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Pitágoras, Oficial de Promotoria do Ministério Público do Estado de São Paulo, dolosamente recebeu vantagem econômica, correspondente à propina de vinte mil reais, para omitir ato que deveria praticar de ofício, no exercício de suas atribuições.
Considerando o disposto na Lei de Improbidade Administrativa, é correto afirmar que Pitágoras
não praticou ato de improbidade, pois a conduta está sujeita à sanção penal.
praticou ato de improbidade que importa em enriquecimento ilícito.
praticou ato de improbidade que causa prejuízo ao erário.
praticou ato de improbidade que atenta contra os princípios da Administração Pública.
não praticou ato de improbidade, pois a conduta deve ser responsabilizada na esfera disciplinar.