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Santos (2007), falando das dificuldades do SUS, aponta para os seguintes problemas:
I. a atenção básica expande-se a todas as classes econômico-sociais do país, constituindo-se na porta de entrada preferencial do sistema, embora careça de reunir potências transformadoras na estruturação do novo modelo de atenção preconizado pelos princípios constitucionais;
II. os serviços assistenciais de média e alta complexidade estão cada vez mais dando conta das relações entre oferta e demanda, embora ainda falte avançar na promoção da saúde;
III. os gestores municipais complementam valores defasados da tabela do SUS na tentativa de aliviar a repressão da demanda, nos serviços assistenciais de média e alta complexidade;
IV. com o enorme crescimento das empresas de planos privados e consequente agressividade de captação de clientela, as camadas médias da sociedade, incluindo os servidores públicos, justificam e reforçam sua opção pelos planos privados de saúde;
V. a judicialização do acesso a procedimentos assistenciais de médio e alto custo às camadas média-média e média-alta da população aprofundam a iniquidade e a fragmentação do sistema.
Dos itens, verifica-se que estão corretos apenas
II e V.
I, II e IV.
I, III e IV.
III, IV e V.
I, II, III e V.