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De acordo com o segundo teorema do bem-estar social, no equilíbrio final, é possível que os agentes dividam igualitariamente as unidades do bem X, ou seja, cada um poderá ter 6 unidades do bem X.
Certo
Errado
Uma das hipóteses para que o 2º Teorema do Bem-Estar Social seja válido é que
o conjunto de produção seja côncavo.
os mercados sejam incompletos.
a informação seja assimétrica.
as preferências sejam convexas.
as preferências sejam localmente saciadas.
No contexto da Análise dos Equilíbrios Geral e Parcial, e diante da realidade de escassez de recursos, há muitos economistas (os que pertencem ao mainstream da economia) que atribuem à criação de mecanismos de incentivo que induzam à competição no mercado como sendo a forma mais eficiente de distribuir o bem-estar na sociedade. Por outro lado, há alguns que defendem o controle de preços como uma forma de garantir o bem-estar econômico para a população, principalmente para os mais pobres. Na literatura econômica, o Primeiro Teorema da Teoria do Bem-Estar descreve o papel do mercado competitivo na alocação dos recursos e o Segundo Teorema da Teoria do Bem-Estar diz respeito à influência das preferências convexas na alocação eficiente no sentido de Paretto.
Considerando o arcabouço teórico dos Equilíbrios Geral e Parcial e todas as simplificações e limitações que os economistas utilizam, nos modelos econômicos, analise as proposições e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) O Equilíbrio Geral trata de entender como a economia se comporta para igualar a demanda à oferta, em todos os mercados e ao mesmo tempo.
( ) A Caixa de Edgeworth é um gráfico em que se pode vislumbrar o equilíbrio parcial de um consumidor e todas as cestas possíveis que o consumidor pode combinar ao mesmo tempo, dada uma restrição de renda.
( ) A Lei de Walras diz que a demanda excedente agregada deve ser igual a zero, apenas para a dotação ótima.
( ) Nem toda alocação eficiente, no sentido de Paretto, pode ser sustentada por um equilíbrio competitivo, se as preferências forem convexas de acordo com o Segundo Teorema da Teoria do Bem-Estar.
( ) Para que o Primeiro Teorema da Teoria do Bem-Estar não seja falacioso, os economistas afirmam que o equilíbrio competitivo só é possível se a função demanda excedente agregada for uma função contínua.
Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
V – F – F – F – V
F – F – F – V – V
F – V – V – V – F
F – V – F – F – V
V – F – V – F – F
Em uma avaliação de alternativas de política econômica para um país com economia aberta e perfeita mobilidade de capitais, sob o modelo Mundell-Fleming, deve-se considerar que
uma expansão monetária tem como resultado a expansão das reservas internacionais, se o câmbio for fixo.
uma expansão monetária desloca em caráter permanente e robusto a curva LM, se o câmbio for fixo.
a curva IS, em uma política monetária expansionista, sofre impacto inicial da queda da taxa de juros e, na sequência, impacto da desvalorização cambial, com câmbio flexível.
uma política monetária expansionista será adequada, se o país estiver com hiato inflacionário e o câmbio for flexível, o que levará a uma contenção interna da despesa agregada, como resultado da combinação dos movimentos da taxa de juros e do câmbio.
uma ação monetária contracionista, com câmbio flexível, não altera a curva LM, que é vertical, portanto, deixando inalterados a curva IS e o nível do produto.
Em um mercado perfeitamente competitivo:
o primeiro Teorema Fundamental do Bem-Estar garante que uma alocação eficiente no sentido de Pareto nos “n” mercados também representa o equilíbrio nos “n-1” mercados (Lei de Walras).
a Lei de Walras garante uma solução de equilíbrio para os mercados.
uma alocação eficiente no sentido de Pareto constitui um equilíbrio de mercado, independentemente das preferências dos consumidores.
o segundo Teorema Fundamental do Bem-Estar não distingue o problema da escassez relativa do problema da distribuição dos bens na sociedade.
pela Lei de Walras, o excedente de demanda agregada será igual a zero somente para os preços de equilíbrio.


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Em um país de economia aberta e com perfeita mobilidade de capitais que pretenda expandir o produto,
a política monetária será eficaz apenas se a taxa de câmbio for flexível.
apenas a política fiscal será eficaz se a taxa de câmbio for flexível.
apenas a política monetária será eficaz se a taxa de câmbio for fixa.
as políticas monetária e fiscal serão eficazes apenas se a taxa de câmbio for fixa.
apenas a política monetária será eficaz se a taxa de câmbio for flexível.
O gráfico abaixo ilustra o modelo IS/LM/BP, representando uma economia em regime de taxa de câmbio fixa.

Na situação representada no gráfico, a(o)
política monetária é impotente.
política fiscal é impotente.
taxa de desemprego é elevada.
mobilidade internacional do capital financeiro é reduzida.
balanço comercial é superavitário.
Num regime cambial de taxa fixa, se houver muita mobilidade internacional do capital financeiro, para estimular a economia, o(a)
déficit do orçamento público precisaria ser zerado.
Banco Central não deveria atuar no mercado cambial.
superávit em conta corrente do balanço de pagamentos precisaria ser zerado.
política monetária seria ineficaz.
política fiscal seria ineficaz.
Considere que o governo deseje estimular a produção e o emprego para tirar o país de uma recessão. Nesse caso, se o país adota um regime de câmbio fixo, a expansão da oferta de moeda é bem mais eficaz do que o aumento dos gastos públicos
A relação entre meios de pagamento, taxas de juros e base monetária é um dos objetos da economia monetária. Sobre essas relações, é correto afirmar que:
em uma economia que adote regime de câmbio fixo, e tenha perfeita mobilidade de capitais, o efeito líquido de uma compra de títulos domésticos no mercado aberto por parte do Banco Central é nulo;
quanto maior for o coeficiente de reservas dos bancos comerciais, e menor a preferência do público por papel moeda, maior será o multiplicador da base monetária;
pela equação de Fisher, as taxas de juros, real e nominal, são determinadas pela inflação passada;
sempre que toma novos empréstimos internacionais e aumenta suas reservas internacionais, o Banco Central cria moeda;
o Banco Central, ao conceder empréstimos aos bancos comerciais, aumenta em igual proporção os meios de pagamento.


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Um sistema de câmbio fixo num regime de livre e perfeita mobilidade de capitais é incompatível com
Numa pequena economia aberta, com taxas de câmbio fixas, uma tarifa às importações aumenta as exportações líquidas porque:
diminui a renda e, em conseqüência, a poupança, o que resulta num aumento de exportações líquidas;
desloca a curva IS para a esquerda, o que leva ao aumento na oferta da moeda para manter a taxa de câmbio fixa, trazendo como conseqüência um aumento da taxa de juros, o que provoca redução da poupança, aumento do investimento e das exportações líquidas;
induz uma redução da oferta monetária por seu efeito sobre a curva LM, aumentando a taxa de juros, a poupança e, conseqüentemente, leva a um aumento das exportações líquidas;
desloca a preferência dos consumidores pelo efeito preço, induzindo uma substituição de importações que atua sobre a escala da indústria, de modo a aumentar as exportações líquidas, já que as importações foram contraídas pela tarifa;
desloca a curva IS para a direita, o que leva ao aumento da oferta de moeda para manter a taxa de câmbio constante, trazendo como conseqüência um aumento da renda, que causa um aumento de poupança, resultando num aumento das exportações líquidas.
Considere uma economia aberta e que não esteja operando em pleno emprego. A taxa de câmbio é fixa e há livre movimento de capitais entre o país e o exterior. Uma expansão nos gastos do governo deve produzir
elevação da taxa de desemprego, qualquer que seja a fonte de financiamento dos gastos do governo.
elevação da taxa de juros, mesmo que haja forte expansão da oferta de moeda.
expansão do produto e da oferta de moeda da economia.
redução do produto e do nível de preços da economia.
aumento da taxa de desemprego e deflação.
Considerando o modelo Mundell-Fleming, em um regime de câmbio fixo com perfeita mobilidade de capital, um aumento da oferta de moeda doméstica causa:
uma elevação, em igual magnitude, do nível geral de preços.
um aumento do fluxo de capitais para a economia local.
uma redução das taxas de juros e um aumento permanente do nível de investimento.
uma redução, em igual magnitude, do valor das reservas internacionais.


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A política monetária em um cenário de mobilidade perfeita de capital e regime de câmbio fixo é ineficaz por que:
ocorre o aumento do nível de preços e do desemprego.
em situação de câmbio fixo, a política monetária alteraria a taxa de inflação interna, deslocando a função de oferta e demanda agregada e anulando os efeitos dos deslocamentos da função investimento, o conhecido efeito crowding-out.
a política monetária não tem qualquer efeito de curto, médio e longo prazo num cenário de rigidez cambial.
qualquer variação da taxa interna de juros em relação ao resto do mundo provoca um fluxo de capital que neutralizaria o choque monetário inicial.
Sobre o modelo de Mundell-Fleming, é verdadeiro afirmar que:
Implica que um regime de câmbio flutuante restringe os condutores de política monetária e da política fiscal na busca da estabilidade da taxa cambial, dos juros e do emprego.
Mostra que a política monetária não influencia a renda agregada num regime de taxa de câmbio fixa.
Mostra que a política sempre fiscal influencia a renda agregada num regime de taxa de câmbio flutuante.
Mostra a inexistência de impactos sobre a taxa de câmbio decorrentes da política fiscal e monetária.