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Com relação às provas é certo que,
o ônus de provar o término do contrato de trabalho quando negados a prestação de serviço e o despedimento é do empregado.
o ônus de provar o requerimento do vale transporte assim como a ausência de intervalo intrajornada é do empregado.
a não apresentação pelo empregador dos controles de freqüência gera presunção absoluta de veracidade da jornada de trabalho.
o ônus da prova, em regra, incumbe a parte reclamada quanto ao fato constitutivo do direito do reclamante.
a presunção de veracidade da jornada de trabalho, exceto se prevista em instrumento normativo, pode ser elidida por prova em contrário.
Com base na situação hipotética apresentada, assinale a opção correta.
Ao reconhecer a prestação de serviços, cabia à reclamada o ônus da prova da ausência dos elementos definidores da relação de emprego.
Ao negar a relação de emprego, a reclamada não teria o ônus de provar sua alegação, sendo do reclamante o encargo da prova dos elementos definidores da relação de emprego.
A decisão que defere horas extras com base em prova oral ou documental é sempre limitada ao tempo por ela abrangido.
A presunção de veracidade da jornada de trabalho prevista em instrumento normativo não pode ser elidida por prova em contrário.
Aplica-se às varas do trabalho o princípio da identidade física do juiz.
I. O reclamante juntou documento com a petição inicial, cuja assinatura foi impugnada pelo reclamado na contestação.
II. O reclamado alega ter terminado o contrato de trabalho e o reclamante sustenta a continuidade de sua vigência.
III. O reclamante pleiteia horas-extras que o reclamado alega não serem devidas em razão do exercício de cargo de direção.
Em tais situações, o ônus da prova é do
reclamado.
reclamante, reclamado e reclamante, respectivamente.
reclamado, reclamante e reclamado, respectivamente.
reclamante, reclamado e reclamado, respectivamente.
reclamante.
Considere as assertivas abaixo a respeito das provas:
I. O ônus de provar o término do contrato de trabalho, quando negados a prestação de serviços e o despedimento, é do empregado.
II. Em regra, a prova da jornada extraordinária é do empregado por tratar-se de fato constitutivo do seu direito.
III. É do empregador o ônus da prova do fato impeditivo, modificativo ou extintivo da equiparação salarial.
IV. O termo inicial do direito ao salário-família coincide com a prova da filiação e, em regra, se feita em juízo, corresponde à data do ajuizamento do pedido.
Está correto o que consta APENAS em
II, III e IV.
I, II e III.
III e IV.
I e IV.
I e III.
Ao contestar uma reclamação trabalhista em que o reclamante postula verbas rescisórias decorrentes da despedida injusta, a empresa alegou justa causa para a rescisão do contrato de trabalho. Nesse caso, o ônus da prova incumbe
No que concerne ao ônus da prova, são fatos extintivos
a simulação e o dolo.
o pagamento e a remissão de dívida.
a violência e o erro.
a incapacidade e a má-fé.
o dolo e a má-fé.
A distribuição do ônus da prova no processo do trabalho
é disciplinada apenas pelo CPC.
incumbe ao reclamado a prova do fato constitutivo da ação.
é fixada pelo juízo.
incumbe sempre ao reclamado.
é disciplinada pela CLT e, subsidiariamente, pelo CPC.