Questões de Concurso sobre Quanto ao momento ou oportunidade

 
 
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Acerca do controle da atividade financeira do Estado, julgue os itens a seguir.


I É admitido o controle legislativo das atividades operacionais de qualquer ente da administração direta e indireta, devendo ser classificado como controle da atividade financeira do Estado.

II No âmbito da União, a fiscalização sobre a adequação da adoção das regras contábeis é de competência privativa do sistema de controle interno de cada poder, sendo realizada por meio da conformidade contábil.

III O controle da economicidade da atividade financeira do Estado admite a avaliação dos gastos públicos por meio de controle preventivo, concomitante ou corretivo.

IV O controle patrimonial, em especial quanto a sua existência e utilização, é realizado tanto no âmbito do controle interno quanto no do externo, porém não cabe no âmbito do controle social.


Estão certos apenas os itens


A

I e II.


B

I e III.


C

III e IV.


D

I, II e IV.


E


II, III e IV.

Analise as assertivas abaixo em relação aos objetivos, tipos, formas e classificação de controle na administração pública, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) O controle interno de natureza administrativa inclui controles como verificação física, controle de contratos, convênios, ações desenvolvidas, retenções e recolhimento de tributos.

( ) No que diz respeito ao momento em que se realiza, o controle pode ser classificado em prévio, concomitante e subsequente ou a posteriori.

( ) O controle interno de natureza administrativa compreende o plano de organização e todos os procedimentos diretamente relacionados com a consistência e a fidedignidade dos registros contábeis.

( ) O controle prévio é aquele que acompanha a realização do ato, para verificar a regularidade de sua formação, e tem como objetivo final garantir a execução da ação.

( ) O controle prévio é um controle preventivo, porque visa a impedir um ato ilegal ou contrário ao interesse público. O controle a posteriori é um controle corretivo, pois tem por objetivo rever os atos já praticados para corrigi-los, desfazê-los ou confirmá-los.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


A

V – V – F – F – V.


B

F – F – V – F – V.


C

V – F – F – V – V.


D

F – V – V – F – F.


E

V – F – V – V – F.

Sob o aspecto do momento, quando a Administração Pública utiliza seu poder de polícia administrativa exigindo licença ambiental para posterior execução de obra, por motivos taxativamente determinados em lei, caracteriza o:


A

Controle de mérito.


B

Controle de legalidade.


C

Controle de ofício.


D

Controle prévio.


E

Controle interno.

O controle é uma etapa da gestão administrativa em que se confere a aplicabilidade das ações determinadas no planejamento, sendo que nesta etapa há a verificação e vigilância dos processos, apontamento de falhas e acertos, além da orientação e correção para que não voltem a acontecer. O controle tem classificações de acordo com seu tempo, duração e processo. Assim, quando o controle ocorre durante a rotina/execução de trabalho é denominado:


A

Controle concomitante.


B

Controle temporário.


C

Controle de desempenho.


D

Controle subsequente.

Considerando a competência do Congresso Nacional para autorizar, em terras indígenas, a exploração e o aproveitamento de recursos hídricos e a pesquisa e lavra de riquezas minerais, pode-se afirmar que o referido instrumento de autorização classifica-se como controle


A

prévio.


B

interno.


C

concomitante.


D

administrativo.

São formas de controle a que está sujeita a Administração Pública no Brasil, que podem ser classificadas conforme os critérios a seguir, EXCETO:


A

Quanto à natureza do controlador: controle partidário, judicial ou jurisdicional e administrativo ou interno.


B

Quanto à forma de instauração: controle de ofício ou por provocação.


C

Quanto ao aspecto controlado: controle de legalidade, de mérito ou de resultado.


D

Quanto ao momento do exercício: controle prévio, concomitante ou subsequente.


E

Quanto à amplitude do controle: controle hierárquico e controle finalístico.

Após o recebimento de representação feita por associação de usuários de serviço de transporte intermunicipal, o Tribunal de Contas do Estado solicitou, para exame, edital de concorrência de contrato de concessão dessa modalidade de serviço público. Feito o exame, o Tribunal de Contas determinou à Secretaria de Estado de Transportes que alterasse a redação da minuta do contrato anexa ao edital para que fosse incluída uma cláusula de revisão periódica das tarifas a serem pagas pelos usuários. Essa determinação corretiva da Corte de Contas configura:


A

invasão da esfera de autonomia da Administração Pública na formatação dos editais de licitação, pois, segundo o regime constitucional vigente, o controle externo dos atos administrativos pelas Cortes de Contas é de natureza repressiva, posterior à prática do ato;


B

determinação ilegal, porque a Administração Pública tem discricionariedade na fixação dos critérios de revisão tarifária no contrato de concessão, desde que mantido o equilíbrio econômico-financeiro do ajuste;


C

determinação indevida, porque a Corte de Contas, embora, por força do art. 113, § 2º, da Lei Federal nº 8.666/93, possa examinar previamente o edital, não pode fazer determinações à Administração, cabendo-lhe apenas responsabilizar o agente público que der causa à eventual ilegalidade;


D

intervenção admissível e adequada da Corte de Contas, a quem compete ampla revisão dos editais de concessão, inclusive quanto aos aspectos de mérito dos critérios de revisão previstos no contrato;


E

intervenção admissível e adequada ao controle externo da Administração Pública, tomada no âmbito do controle de legitimidade e economicidade, porque a obrigação de revisão tarifária periódica encontra amparo nos princípios da eficiência e da modicidade tarifária.

O controle da Administração pública pode ser definido como o poder-dever de fiscalização e correção exercido pelos órgãos aos quais é conferido, com o objetivo de garantir a conformidade de atuação com os princípios impostos pelo ordenamento jurídico. Nesse contexto, o controle dos aspectos de conveniência e oportunidade subjacentes à prática de atos administrativos discricionários

A
é próprio do poder de tutela a que se submetem as entidades integrantes da Administração Indireta.

B
está presente no controle interno e constitui expressão da autotutela.

C
é decorrência da hierarquia e somente pode ser exercido por autoridade superior àquela que praticou o ato.

D
é vedado em sede de controle interno, que admite apenas a verificação de aspectos de legalidade.

E
é passível de ser exercido no âmbito do controle externo, salvo para verificação de economicidade.

De acordo com classificação doutrinária dos tipos de controle exercidos sobre a Administração Pública, assinale a alternativa INCORRETA.


A

A homologação do procedimento licitatório pela autoridade superior do órgão público que conduziu o procedimento é espécie de controle interno subsequente ou posterior.


B

A autorização legislativa exigida para as concessões patrocinadas, em que mais de 70% da remuneração do parceiro privado é paga pela Administração Pública, é exemplo de controle externo concomitante.


C

A participação de representante do Tribunal de Contas em procedimento administrativo destinado a apurar a prática de ato de improbidade administrativa em órgão público é exemplo de controle externo concomitante.


D

A convalidação de ato administrativo anulável pela chefia máxima de entidade da Administração Pública indireta de onde provém o ato é exemplo de controle interno subsequente.


E

A apreciação da legalidade dos atos de concessão de aposentadoria, reforma e pensão de servidores da administração direta e indireta dos Poderes do Estado e de Município caracteriza controle externo subsequente.

O controle externo, exercido pelo Tribunal de Contas da União, quanto aos atos praticados pela Administração Pública Federal, relativos a concessões de aposentadorias, é característico do tipo:


A

Concomitante.


B

Declaratório.


C

Jurisdicional.


D

Posterior.


E

Prévio.

O parecer prévio circunstanciado do Tribunal de Contas sobre a prestação de contas de uma Prefeitura é o resultado do controle do tipo


A

Interno.


B

Preventivo.


C

Concomitante.


D

Subsequente.


E

Independente.

O controle externo no Brasil é exercido


A

a posteriori, mas não a priori nem de forma concomitante.


B

a priori e concomitante, mas não a posteriori.


C

de forma concomitante e a posteriori, mas não a priori.


D

a priori e a posteriori, mas não de forma concomitante.


E

a priori, de forma concomitante e a posteriori.

As práticas de controles internos no sistema brasileiro têm focado predominantemente


A

nos aspectos de controle de eficácia.


B

em ações de controle a priori.


C

em ações de controle concomitante.


D

em ações de controle a posteriore.


E

nos aspectos de controle de eficiência.

 
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