A Declaração de Lisboa reconhece o direito dos pacientes a
cuidados terminais humanitários, providos com toda ajuda
disponível, a fim de que a morte seja tão confortável quanto
possível. A Declaração de Madrid (também da Associação
Médica Mundial, de 1987) considera a eutanásia um
procedimento eticamente inadequado. No Brasil, se um médico
assistir ativamente a um paciente, colaborando com a sua morte,
isto é, se causar eutanásia para evitar maiores sofrimentos e
prolongar desnecessariamente a vida, estaria em falta com a
ética.