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O Sistema de Informação Ambulatorial do SUS foi desenvolvido com o objetivo de organizar os dados referentes à produção de serviços para facilitar o processo de pagamento dos prestadores do SUS.
O Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC), que fornece dados como sexo do bebê, local onde ocorreu o nascimento, tipo de parto, peso ao nascer e nome dos pais, foi criado em 1999 e contém dados coletados a partir de 2000.
Em caso de morte natural, o médico do Programa de Saúde da Família e outros assemelhados devem emitir DO para óbitos de pacientes em tratamento sob regime domiciliar, podendo, se necessário, acionar o Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) quando existente na localidade.
A mortalidade infantil proporcional de menores de um ano de idade é calculada pela divisão do número de óbitos em menores de um ano em determinado período e local e o número total de nascidos vivos do mesmo período e local, seguida da multiplicação por mil.
Sobre o sistema de informação em saúde, é correto afirmar que:
é um instrumento para coletar, organizar e analisar dados necessários à definição de problemas e riscos para a saúde.
ainda não foi criado para as equipes do PSF, sendo neste caso utilizado o SIAB, que é específico da Atenção Básica.
deve ser centralizado, para permitir que sejam conhecidas as informações de todos os locais.
tem por objetivo final controlar a quantidade e a qualidade dos serviços prestados à população.
é importante para subsidia os níveis regionais e centrais de gestão na decisão de financiamento, mas pouco auxiliam no planejamento municipal, que deve ser fundamentado nas experiências dos gestores locais.
O Sistema de Informações de Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS) é um banco de dados cujo objetivo é coletar informações sobre as receitas totais e despesas com ações e serviços públicos de saúde das três esferas de governo.
O bom funcionamento do SUS, fomentado por uma política de saúde, independe de informação para o planejamento, programação e execução de ações estratégicas de saúde.
O sistema de informação em saúde não possui nenhum aplicativo de cadastramento de hipertensos, o que poderia auxiliar na ampliação da pesquisa realizada.
Um dos marcos no processo de aperfeiçoamento do fluxo de informações e alimentação do banco de dados do SIS/SUS foi a centralização dessa tarefa na esfera federal, agilizando o processo.
O DATASUS é um órgão de informática de âmbito nacional, com papel importante como centro tecnológico de suporte técnico e normativo para a montagem dos sistemas de informática e informação da saúde. Suas extensões estaduais constituem a linha de frente no suporte técnico às secretarias estaduais e municipais de saúde.
Para posterior ressarcimento de despesas, o Sistema de Identificação ao Beneficiário (SIB) é um importante instrumento de identificação dos beneficiários que receberam assistência médico-hospitalar do SUS, mediante cruzamento de dados com os da autorização de internação hospitalar (AIH).
O Programa de Qualificação e Estruturação da Gestão do Trabalho no SUS (PROGESUS) possui o papel de incentivar os estados e os municípios a criarem um sistema de informação gerencial que substitua o Sistema Nacional de Informações em Gestão do Trabalho do SUS (INFORSUS).
O sistema de educação superior mostra-se deficiente em relação à quantidade de profissionais de saúde formados, condição essencial à realização de inovações.
O Sistema de Informações sobre Agravos Notificáveis (SISNAN) registra e processa dados sobre agravos à saúde de notificação compulsória em todo o país.
Certo
Errado
A análise da situação de saúde prescinde de relação direta com aspectos epidemiológicos, financeiros, demográficos, territoriais, ambientais, de saneamento, oferta de ações e serviços, e, em especial, de sistemas de tomada de decisão com suporte em tecnologia da informação.
O controle de nascimentos e óbitos é realizado, respectivamente, pelos sistemas de informação sobre nascidos vivos e sobre mortalidade, os quais são alimentados diretamente por médicos ou por cartórios de registro civil. É possível, por meio da análise dos dados desses sistemas, verificar quantos indivíduos nasceram em hospitais particulares ou na rede do SUS.
Os SISs atuais em funcionamento nos hospitais públicos indicam uma total padronização nos procedimentos de obtenção, análise e disseminação das informações de saúde.
A PNCTIS contemplou fracamente os principais condicionantes relativos à saúde coletiva.
Os usuários do SUS, portadores do número nacional de identificação, ainda não têm seus dados de consultas médicas e prontuários informatizados, o que se prevê com a implantação de um sistema no final de 2008, o qual facilitará o acesso e o controle de atendimentos pela população e pelo SUS.