

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.


Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Considere uma economia cuja dinâmica fiscal e macroeconômica é descrita pelos parâmetros a seguir: o superávit primário é de 0,5% do PIB ao ano, a razão dívida–PIB inicial é de 100%, a taxa real de juros é de 3% ao ano, a taxa normal de crescimento do PIB é de 3% ao ano, assumidos constantes ao longo do tempo. A razão dívida–PIB, após 4 anos, expressa em termos percentuais será igual a
96% do PIB.
97% do PIB.
98% do PIB.
99% do PIB.
100% do PIB.
Um ente federativo apresenta déficits primários recorrentes, crescimento moderado do PIB e aumento da razão dívida/PIB, com taxa de juros real superior ao crescimento econômico.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e falsas ( F ) sob a ótica da dinâmica da dívida pública.
( ) Déficits primários persistentes tendem a elevar a relação dívida/PIB, ceteris paribus.
( ) A trajetória da dívida independe do resultado primário no longo prazo.
( ) Quando a taxa de juros real supera o crescimento do PIB, a estabilização da dívida exige esforço fiscal adicional.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
V • V • F
V • F • V
V • F • F
F • V • V
F • F • V
Para se estabilizar a razão dívida-PIB de um país com taxa de juros real de 10% e taxa de crescimento real do PIB de 2%, desconsiderados quaisquer outros ajustes, é necessário um superávit primário superior a 6% do PIB caso a dívida represente 80% do PIB.
Certo
Errado
Quanto maior for a relação entre a dívida externa e o produto interno bruto de um país, maior será seu risco de inadimplência.
Certo
Errado
A razão entre o serviço da dívida externa e as exportações mede a parcela das receitas de exportação utilizada para cobrir os pagamentos do principal, exceto juros, de maneira que um elevado índice não significa maior risco de superendividamento.
Certo
Errado


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
Em uma economia sem inflação, com uma dívida pública inicial de U$ 100, um PIB de U$ 500, na qual cresceu 4% anualmente, e um déficit governamental estabilizado em 2, qual será o percentual da dívida pública em relação ao PIB após um ano?
19,23%.
19,61%.
19,85%.
20%.
20,40%.
Um dos maiores desafios da política fiscal é manter a razão entre a dívida bruta do setor público e o Produto Interno Bruto (PIB) em níveis baixos e estáveis no longo prazo.
Considerando-se que todos os demais fatores permaneçam constantes, o seguinte fator contribui para o aumento da razão dívida pública/PIB:
compromisso do governo com a obtenção de superávits fiscais primários
redução dos gastos do governo
aumento da taxa básica de juros de curto prazo (Selic)
maior ritmo de arrecadação tributária governamental
maiores taxas de crescimento econômico
A dinâmica da dívida pública em relação ao PIB depende da taxa de juros real e do crescimento real do PIB.
Se a dívida pública bruta do Brasil é igual a 80% do PIB em 2024 e supõe-se meta zero de resultado primário para 2025 e 2026, e o crescimento previsto do PIB é de 2% em 2025 e 2026, enquanto a estimativa da taxa real de juros é igual a 6% em 2025 e 2% em 2026.
Logo, a estimativa da dívida pública em relação ao PIB para 2026 é de, aproximadamente,
82,0%.
83,2%.
84,0%.
84,8%.
85,4%.
Em relação à dinâmica da razão da dívida pública no que se refere ao PIB, ceteris paribus, é incorreto afirmar que
a expansão do déficit primário eleva essa razão.
o maior crescimento real do PIB reduz essa razão.
quanto menor a diferença entre a taxa real de juros e o crescimento real da economia, maior a variação dessa razão.
reformas estruturais que ampliem a produtividade do trabalho contribuem para redução dessa razão ao longo do tempo.
o aumento da arrecadação tributária reduz a variação dessa razão.
Em relação à dinâmica do percentual da dívida pública em relação ao PIB, assinale a afirmativa incorreta.
O percentual pode se reduzir, mesmo com a existência de déficits primários.
O percentual pode se elevar, mesmo se o crescimento real do PIB for maior do que a taxa real de juros.
Se o percentual for igual a 50% no ano t-1 e o crescimento e juros reais forem iguais a 10% e 4%, respectivamente, então o governo precisa alcançar, no mínimo, um superávit primário de 3% para a dívida/PIB não subir.
Se o governo impuser uma política monetária fortemente contracionista e ao mesmo tempo uma política fiscal expansiva que incorra em elevados déficits nominais, a razão dívida/PIB irá se reduzir.


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Em um determinado ano, as receitas do governo totalizaram R$ 800 milhões e as despesas R$ 900 milhões. Sabe-se que a dívida pública é R$ 1 bilhão e o déficit operacional foi de R$ 200 milhões. Podemos concluir que:
a taxa de inflação foi de 10% ao ano.
a taxa de juros nominal foi de 20% ao ano.
a taxa de juros nominal foi igual a taxa de inflação.
a taxa de juros real foi igual a taxa de juros nominal.
a taxa de juros real foi de 10% ao ano.
Quanto à demanda agregada e o efeito multiplicador, considere as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Considerando a economia em equilíbrio, onde a renda é igual a demanda agregada, o aumento de R$ 1,00 no gasto autônomo eleva o nível de equilíbrio da renda em R$ 1,00.
( ) O efeito multiplicador na economia em geral não aumenta a renda, pois parte do gasto autônomo irá compor os investimentos agregados.
( ) A demanda agregada é conhecida como a quantidade de bens demandado na economia e é representada pela equação DA = C + I + G + NX (onde C é o consumo, I é o investimento, G é o gasto do governo e NX é o saldo entre importação e exportação). A demanda por consumo aumenta com o nível de renda e a propensão marginal a consumir é o aumento do consumo causado por aumento unitário da renda.
( ) Em uma economia em equilíbrio, o aumento de R$ 1,00 no gasto autônomo vai proporcionar uma maior variação no produto. Isso se dá pelo chamado efeito multiplicador, que é o valor pelo qual o produto de equilíbrio varia quando a demanda agregada autônoma aumenta em 1 unidade.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – F – F – V.
V – V – F – F.
V – F – V – F.
F – V – F – V.
F – F – V – V.
A condição de equilíbrio da relação Dívida Pública/PIB é dada pela fórmula
uma elevação da relação dívida/PIB causada exclusivamente por pagamentos dos serviços de juros sobre o estoque da dívida reduz o superávit primário de equilíbrio.
na ausência de receitas de senhoriagem, se a taxa de crescimento da economia exceder a taxa de juros nominal, o governo pode praticar déficits fiscais sistemáticos, sem ameaçar a estabilidade da dívida.
a emissão primária de moeda é uma alternativa prioritária para a estabilização da dívida, dada seu efeito sobre as receitas de senhoriagem.
a venda de ativos do Estado, como reservas internacionais e empresas estatais, se permitida legalmente para fins de amortização da dívida pública, elevam o esforço fiscal necessário para estabilizar a razão dívida/PIB.
crescimento econômico causado por melhorias na produtividade geral da economia eleva, ceteris paribus, o superávit primário que estabiliza a dívida pública.
Em determinado país sem inflação, a dívida pública é de longo prazo, metade tendo sido contratada a taxas de juros prefixadas. A outra metade tem remuneração pós- -fixada e referenciada à taxa de juros de curtíssimo prazo, do mercado de trocas de reservas interbancárias. Nesse país, cujo déficit público total está zerado, a razão entre o valor de mercado da dívida pública e o Produto Interno Bruto (PIB) tende a
aumentar, se a taxa de juros interbancária diminuir.
aumentar, se houver uma desvalorização cambial da moeda doméstica em relação à estrangeira, sem alterações no PIB.
diminuir, se o déficit do setor público aumentar, sem alterações no PIB.
diminuir, se houver uma valorização cambial da moeda doméstica em relação à estrangeira, sem alterações no PIB.
permanecer inalterado, se o PIB e a taxa de juros interbancária diminuirem.
A expressão política fiscal é usada pelos economistas quando se referem à interferência direta do governo, com seus gastos e tributos, no fluxo circular da economia e, portanto, sobre a demanda agregada e a geração de renda para os agentes econômicos.
Em relação à política fiscal, é incorreto afirmar:
A dívida pública representa o passivo do setor público com seus credores internos e externos.
O déficit nominal do setor público é o resultado da soma algébrica do déficit primário e todas as despesas financeiras, sejam elas de juros, de comissões ou qualquer outro item dessa natureza, contabilizadas nas despesas do setor público.
O déficit nominal é medido pela diferença entre a arrecadação tributária e os gastos correntes do setor público.
Um dos indicadores mais importantes para medir a solvência do setor público é obtido calculando-se a relação entre a dívida pública e o Produto Interno Bruto.


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
Considere o modelo keynesiano simples, com consumo, investimento, governo e setor externo. O multiplicador de gastos aumenta quando:
a propensão marginal a poupar aumenta;
a propensão marginal a consumir diminui;
a propensão marginal a importar diminui;
a alíquota tributária aumenta;
os gastos autônomos do governo aumentam.
Considere que a condição de equilíbrio da relação Dívida Pública/PIB, seja igual a fórmula:
h = d . [(i − y) / (1 + y)] − s
Onde:
h = superávit primário do setor público, expresso como proporção do PIB
d = relação Dívida Pública/PIB
y = taxa de variação nominal do PIB
i = taxa nominal de juros
s = relação de senhoriagem/PIB
Essa fórmula indica que, em termos algébricos, o superávit primário como proporção do PIB, requerido para estabilizar a relação dívida/PIB, é uma função
inversa da própria relação dívida/PIB e da taxa de juros nominal e uma função direta do crescimento nominal da economia e da senhoriagem negativa.
direta da própria relação dívida/PIB e da taxa de juros real e uma função inversa do crescimento nominal da economia e da razão senhoriagem negativa.
direta da própria relação dívida/PIB e da taxa de juros nominal e uma função inversa do crescimento nominal da economia e da razão senhoriagem/PIB.
inversa da própria relação dívida/PIB e da taxa de juros nominal e uma função direta do crescimento nominal da economia e da razão senhoriagem/PIB.
inversa da própria relação dívida/PIB e da taxa de juros real e uma função direta do crescimento nominal da economia e da senhoriagem negativa.

1
2
3
4
5
De acordo com o modelo IS-LM para uma economia aberta e assumindo que a curva BP é menos inclinada do que a curva LM, analise.
I. Sob mobilidade perfeita de capitais e taxa de câmbio fixa, a política monetária é totalmente ineficaz no sentido de ser capaz de afetar a renda.
II. Sob mobilidade imperfeita de capitais, a política monetária é mais eficaz, no sentido de ser capaz de afetar a renda, sob taxa de câmbio fixa do que flexível.
III. Sob mobilidade perfeita de capitais e taxa de câmbio flexível, a política fiscal é totalmente ineficaz no sentido de ser capaz de afetar a renda.
IV. Sob mobilidade imperfeita de capitais, a política fiscal é mais eficaz, no sentido de ser capaz de afetar a renda, sob taxa de câmbio fixa do que flexível.
Estão corretas apenas as afirmativas
II, III
I, III, IV
I, IV
II, IV
II, III, IV
O gráfico abaixo representa o modelo IS/LM para uma economia aberta, com mobilidade imperfeita do capital financeiro internacional e regime cambial flutuante. Suponha que uma crise internacional desloque, inicialmente, a IS e a BP para as linhas tracejadas no gráfico.

Em consequência, a curto prazo, ocorreria


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.