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A mãe de um adolescente de 16 anos procura a enfermeira da Estratégia Saúde da Família para solicitar orientação sobre como proceder com seu filho que já tem a personalidade mais retraída e, há cerca de um mês, não vai para a escola, não se comunica verbalmente ou faz contato visual com seus familiares e pouco levanta da cama. Segundo a mãe, ele já não consegue manter sozinho a preservação do autocuidado e segue com pouco interesse nas atividades do dia-a-dia. Ela relata que desconhece o uso de álcool ou outras drogas. Considerando que esse adolescente tenha transtorno mental grave, a conduta da enfermeira deve ser:
orientar a família quanto a necessidade de levá-lo para o atendimento em um CAPS
solicitar vaga zero na regulação para realizar o translado do paciente para o serviço de urgência e emergência
realizar visita domiciliar de urgência para coletar informações e contactar o matriciador para realizar a discussão do caso com outros serviços do território
convidar o adolescente para a realização de um atendimento de interconsulta na Unidade da Estratégia a fim de avaliar introdução de terapia medicamentosa