Imagem de fundo

Custódio mantinha união estável com Regina há 13 anos, sendo que ela ocupava o cargo de...

Custódio mantinha união estável com Regina há 13 anos, sendo que ela ocupava o cargo de Assistente Previdenciário no Instituto de Previdência Social do Município de Macaé – MACAEPREV e veio a falecer de uma doença rara.

Custódio pretende requerer, administrativamente, a pensão por morte de sua finada companheira, optando por fazer uma justificação administrativa.


Diante dessa situação e da norma de regência, em relação às condições para a prova a ser realizada por Custódio é correto afirmar que


A

é admitida a prova exclusivamente testemunhal desde que relativa a todo o período da união estável.


B

exige-se início de prova material contemporânea aos fatos e produzida em período não superior a 24 meses anteriores ao óbito.


C

é proibida a realização de prova testemunhal para tal fim, só se admitindo a documental.


D

Custódio deverá ter prova documental e testemunhal da união estável, sendo irrelevante que sejam antigas ou recentes.


E

caso haja certidão de nascimento de filho havido em comum entre Custódio e Regina, fica dispensada a produção de outras provas.