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Nos cuidados à pessoa em situação de violência,
o atendimento será feito somente para as pessoas vítimas de violência psicológica, as quais devem ser submetidas à avaliação e acompanhamento psicológico.
o acolhimento é o primeiro passo, devendo ser realizado por um enfermeiro ou médico, assemelhando-se integralmente à triagem tradicional na Unidade Básica de Saúde.
o segundo momento é o atendimento, que deve ser uma ação solitária e não envolver toda a equipe de saúde e a rede de cuidados, com a finalidade de manter a privacidade e confidencialidade do caso.
o primeiro passo é o acolhimento, que significa uma disponibilidade do profissional para realizar uma escuta sensível e atenta que permita a criação de vínculos de confiança com o usuário.
antes de ser encaminhado ao serviço de emergência, o caso de violência sexual que chega à Atenção Básica precisa ser acolhido e, se a vítima consentir na notificação, a equipe de saúde deve assim fazê-lo.
Segundo a Portaria nº 1600/11, que reformula a Política Nacional de Atenção às Urgências, cabe ao componente Sala de Estabilização:
Garantir a assistência 24 horas, vinculado a um equipamento de saúde, na estabilização de pacientes críticos ou graves, e eventual encaminhamento à rede de atenção à saúde pela central de regulação das urgências.
Realizar o atendimento domiciliar para estabilização em situações emergenciais de risco de populações com vulnerabilidades específicas e/ou em regiões de difícil acesso.
Limitar o acesso, o fortalecimento do vínculo e a responsabilização, no primeiro cuidado, para estabilização das urgências e emergências.
Realizar o atendimento precoce em via pública da vítima com agravo à saúde, garantindo o transporte adequado ao serviço de saúde para estabilização.
Desenvolver atendimento integrado com diferentes nações em situações de catástrofes.
Em relação às ações e serviços de média e alta complexidade, a Política Nacional de Atenção às Urgências e Emergências na Rede de Atenção às Urgências e Emergências (RUE) afirma que são componentes dessa rede os seguintes serviços:
atenção básica, serviço de atendimento móvel, unidade de pronto atendimento, hospital.
unidade de pronto atendimento, serviços de atendimento móvel, componente hospitalar.
serviço de atendimento móvel, central de regulação das urgências, unidades de pronto atendimento e componente hospitalar.
serviço de atendimento móvel, central de regulação das urgências, salas de estabilização, unidades de pronto atendimento e componente hospitalar.
Segundo a Política Nacional de Atenção em Urgências do Ministério da Saúde, atendimento pré-hospitalar móvel é aquele que:
Procura atender a vítima precocemente, após agravo à saúde de natureza clínica ou cirúrgica, com exceção das urgências psiquiátricas.
Presta atendimento ao cliente no local da ocorrência e/ou transporta-o adequadamente para um serviço de saúde.
Presta remoção de paciente em ventilação mecânica não-invasiva, de um município para outro acompanhado pelo técnico de enfermagem e por familiares.
É prestado por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e auxiliares de enfermagem, aos clientes com necessidade de assistência ventilatória mecânica invasiva.
Está vinculado a uma Central de Regulação de Urgência e Emergência, chefiada por qualquer profissional da área de saúde.
Segundo a Portaria nº 1.600, de 7 de julho de 2011, em seu art. 2°, “constituem-se diretrizes da Rede de Atenção às Urgências”, entre outros, EXCETO:
-
I. Ampliação do acesso e acolhimento aos casos agudos demandados aos serviços de saúde em todos os pontos de atenção, contemplando a classificação de risco e intervenção adequada e necessária aos diferentes agravos.
II. Garantia da universalidade, equidade e integralidade no atendimento às urgências clínicas, cirúrgicas, gineco psiquiátricas, pediátricas e às relacionadas a causas externas (traumatismos, violências e acidentes).
III. Regionalização do atendimento às urgências com articulação das diversas redes de atenç regulado aos serviços de saúde.
IV. Humanização da atenção garantindo efetivação de um modelo centrado no usuário e baseado nas suas necessidades de saúde.
V. Garantia de implantação de modelo de atenção de caráter multiprofissional, compartilhado por trabalho em equipe, instituído por meio de práticas clinicas cuidadoras e baseado na gestão de linhas de cuidado.
-
Estão CORRETAS as alternativas:
I, II, III, e IV apenas.
I, II e IV apenas.
II e III apenas.
I, II, III, IV e V.
III, IV e V apenas.
Na Política Nacional de Atenção às Urgências, de acordo com a Portaria nº 1.863/GM em seu art. 3º, a organização de redes loco regionais de atenção integral às urgências, enquanto elos da cadeia de manutenção da vida, tece em seus diversos componentes: EXCETO:
Componente Pré-Hospitalar Fixo: unidades básicas de saúde e unidades de saúde da família, equipes de agentes comunitários de saúde, ambulatórios especializados, serviços de diagnóstico e terapias, e Unidades não hospitalares de Atendimento às Urgências, conforme Portaria GM/MS nº 2048, de 05 de novembro de 2002.
Componente de financiamento - Instituir financiamento para investimento e custeio do componente pré-hospitalar móvel, visando à implantação e implementação dos SAMU - 192.
Componente Pré-Hospitalar Móvel: - SAMU - Serviço de Atendimento Móvel de Urgências e os serviços associa dos de salvamento e resgate, sob regulação médica de urgências e com número único nacional para urgências medicas.
Componente Hospitalar: portas hospitalares de atenção às urgências das unidades hospitalares gerais de tipo I e II e das unidades hospitalares de referência tipo I, II e III, bem como toda a gama de leitos de internação, passando pelos leitos gerais e especializados de retaguarda, de longa permanência e os de terapia semi-intensiva e intensiva, mesmo que esses leitos estejam situados em unidades hospitalares que atuem sem porta aberta às urgências.
Componente Pós-Hospitalar: modalidades de Atenção Domiciliar, Hospitais-Dia e Projetos de Reabilitação Integral com componente de reabilitação de base comunitária.
De acordo com a Portaria nº 1.820, de 13 de agosto de 2009, que dispõe sobre os direitos e deveres dos usuários da saúde, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Nas situações de urgência/emergência, qualquer serviço de saúde deve receber e cuidar da pessoa bem como encaminhá-la para outro serviço no caso de necessidade.
( ) O encaminhamento às especialidades e aos hospitais, pela Atenção Básica, será estabelecido em função da necessidade de saúde e indicação clínica, levando-se em conta a gravidade do problema a ser analisado pelas centrais de regulação.
( ) Toda pessoa tem direito ao atendimento humanizado e acolhedor, realizado por profissionais qualificados, em ambiente limpo, confortável e acessível a todos, sendo garantido o direito a visita diária não inferior a seis horas em todas as unidades de internação.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
V V F
V F V
V F F
F V F
F F V
Leia o caso clínico a seguir.
A senhora R., mulher de 70 anos, estava sozinha em casa quando sentiu-se mal com uma intensa dor de cabeça de início súbito. Resolveu ir até o posto de saúde da família. Ao chegar lá, só conseguiu falar que estava com uma dor muito forte na cabeça e desmaiou logo em seguida. A equipe da Estratégia Saúde da Família a socorreu prontamente e verificou que seus sinais vitais estavam normais, porém a senhora R. continuava inconsciente. O SAMU foi chamado e rapidamente a levou até a UPA, onde foi monitorizada e submetida a exames clínicos e laboratoriais. Logo depois, a senhora R. foi transferida, novamente pelo SAMU, para a UTI de um hospital de referência.
De acordo com a Portaria n. 1.600, de 7 de julho de 2011, os pontos de atenção à saúde em que a senhora R. foi atendida são componentes da
rede de atenção às doenças crônicas.
política de atenção à saúde da mulher.
rede de atenção às urgências.
política de atenção à pessoa idosa.
A Política Nacional de Atenção às Urgências instituiu a Rede de Atenção às Urgências no Sistema Único de Saúde (SUS), constituem diretrizes da Rede de Atenção às Urgências, EXCETO,
garantia da universalidade, equidade e integralidade no atendimento com prioridade às urgências clínicas, com gestão de práticas nas linhas de cuidado ao infarto agudo do miocárdio e ao acidente vascular cerebral.
regionalização do atendimento às urgências com articulação das diversas redes de atenção e acesso regulado aos serviços de saúde.
atuação territorial, definição e organização das regiões de saúde e das redes de atenção a partir das necessidades de saúde destas populações, seus riscos e vulnerabilidades específicas.
atuação profissional e gestora visando ao aprimoramento da qualidade da atenção por meio do desenvolvimento de ações coordenadas, contínuas e que busquem a integralidade e longitudinalidade do cuidado em saúde.
articulação interfederativa entre os diversos gestores desenvolvendo atuação solidária, responsável e compartilhada.
A “vaga zero” é um recurso essencial para garantir acesso imediato aos pacientes com risco de morte ou sofrimento intenso, devendo ser considerada como situação de exceção e não uma prática cotidiana na atenção às urgências. Sobre o assunto,analise as afirmativas, responda V ou F e assinale a opção correta:
( ) | O encaminhamento de pacientes como “vaga zero” é prerrogativa e responsabilidade exclusiva dos médicos reguladores de urgências, que deverão, obrigatoriamente, tentar fazer contato telefônico com o médico que irá receber o paciente no hospital de referência, detalhando o quadro clínico e justificando o encaminhamento. |
( ) | No caso de utilizar-se a “vaga zero” em Serviço Hospitalar de Urgência e Emergência superlotado ou sem capacidade técnica de continuidade do tratamento, caberá à equipe médica estabilizar o paciente e, depois de obtidas as condições clínicas que permitam a transferência, comunicar o fato à regulação, cessando a responsabilidade do gestor público pela obtenção de vagas para a continuidade do tratamento,a não ser, na necessidade com a compra de leitos na forma da lei. |
( ) | O médico plantonista do Serviço Hospitalar de Urgência e Emergência deverá acionar imediatamente o coordenador de fluxo, e na inexistência deste o diretor técnico do hospital, quando o Serviço Hospitalar de Urgência e Emergência receber pacientes encaminhados na condição de “vaga zero”. |
A análise permite concluir que:
V, V, V.
V, V, F.
V, F, F.
F, F, F.
V, F, V.
A organização da Rede de Atenção às Urgências tem a finalidade de articular e integrar todos os equipamentos de saúde, objetivando ampliar e qualificar o acesso humanizado e integral aos usuários em situação de urgência e emergência nos serviços de saúde, de forma ágil e oportuna (Portaria 1600, Ministério da Saúde, 2011).
A Rede de Atenção às urgências priorizará as linhas de cuidados:
neurológico, traumatológico e renal.
neurológico, traumatológico e hepático.
hepático, cardiovascular e traumatológico.
cerebrovascular, musculoesquelético e traumatológico.
cardiovascular, cerebrovascular e traumatológico.
Segundo a Politica Nacional de Atenção às Urgências, do Ministério da Saúde, alguns dos medicamentos obrigatórios que deverão constar nos veículos de suporte avançado são:
Epinefrina; Soro Glicosado 5%; Fiber Bran; Gutalax; Furosemida.
Lanatosideo C; Ketalar; Midazolan; Dimeticona; Laxol.
Soro fisiológico 0,9%; Adrenalina; Diazepan; Fentanil; Dipirona.
Soro fisiológico 0,9%; Dopamina; Anfepramona; Clomid; Laxol.
Soro Soro Glicosado 5%; Adrenalina; Diazepan; Finasterida; Gutalax.