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Leia as afirmativas a seguir:
I. A educação em saúde visa a diminuir a autonomia das pessoas no seu cuidado.
II. Os tumores sólidos, em pacientes infantojuvenis, incluem os do sistema nervoso central/cérebro.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
As duas afirmativas são falsas.
Analise os itens a seguir, tendo como base a instituição da Política Nacional de Atenção Oncológica, Portaria 2439GM/2005, em seu escopo de promoção, prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação e cuidados paliativos refe entes aos pacientes com câncer.
I. definição de critérios técnicos adequados para o funcionamento e avaliação dos serviços públicos e privados que atuam nos diversos níveis da atenção oncológica, bem como os mecanismos de sua monitoração;
II. fomentar, coordenar e executar projetos estratégicos de incorporação tecnológica, mediante estudos de custo efetividade, eficácia e qualidade e avaliação tecno lógica da atenção oncológica no Brasil;
III. capacitação das equipes de saúde da Atenção Básica, considerando o enfoque estratégico da promoção e envolvendo todos os profissionais de nível superior, de acordo com as diretrizes do SUS e alicerçada nos
Polos de E ducação Permanente em Saúde; com as diretrizes do SUS e alicerçada nos Polos de E ducação Permanente em Saúde;
IV. desencadear ações que propiciem a preservação do meio ambiente e a promoção de entornos e ambientes mais seguros e saudáveis, incluindo o ambiente de trabalho dos cidadãos e coletividades;
V. e stabelecer que o Instituto Nacional de Câncer seja o único Centro de Referência de Alta Complexidade do Ministério da Saúde, formulando e executando toda a Política Nacional de Atenção Oncológica.
De acordo com a legislação apresentada no enunciado, é verdadeiro o que está contido apenas:
nos itens I, II e III.
nos itens I, III e V.
nos itens I, II e IV
no item IV.
Leia as afirmativas a seguir:
I. O câncer em crianças e adolescentes apresenta, em geral, crescimento rápido.
II. No Brasil, é proibido o acesso universal às ações de saúde.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
As duas afirmativas são falsas.
Leia as afirmativas a seguir:
I. Os tumores sólidos, em pacientes infantojuvenis, incluem os tumores abdominais (neuroblastomas, hepatoblastomas, nefroblastomas).
II. A Estratégia Saúde da Família busca criar fatores que colocam a saúde em risco.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
As duas afirmativas são falsas.
Leia as afirmativas a seguir:
I. A atuação da ESF no câncer infantojuvenil é de fundamental importância pelo fato de propiciar, pelas características de seu processo de trabalho, o diagnóstico e o início do tratamento oncológico adequado.
II. É vedado ao SUS realizar ações de vigilância nutricional.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
As duas afirmativas são falsas.
Leia as afirmativas a seguir:
I. O tumores hematológicos, em pacientes infantojuvenis, incluem os linfomas.
II. Ser empático não é um comportamento favorável ao atendimento em serviços de saúde.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
As duas afirmativas são falsas.
O Instituto Nacional de Câncer INCA atua desde 1997 como Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde OMS para controle do tabagismo.
Sobre as responsabilidades assumidas pelo Instituto assinale a alternativa INCORRETA.
Fortalecer o controle do tabagismo no Brasil.
Colaborar provisoriamente com a OPAS/OMS na implementação da Convenção Quadro para o Controle do Tabaco na América Latina.
Produzir material em português para a OMS com o objetivo de fortalecer o controle do tabagismo nos países lusofônicos.
Implementar programas de treinamento e estratégias para o controle do tabagismo no Brasil, em consonância com as recomendações da OMS/OPAS.
Prover assistência técnica na implementação de programas e estratégias similares na América Latina.
O câncer de colo de útero é o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres, sendo responsável pelo óbito de aproximadamente 230 mil mulheres por ano. No Brasil, a principal estratégia utilizada para rastreamento e controle do câncer, recomendada pelo Ministério da Saúde, é o:
controle das doenças sexualmente transmissíveis, especificamente pelo Papiloma Vírus Humano (HPV);
ultrassonografia;
histeroscopia.
exame citopatológico em mulheres de 25 a 59 anos;
Instituto Nacional de Câncer (INCA), órgão do Ministério da Saúde (MS), é responsável pela orientação da política nacional de câncer no Brasil. Em estudo realizado pelo INCA, relativo à prevalência do câncer na população feminina, destaca-se que:
cerca de 70% dos casos da doença chegam aos hospitais em estágio inicial;
o câncer é considerado um problema de saúde pública;
o câncer de colo de útero é um dos tipos mais incidentes e o segundo em mortalidade entre as mulheres;
o câncer é a segunda causa de morte por doença no país, perdendo apenas para as causas externas – referentes a atendimentos de emergência.
Em relação à prevenção do câncer do colo do útero, assinale a alternativa correta.
O início da coleta deve ser aos 25 anos de idade para todas as mulheres, independente da atividade sexual.
O carcinoma epidermoide, tipo mais incidente e que acomete o epitélio glandular (representa cerca de 80% dos casos), e o adenocarcinoma, tipo mais raro e que acomete o epitélio escamoso.
A adoção das vacinas anti-HPV não elimina a necessidade da prevenção secundária por meio do rastreamento, pois as mesmas não oferecem proteção para 30% dos casos de câncer do colo do útero causados por outros tipos virais oncogênicos.
O método de rastreamento do câncer do colo do útero e de suas lesões precursoras é o exame citopatológico. O intervalo entre os exames deve ser de dois anos e, após três exames negativos, com intervalo anual.
Constituir redes municipais de atenção oncológica, formalizadas nos planos municipais de saúde, organizadas em níveis hierarquizados, com estabelecimento de fluxos de referência e contra-referência, garantindo acesso e atendimento integral, é função da Política Nacional de Atenção Oncológica.
A partir de 2009, o INCA passou a ter competência para desenvolver ações nacionais de controle do câncer, tornando-se referência nacional para a prestação de serviços oncológicos no âmbito do SUS.
As ações de vigilância da saúde devem desencadear ações que propiciem a preservação do meio ambiente e a promoção de entornos e ambientes mais seguros e saudáveis.
A Política Nacional de Atenção Oncológica permite desenvolver estratégias coerentes com a Política Nacional de Alta Complexidade, voltadas para a identificação dos determinantes e condicionantes das principais neoplasias malignas e orientadas para o desenvolvimento de ações intersetoriais de responsabilidade pública e da sociedade civil que promovam a qualidade de vida e saúde.
A Rede Câncer tem, entre outros, o objetivo de promover a geração de conhecimento científico e o desenvolvimento tecnológico no campo da atenção oncológica.
Definir critérios técnicos adequados para o funcionamento e a avaliação dos serviços públicos e privados que atuam nos diversos níveis da atenção oncológica é preocupação da Política Nacional de Atenção Oncológica.
A política nacional de atenção oncológica apresenta, como linha central de atendimento, os cuidados paliativos, visando à função curativa.
Rede Câncer é uma ferramenta de integração das diversas parcerias, desde que sejam públicas, visando o compartilhamento de conhecimento e recursos, para o controle do câncer.
A média complexidade deve desenvolver mecanismos e parâmetros de avaliação do impacto a curto, médio e longo prazo das ações e serviços prestados em todos os níveis da atenção à saúde.
Certo
Errado