urbanos a facilidade de:
alcançar o destino final
sair do local de desembarque
chegar ao local de embarque
utilizar outros meios de transportes
A sinalização de advertência (triângulo de segurança) e o pisca-alerta devem ser usados quando se precisa parar, temporariamente, o veículo
na pista de rolamento.
em locais de alto tráfego
para um descanso.
em áreas públicas.
em áreas fechadas.
A partir da notificação de penalidade, após uma infração, o proprietário do veículo poderá recorrer
à Circunscrição Regional de Trânsito.
ao Departamento Estadual de trânsito.
ao Departamento Nacional de Trânsito.
ao Conselho Nacional de Trânsito.
à Junta Administrativa de Recursos de Infrações.
O esforço de prever a ocorrência de um acidente e o uso de manobras que utilizam o veículo como um instrumento de ataque, imobilizando o veículo agressor, fazem parte, respectivamente,
das técnicas e conceitos de direção defensiva e direção ofensiva, ambos exclusivos dos agentes policiais e de transporte de dignitários, através de treinamento específico.
do treinamento desenvolvido pela direção defensiva e direção evasiva, que deveriam ser de conhecimento de todos os motoristas como forma de minimizar os acidentes.
das técnicas e conceitos da direção defensiva e da direção ofensiva, podendo a primeira ser empregada por todos os motoristas, como forma de segurança e garantia da integridade física das pessoas expostas ao trânsito, e a segunda, somente, por aqueles com treinamento específico em situações extremas.
de direção ofensiva e direção defensiva, que só podem ser utilizados por agentes públicos com treinamento e credenciamento específico, como os policiais e os de segurança de autoridades.
dos conceitos e do estudo da direção defensiva e direção profissional, que podem ser empregados por qualquer motorista, desde que tenham treinamento especifico do órgão de trânsito oficial.
O trajeto da fiscalização foi marcado por problemas na viatura de trânsito e em uma última situação os Agentes foram obrigados a deixar o veículo em uma oficina para conserto, pois já não dava mais para circular devido um problema na caixa de marcha da viatura. Nessa situação é possível compreender que o problema apresentado na viatura é o mais provável e relativo a problema de:
Ordem mecânica.
Ordem de gênero.
Ordem elétrica.
Ordem hidráulica.
Durante a condução de um veículo oficial, o condutor se depara com uma curva acentuada no percurso. Para garantir o deslocamento seguro, minimizando a ocorrência de acidentes, deve-se levar em conta que
uma força da física, chamada “ação e reação”, em que a resistência da massa do veículo em relação à curva pode ocasionar o “cavalo de pau”, faz com que se perca completamente o controle do veículo. Portanto, deve-se manter uma velocidade constante durante todo o trajeto, evitando o uso dos freios.
uma das forças da física, denominada “centrífuga”, ocorre quando um objeto estabelece uma trajetória curva e tende a jogá-lo para fora em sentido contrário ao centro da curva. A massa do veículo, sua velocidade e o raio da curva influenciam este fenômeno. Assim sendo, o controle da velocidade e direção são fundamentais, antes mesmo de se iniciar a curva.
uma das forças da física, denominada “centrífuga”, ocorre quando um objeto é submetido a uma trajetória curva e tende a direcioná-lo para o centro. Os efeitos desta força podem ser minimizados com o controle da velocidade e da direção do veículo, antes mesmo de se iniciar a trajetória.
a força da gravidade é o principal fenômeno que influencia neste caso, pois, quanto mais pesado e veloz o veículo, mais seguro este estará durante uma trajetória curva.
que os efeitos de uma força da física, durante a trajetória de um veículo, são irrelevantes, mesmo porque é impossível prever qual delas vai influenciar no momento em que o veículo estabelecer uma curva.
A proteção perimetral eficiente consiste em proteger o local contra acessos não autorizados, o que obriga dirigentes, funcionários, visitantes e fornecedores a entrarem na instituição por locais determinados e controlados pela segurança.
Durante evento de inauguração das novas instalações do Tribunal Regional Federal, foi identificado possível artefato explosivo próximo ao palanque onde se encontra o dignitário. A providência a ser adotada pela equipe de segurança é
permanecer no local e aguardar a confirmação por parte da equipe especializada em artefatos explosivos sobre a real necessidade de retirada da autoridade.
identificar o tipo de artefato e desarmá-lo, imediatamente.
identificar o tipo de artefato e acionar a equipe especializada em controle e desarmamento de explosivos.
cobrir a autoridade e retirá-la imediatamente do local.
cobrir a autoridade e permanecer no local.
Quanto ao “planejamento de contingência” é correto afirmar:
É o estabelecimento do planejamento principal, onde é fundamental basear-se em um cronograma com base nos acontecimentos esperados não levando em conta riscos, tampouco ameaças, que ficam a cargo de outra modalidade de planejamento.
A identificação de estratégias alternativas, caso algum item do planejamento principal não ocorra conforme o esperado, é estabelecida através de análise e, via de regra, não se liga a um cronograma. Levam- se em conta, inclusive, as perdas caso alguma ameaça se concretize.
É a identificação de estratégias alternativas, caso alguma ameaça se concretize e os acontecimentos ocorram conforme o esperado. É fundamental estabelecer um cronograma para as contingências, sob pena de se perder o controle das providências adotadas em situação de crise.
É o estudo do cenário de forma a garantir que os objetivos estabelecidos ocorram conforme o esperado. Neste planejamento, levam-se em conta os riscos e as ameaças, não se considerando possíveis perdas uma vez que as contingências plenamente atendidas anulam ocorrências inesperadas.
É o estabelecimento de estratégia principal, visando atender a programação inicial, sendo as possíveis perdas tratadas na fase de controle, não sendo mais possível restabelecer as atividades caso ocorra um sinistro.
Instalações críticas ou sensíveis devem ser protegidas por perímetros de segurança definidos, com barreiras de segurança e controles de acesso apropriados. A utilização de dispositivos técnicos capazes de emitir sinais sobre a ocorrência de eventos locais ou remotos tem por finalidade dissuadir atitudes hostis, atividades adversas, bem como advertir sobre a ocorrência de ameaças. Dentro desta análise, os sensores recomendados para locais com expressiva propensão a alarmes falsos por causas diversas, como correntes de ar, reflexos do sol, luminosidade intensa e pequenos animais são os
sensores volumétricos de ultrassom.
detetores de intrusão de dupla tecnologia.
detetores de intrusão por vibração.
detetores de intrusão por ruptura.
sensores volumétricos de infravermelho passivo IVP.
Para o sucesso das atividades de segurança de dignitários e mediante planejamento prévio, é realizada uma avaliação dos riscos envolvidos em cada evento, estabelecendo- se uma referência para as ações a serem adotadas. Esta avaliação é realizada
pelas equipes de planejamento e precursora, exclusivamente, pois qualquer alteração havida nesta análise pode trazer consequências desastrosas para o sucesso das atividades de segurança.
pela equipe de planejamento e precursora, porém tal avaliação pode ser renovada a qualquer momento, levando em conta novos acontecimentos ou mudanças do cenário previamente estudado.
pela equipe de segurança aproximada, uma vez que esta equipe tem melhores condições de avaliar o cenário como um todo, pois observam os acontecimentos do ponto de vista do dignitário.
pela assessoria da autoridade, sem relação com corpo de segurança. À equipe de segurança, incumbe, apenas, a execução do cronograma a ser cumprido, não cabendo a ela qualquer tipo de avaliação.
pelos órgãos de segurança pública da circunscrição onde será realizado o evento, após solicitação por parte da assessoria da autoridade.
Constatada a infração pela autoridade de trânsito ou por seu agente será lavrado o Auto de Infração que deverá conter os dados mínimos definidos pelo art. 280 do CTB e em regulamentação específica.
O proprietário de certo imóvel ligou para o órgão de trânsito e solicitou ajuda, pois já era 10 horas e ainda não conseguiu sair de casa pelo fato de alguém ter estacionado um automóvel em frente à sua garagem impossibilitando-o de retirar o seu veículo pra ir trabalhar. Um agente do órgão foi enviado até o local e ao chegar bem próximo, o condutor que estacionara irregularmente já sinalizava para sair do estacionamento. Nesse caso, não foi feita abordagem do condutor no local.
Analise o fato hipotético e indique a alternativa cujo procedimento poderia ser feito pelo agente de trânsito e se fizesse poderia ser considerado ERRADO.
O agente poderia ter autuado e justificado a impossibilidade de abordagem.
O agente foi conversar com o proprietário do imóvel, independente de registrar a infração.
O agente fez vista grossa e retornou para o seu ponto de origem, pois a infração já não existia mais.
O agente seguiu o condutor e deu ordem de parada pra abordá-lo.