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Um homem foi preso em flagrante por ter, supostamente, cometido crime de roubo qualificado. Dadas as circunstâncias, o delegado plantonista resolveu, fundamentadamente, valendo-se do art. 21 do Código de Processo Penal, decretar sua incomunicabilidade. A atitude da autoridade policial foi:
correta, pois em casos de crimes hediondos e praticados com violência, a providência da incomunicabilidade pode ser adotada, desde que de modo fundamentado
correta, pois o artigo 21 está em plena vigência e se coaduna com a Constituição de 1988 que, embora garantista, aceita limitações aos direitos individuais
incorreta, pois o artigo 21, embora esteja em plena vigência, não se aplica nos casos de crimes praticados com violência
incorreta, pois o artigo 21 não foi recepcionado pela Constituição de 1988
No curso do inquérito policial, os indiciados poderão requerer qualquer diligência, que será realizada, ou não, a juízo da autoridade.
Certo
Errado
O preso não tem direito à identificação dos responsáveis por sua prisão ou por seu interrogatório policial.
Certo
Errado
O indiciado poderá ficar incomunicável, a depender de despacho nos autos, somente quando o interesse da sociedade ou a conveniência da investigação assim exigir.
Certo
Errado
Durante as investigações em relação a uma quadrilha que aplicava golpes em cidades do interior a polícia efetuou a prisão de um de seus membros. O delegado, para impedir que este, ao se comunicar com terceiros, prejudicasse a apuração dos fatos, entendeu pela incomunicabilidade do indiciado. Diante desse fato, assinale a afirmativa incorreta.
Grande parte da doutrina pátria entende estar tal possibilidade proibida pela nova ordem constitucional que vedou tal hipótese durante o estado de defesa.
Em que pese o posicionamento majoritário da doutrina, existem posições que defendem a possibilidade da decretação da incomunicabilidade nas situações normais, estando vedada a hipótese apenas na excepcionalidade do estado de defesa.
A incomunicabilidade, em nenhuma hipótese, se aplicará ao defensor legalmente constituído.
Depende sempre de despacho nos autos, sendo decretado pela autoridade policial por prazo nunca superior a três dias, desde que existente fundada necessidade para o andamento da investigação.
Uma vez decretada a incomunicabilidade, não poderá haver a prorrogação do prazo legal previsto.
Instaurado inquérito policial para investigação de roubo de veículos na cidade de Foz do Iguaçu, Marivaldo é preso preventivamente, pela suposta prática dos crimes dos arts. 157, § 2º, I e 288 do Código Penal. Tendo sido comunicada a prisão e encaminhada a cópia do cumprimento do mandado ao Defensor Público, que se dirigiu à Delegacia de Polícia. De acordo com as prerrogativas contidas na Lei Complementar nº 80/94 e as disposições do Código de Processo Penal analise as afirmações abaixo.
I. Se houver a decretação da incomunicabilidade do indiciado, o Defensor Público não poderá se entrevistar com aquele, a fim de assegurar a continuidade das investigações.
II. O Defensor Público deverá agendar previamente a sua visita à Delegacia de Polícia para se entrevistar com o preso.
III. O Defensor Público terá acesso aos autos do inquérito policial, podendo apenas tomar apontamentos.
IV. Enquanto não relatado o inquérito policial o Defensor Público poderá ter acesso aos autos, mas não obterá cópias, dada a sua sigilosidade.
V. O Defensor Público não precisará de procuração do indiciado para ter vista dos autos do inquérito policial, podendo praticar os atos que entender necessários.
Está correto o que se afirma em
III, apenas.
V, apenas.
III e V, apenas.
III, IV e V, apenas.
I, II, III, IV e V.