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Devem ser registrados contabilmente como despesas os gastos decorrentes da realização de testes destinados a verificar se o ativo imobilizado recém-adquirido está funcionando corretamente, e se o seu desempenho técnico e físico permite a sua utilização na produção de bens ou serviços.
Certo
Errado
Um ativo intangível foi adquirido em 30/06/2022 por R$ 3.000.000 e tinha vida útil definida em 20 anos. Em 31/12/2023 a empresa realizou o teste de redução ao valor recuperável (teste de “Impairment”) com as seguintes informações disponíveis:
Valor em uso.....................................................R$2.800.000
Valor justo líquido de despesas de venda........................R$2.100.000
Sabendo que a empresa utiliza o método das cotas constantes para cálculo da amortização, o saldo contábil do ativo intangível evidenciado pela empresa, no Balanço Patrimonial de 31/12/2023, deveria ser, em reais,
2.100.000.
2.775.000.
3.000.000.
2.700.000.
2.800.000.
O objetivo da NBC TG 01 (R4) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos - é estabelecer procedimentos que a entidade deve aplicar para assegurar que seus ativos estejam registrados contabilmente por valor que não exceda seus valores de recuperação. Um ativo está registrado contabilmente por valor que excede seu valor de recuperação se o seu valor contábil exceder o montante a ser recuperado pelo uso ou pela venda do ativo. Se esse for o caso, o ativo é caracterizado como sujeito ao reconhecimento de perdas, e a Norma requer que a entidade reconheça um ajuste para perdas por desvalorização. A Norma também especifica quando a entidade deve reverter um ajuste para perdas por desvalorização e estabelece as divulgações requeridas. Considerando as disposições da referida Norma sobre a base para estimativas de fluxos de caixa futuros, assinale a alternativa INCORRETA.
Ao mensurar o valor em uso, a entidade deve basear as projeções de fluxo de caixa nas previsões ou nos orçamentos financeiros mais recentes aprovados pela administração, devendo incluir qualquer estimativa de fluxo de caixa que se espera surgir das reestruturações futuras ou da melhoria ou aprimoramento do desempenho do ativo
Ao mensurar o valor em uso, a entidade deve basear as projeções de fluxo de caixa em premissas razoáveis e fundamentadas que representem a melhor estimativa, por parte da administração, do conjunto (range) de condições econômicas que existirão ao longo da vida útil remanescente do ativo.
Ao utilizar informações de orçamentos e previsões financeiras, a entidade deve considerar se as informações refletem premissas razoáveis e fundamentadas, e se representam a melhor estimativa, por parte da administração, quanto ao conjunto de condições econômicas que existirão durante a vida útil remanescente do ativo.
Ao mensurar o valor em uso, a entidade deve estimar as projeções de fluxo de caixa para além do período abrangido pelas previsões ou orçamentos mais recentes pela extrapolação das projeções baseadas em orçamentos ou previsões usando uma taxa de crescimento estável ou decrescente para anos subsequentes, a menos que uma taxa crescente possa ser devidamente justificada.
Geralmente, orçamentos e previsões financeiras de fluxos de caixa futuros para períodos superiores a cinco anos, detalhados, explícitos e confiáveis, não estão disponíveis. Por essa razão, as estimativas da administração de fluxos de caixa futuros devem ser baseadas nos mais recentes orçamentos e previsões para um período máximo de cinco anos.
A perda por redução ao valor recuperável para unidade geradora de caixa deve ser reconhecida se, e somente se, o valor recuperável da unidade for
menor que seu custo de reposição.
superior ao seu valor depreciado.
inferior ao seu valor histórico.
maior que o seu valor reavaliado.
menor que o seu valor contábil.
Na redução ao valor recuperável de um ativo gerador de caixa, os fluxos de caixa devem ser estimados para o ativo considerando-se futuras entradas ou saídas de caixa, decorrentes do aprimoramento do desempenho do ativo.
Certo
Errado
Ativos intangíveis com vida útil indefinida não devem ser amortizados, mas submetidos anualmente a testes de impairment.
Certo
Errado
Em 01/01/2024, uma empresa adquiriu um equipamento por R$ 400.000,00. A vida útil estimada é de 10 anos, a depreciação é calculada pelo método linear e o valor residual previsto é de R$ 20.000,00. No encerramento do exercício de 2024, a empresa aplicou o teste de redução ao valor recuperável (impairment), conforme a NBC TG 01 (R4) – Redução ao Valor Recuperável de Ativos e NBC TG 27 (R4) – Ativo Imobilizado, e obteve os seguintes valores:
• Valor em uso: R$ 360.000,00
• Valor justo líquido de despesas de venda: R$ 350.000,00
Em 31/12/2024, a empresa vendeu o equipamento por R$ 370.000,00. Com base nas normas contábeis aplicáveis (NBC TG 27 e NBC TG 01), o resultado da venda do equipamento foi:
ganho de R$ 30.000,00.
ganho de R$ 20.000,00.
perda de R$ 10.000,00.
ganho de R$ 10.000,00.
perda de R$ 30.000,00.
Considerando as definições, tratamentos e normas contábeis adotados para os ativos imobilizados das entidades do setor público, o valor do bem registrado na Contabilidade, em determinada data, deduzido da correspondente depreciação, amortização ou exaustão acumulada, bem como das perdas acumuladas por redução ao valor recuperável, representa o
Custo Contábil Residual do Ativo.
Custo Contábil do Ativo.
Valor Justo do Ativo em Uso.
Valor Residual do Ativo.
Valor Líquido Contábil do Ativo.
Segundo o CPC 01 – Redução ao valor recuperável de ativos, caso o valor contábil de um ativo seja maior do que o seu valor recuperável, a entidade deve reconhecer uma perda por impairment, ajustando o valor do ativo e registrando a perda diretamente no patrimônio líquido.
Certo
Errado
De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01 (R1)- Redução ao Valor Recuperável de Ativos, as entidades devem avaliar se há alguma indicação de que um ativo possa ter sofrido desvalorização
ao fim de cada período de reporte.
quando houver mudança de política contábil.
quando um novo ativo imobilizado for adquirido.
quando um ativo imobilizado for colocado à venda.
quando houver indicação do auditor independente.
Além de poder sofrer amortização, um ativo intangível deve ter seu valor recuperável reavaliado ao menos anualmente, ou quando houver indícios de que essa recuperação de valor possa estar comprometida.
Certo
Errado
No processo de identificação de eventuais perdas no valor recuperável de ativos, o valor em uso representa uma estimativa das entradas e saídas futuras de caixa decorrentes do uso contínuo de um ativo, sendo desconsiderados os fluxos líquidos de caixa que possam advir de sua baixa final.
Certo
Errado
Uma empresa está avaliando a necessidade de registrar uma perda por redução ao valor recuperável de um ativo. Qual princípio contábil deve ser considerado para garantir que a perda seja reconhecida de forma adequada, levando em conta as incertezas inerentes às transações?
Princípio da entidade.
Princípio da continuidade.
Princípio da competência.
Princípio da prudência.
Princípio da materialidade.
Considere que uma entidade tenha observado a existência de danos físicos em um de seus ativos, fornecendo evidências de que o ativo possa ter se desvalorizado. Dessa forma, a entidade, buscando verificar o valor recuperável desse ativo, estimou o seu valor líquido de venda, e observou que os custos necessários para vender o ativo são muito baixos, sendo que o valor líquido de venda estimado se mostrou superior ao valor contábil do ativo. Nesse contexto, de acordo com o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC 01), é correto afirmar que:
Não é necessário estimar o valor em uso desse ativo, pois foi mostrado que ele não tem desvalorização.
É necessário que a empresa estime o valor em uso desse ativo para então determinar o seu valor recuperável.
É necessário que o valor contábil do ativo seja reduzido ao seu valor recuperável, sendo necessária uma estimação da perda por desvalorização do ativo.
Se há razão para acreditar que o valor em uso do ativo exceda significativamente seu valor líquido de venda, o valor líquido de venda do ativo pode ser considerado como seu valor recuperável.
Em 01/12/2024, uma sociedade empresária apresentava, em seu Balanço Patrimonial, como ativo imobilizado, um terreno, cujo valor contábil era de R$ 80.000,00.
Em 31/12/2024, a sociedade empresária realizou um teste de recuperabilidade em seus ativos imobilizados.
Foi constatado que o valor em uso do terreno era de R$ 75.000,00.
Para que não haja reconhecimento de perda de recuperabilidade do terreno, o valor justo líquido de despesa de venda deve ser
menor do que R$ 75.000,00.
maior do que R$ 79.999,99.
entre R$ 72.000,00 e R$ 74.999,99.
entre R$ 75.000,00 e R$ 79.999,99.
Em 31/12/2024 uma sociedade empresária apresentava, em seu balanço patrimonial, um terreno por R$ 150.000.
Na realização do teste de redução ao valor recuperável, a entidade estimou o valor em uso do terreno em R$140.000. Já o seu valor justo era estimado em R$ 170.000, enquanto as despesas com a alienação foram estimadas em R$ 15.000.
O valor do terreno no balanço patrimonial, após a realização do teste, foi de
R$ 140.000.
R$ 150.000.
R$ 165.000.
R$ 170.000.
R$ 185.000.
O goodwill deve ser submetido a teste de impairment anualmente.
Certo
Errado
Ativos mensurados a valor justo estão sujeitos a ajustes decorrentes do teste de impairment.
Certo
Errado
A análise de informações e testes são utilizados como mecanismo de validação em processos comerciais. Assinale a alternativa correspondente ao tipo de teste utilizado para averiguar qual o valor recuperável de um ativo, por meio do seu uso ou venda:
Teste de Aquisição.
Teste de Amortização.
Testes de Recuperabilidade.
Teste de Licitação.
Teste de Venda.
Considere que uma aquisição societária tenha sido registrada pelo montante de R$ 30 milhões, e que o valor justo da sociedade adquirida tenha sido estimado em R$ 26 milhões. Nessas condições, deverá ser identificado o período de recuperabilidade do excesso de valor desembolsado na aquisição, devendo tal excesso ser amortizado dentro do referido período.
Certo
Errado