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A perspectiva isométrica difere da dimétrica e da trimétrica porque nela (isométrica) os três eixos axonométricos têm a mesma inclinação em relação ao quadro e todas as cotas são representadas na mesma escala, fazendo o mesmo ângulo de 120º entre si. Os coeficientes de redução das escalas dos eixos são iguais. Na perspectiva dimétrica, um dos eixos tem inclinação diferente dos outros e na trimétrica os três eixos estão inclinados diferentemente em relação ao quadro.
Considere que a figura abaixo mostra um objeto representado por uma perspectiva e pelas suas vistas ortográficas de frente, superior e lateral direita. Nessa situação, embora a vista superior seja dispensável para a visualização do objeto, as normas brasileiras obrigam o desenho de no mínimo três vistas para a representação em projeções ortogonais.

A perspectiva cavaleira geralmente é utilizada quando se deseja privilegiar uma das faces de um objeto, já que ela parte de uma das vistas ortogonais que mantém a sua verdadeira grandeza no desenho. A cavaleira é muito útil quando as faces laterais do objeto contêm curvas, porque, nesse caso, estas não sofrem deformações das perspectivas na representação.
A elipse apresenta apenas um eixo, o qual contém os centros dos arcos que a formam, conforme pode-se verificar na figura II.
A figura abaixo mostra o que se chama de meio-corte, utilizado às vezes no desenho de objetos simétricos nos quais uma metade é desenhada em corte e a outra, em vista convencional.

As perspectivas de projeção cônica são utilizadas quando se deseja obter uma imagem mais fiel dos objetos. As perspectivas cônicas podem ter um, dois ou três pontos de fuga, sendo que esse último é o que rende perspectivas mais realísticas.
Se, na figura I, for definida uma outra secante orientada PCD, é correto afirmar que PA × PB = PC × PD.
Sabendo que faces e arestas somente são representadas em verdadeira grandeza quando são paralelas aos planos em que estão sendo projetadas, é correto afirmar que, nas vistas ortográficas mostradas na figura abaixo, a vista lateral direita é a única que mostra a verdadeira grandeza da aresta AB.

Um poliedro é classificado como regular quando suas faces e ângulos diédricos são iguais.
Na figura IV, as medianas encontram-se em um ponto d chamado medicentro.
Na figura I, a potência (p) do ponto P, sendo a secante orientada PAB, tem como resultado p = PA × PB.
Duas faces que tenham uma aresta comum são corretamente classificadas como contíguas e os planos dessas duas faces contíguas são denominados poliedros.
Quando o círculo gerador rola por fora do círculo diretor, obtém-se a epiciclóide exterior.
A figura II mostra que, para se construir um polígono de n lados partindo de uma circunferência de raio dado, faz-se necessária a divisão da mesma em um número de partes iguais ao dos lados do polígono que se deseja construir.
Na figura II, o ponto I gerado pela interseção das tangentes exteriores é chamado centro de fuga exterior.
Na figura II, existem dois pares de tangentes comuns às duas circunferências, denominados tangentes exteriores e interiores.
A hipérbole possui dois eixos: um transverso (real) e outro não-transverso (imaginário). Dessa forma, uma hipérbole é equilátera quando seus dois eixos são iguais.
A figura I mostra a interseção de dois planos, um vertical e outro horizontal. Os quadrantes resultantes dessa interseção são chamados diedros, porque são utilizados dois a dois.
Considere que na figura I existe um feixe de circunferências, cujos centros são os pontos destacados na linha horizontal. Admitindo a reta D como eixo radical e potência nula em I, é correto afirmar que o ponto I é ponto de contato comum a todas as circunferências do feixe e que a reta D é tangente às circunferências desse conjunto.