Questões de Concurso sobre Decidir Requerimento de Concessão/Revogação de Gratuidade de Justiça

 
 
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Entendendo a parte autora que não dispunha de recursos para custear as despesas do processo, requereu ao juiz o deferimento da gratuidade da justiça, o que restou deferido. Questionada pela parte ré a concessão do benefício o juiz, em decisão interlocutória, não revogou sua decisão anterior.

Desejando se insurgir contra esse pronunciamento judicial, poderá a parte ré:


A

interpor o recurso de agravo de instrumento;


B

interpor apelação, em caso de sentença desfavorável;


C

impetrar a via do mandado de segurança, no prazo de 120 dias;


D

se conformar, pois a referida decisão é irrecorrível;


E

apresentar inconformismo em preliminar de contestação.

Caio, 58 anos, auxiliar de serviços gerais, que aufere renda mensal de um salário mínimo, procurou a Defensoria Pública para ajuizar ação em face do Banco Conta Fácil, que concedeu empréstimos fraudulentos em seu nome, sem o seu conhecimento. Foi ajuizada ação de obrigação de fazer, para compelir o banco réu a se abster de promover as cobranças dos empréstimos fraudulentos em face de Caio, bem como ao pagamento de indenização por danos morais, além da concessão do benefício da justiça gratuita. Distribuída a ação, foi imediatamente concedida a gratuidade de justiça em favor do autor. Posteriormente, foi proferida sentença julgando procedentes os pedidos formulados por Caio. Na fase de cumprimento de sentença, sobrevém a notícia da morte de Caio, vítima de infarto fulminante. De acordo com a certidão de óbito, Caio era solteiro, não tinha bens e deixou um único filho, João. Assim que João tomou conhecimento da existência dessa ação judicial, decidiu ingressar no feito.


Diante dessa situação, é correto afirmar que:


A

o benefício da gratuidade de justiça deferido em favor de Caio se estende a João, uma vez que a hipossuficiência de eventual sucessor é presumida;


B

João terá direito à gratuidade de justiça desde que a requeira expressamente e o pedido seja deferido, à luz das provas produzidas pelo requerente;


C

João gozará do direito à gratuidade de justiça, desde que opte por continuar sendo representado pela Defensoria Pública;


D

João deverá oferecer caução idônea para pleitear o direito à gratuidade de justiça.

 
 
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