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Sobre a função Consumo é correto afirmar que:
Quanto maior a propensão marginal a consumir maior a taxa de poupança na economia.
Quanto maior a propensão marginal a consumir, menor o multiplicador da renda.
Quanto maior a propensão marginal a consumir, maior o multiplicador da renda.
Quanto maior a propensão marginal a consumir maior o consumo autônomo das famílias.
O consumo independente da renda, também chamado de consumo autônomo, determina o ponto em que a curva de consumo agregado corta o eixo das ordenadas de um gráfico do tipo consumo versus nível de renda nacional.
Aumentos da propensão marginal a poupar, que decorrem de incertezas relativas à renda futura dos indivíduos, contribuem para elevar o multiplicador keynesiano.
Supondo-se que a renda disponível, em três anos sucessivos, seja igual a R$ 2.000,00, R$ 3.000,00 e R$ 4.000,00 e que, no mesmo período, o consumo eleve-se a R$ 2.000,00, R$ 2.800,00 e R$ 4.400,00, respectivamente, então a propensão marginal a consumir dessa economia é igual a 0,8.
A função consumo dessa economia pode ser corretamente representada por C = f(Y – T), em que Y = Renda, T = impostos e sua inclinação representa a propensão marginal a consumir.
"Propensão marginal a consumir" significa:
a qualquer nível de renda, a relação entre o consumo total e a renda total;
a qualquer nível de renda, a alteração no total de despesas de consumo provocada por uma pequena alteração da renda (aumento ou diminuição);
para cada nível de renda, uma escala que exibe o valor das despesas de consumo naquele nível;
a qualquer nível de renda, e relativo a uma pequena alteração naquele nível, a relação entre a resultante alteração no consumo e a alteração do nível de renda;
a fração da renda que será gasta no consumo.
Como as despesas de consumo aumentam com a renda disponível, segue-se, portanto, que a poupança deve declinar com a renda.
De acordo com a teoria keynesiana, as despesas de consumo são influenciadas não somente pela renda corrente, mas também pela renda futura esperada.
O multiplicador dos gastos públicos tende a ser mais elevado em economias relativamente mais abertas em razão de, nessas economias, a alta dependência do comércio externo reduzir a propensão marginal a consumir.
A redução recente das taxas de juros, no Brasil, representa um deslocamento para cima e para a direita, na função de consumo keynesiana.
Considere os seguintes dados para uma economia fechada com governo:

Com base nessas informações, é correto afirmar que o consumo autônomo agregado é igual a:
70
50
20
zero
85
De acordo com a visão keynesiana do consumo, as propensões média e marginal a consumir aumentam quando a renda se eleva.
De maneira geral, pode-se esperar que as taxas de variação do consumo em uma economia sejam mais voláteis que as taxas de variação do investimento.
Quando o consumo total é reduzido, em decorrência de uma crise de confiança do consumidor, a qual ocorre com a renda corrente inalterada, isso representa uma evidência de que o consumo total é influenciado não apenas pela renda corrente, mas também pela riqueza total.