O senhor Rui dos Santos, após ser vítima do delito de roubo...
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O senhor Rui dos Santos, após ser vítima do delito de roubo...

O senhor Rui dos Santos, após ser vítima do delito de roubo perpetrado por Nei da Silva, preso em flagrante delito, ao tomar conhecimento de que o Promotor de Justiça havia perdido o prazo de cinco dias (art. 46, do CPP) para oferecer denúncia, resolve intentar ação privada subsidiária da pública, por meio de queixacrime. Decorridos alguns dias, incomodado pelo trabalho e pelo desgaste emocional, o querelante resolve desistir da ação. Esta medida acarretará:


A

a decadência do direito de ação.


B

a perempção da ação.


C

a extinção da punibilidade.


D

a renúncia tácita do querelante.


E

a retomada da titularidade da ação pelo Ministério Público, que já atuava como assistente litisconsorcial.