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Considere uma economia fechada e sem governo, descrita pelo modelo keynesiano simples, em que a demanda agregada é composta apenas por consumo e investimento. O consumo das famílias é dado por C=𝑐0+cY, em que c representa a propensão marginal a consumir (PMC), com 0<c<1. Sabendo que um aumento autônomo de R$ 100 milhões no investimento provoca uma elevação de R$ 500 milhões na renda de equilíbrio da economia, é CORRETO afirmar que a propensão marginal a consumir dessa economia é:
1,2.
0,2.
0,5.
0,8.
5,0.
De acordo com a função de consumo keynesiana clássica, se a propensão marginal a consumir aumentar,
a curva IS ficará mais achatada (menos inclinada).
a curva IS ficará mais inclinada.
a curva IS se deslocará paralelamente para a esquerda.
a curva IS manterá sua inclinação original.
as curvas IS e LM se deslocarão à direita.
Considere a função consumo c=Bo +B1Y+u, em que denota o rendimento familiar e é o erro não observável, verificando as condições E(u|y) = 0, V(u|y) = σ²y, σ²>0 (constante). Então, é possível afirmar que
os parâmetros de regressão não são BLUE, pois erro é heteroscedástico. Segundo o teorema de Gauss-Markov, OLS é BLUE sob o modelo de Gauss-Markov.
os parâmetros são BLUE, pois o erro é aleatório, de acordo com o teorema de Bayes.
os parâmetros não são BLUE, pois a variância padrão do estimador está em suspensão constante de segundo grau.
os parâmetros são BLUE, pois assim como o estimador é homocedástico, o erro padrão também tende a ser.
A propensão marginal a consumidor, conforme elucidado por Keynes, considera que:
Existe uma relação estável a curto prazo entre oferta e demanda de moeda.
Existe uma relação estável a curto prazo entre consumo pessoal e investimento.
Existe uma relação estável a curto prazo entre consumo pessoal e renda.
Existe uma relação estável a curto prazo entre taxa de juros e taxa de câmbio.
Existe uma relação estável a longo prazo entre consumo pessoal e renda.
De acordo com o modelo keynesiano, a função consumo deve apresentar as seguintes propriedades, com exceção de:
o consumo ser diretamente proporcional à renda;
a propensão marginal a consumir variar entre 0 e 1;
a propensão média a consumir ser decrescente em relação à renda;
a taxa de juros e o estoque de riqueza afetarem o consumo;
o consumo ser uma função estável da renda.
Considere os seguintes dados em termos nominais:
Logo, X e Y são, respectivamente, iguais a
50 e 150.
50 e 170.
150 e 30.
170 e 50.
200 e 40.
Para a determinação do equilíbrio em uma economia simples, suponhamos que a função consumo dessa sociedade seja dada por:
C = 100 + 0,85Y
Sabemos que o Equilíbrio é: Y = C
Onde: Y = renda e C = consumo
Diante disso, assinale a alternativa que apresenta o valor de equilíbrio entre renda e consumo.
R$ 106,67
R$ 777,67
R$ 500,67
R$ 666,67
A função consumo keynesiana é dada por:
-
-
Neste termos, é correto afirmar que:
“a” representa a poupança agregada.
“a” indica o consumo máximo e depende da renda do consumidor.
“b” explicita a propensão marginal a consumir da renda disponível.
“Yd” é dado pela renda bruta.
“bYd” independe do nível de impostos cobrados pelo governo.
Considere a função consumo (C) dada por C = 30 + 0,4Y0,50, onde Y é a renda. Assinale a propensão marginal a consumir, quando a renda é de 64 unidades monetárias.
0,0025
0,025
0,25
25
Considerando que a função consumo de uma sociedade seja dada por:
C = 100 + 0,85Y
Onde: Y = renda e C = consumo
Logo, função poupança será: S = -100 + 0,15Y
Onde: S = poupança
Com nível de renda igual a R$ 700,00, assinale a alternativa que apresenta qual será o valor da poupança nesta sociedade.
Positiva em R$ 5,00
Negativa em R$ 7,00
Positiva em R$ 10,00
Negativa em R$ 15,00
Supondo que a função consumo de uma família seja dada por C(y) = 20 + 0,4y0,75 . Assinale qual a propensão marginal a consumir, quando são consumidas 16 unidades, bem como a propensão marginal a poupar desta família.
0,15; 0,15.
0,60; 0,15.
0,15; 0,85.
0,85; 0,15.
Considerando que a função consumo de uma sociedade seja dada por:
C = 100 + 0,85Y
Onde: Y = renda e C = consumo
O nível de investimento planejado foi: I = R$ 50
O Equilíbrio é: Y = C + I
Assinale a alternativa que apresenta qual será a renda e o consumo de equilíbrio com Investimento para esta sociedade.
Renda = R$ 900 e Consumo = R$ 850
Renda = R$ 1.000 e Consumo = R$ 950
Renda = R$ 1.100 e Consumo = R$ 1.000
Renda = R$ 716,67 e Consumo = R$ 766,67
Se a função consumo for inferior à linha de 45º no plano oferta e demanda agregadas, a propensão marginal a poupar será maior do que zero e, portanto, haverá poupança agregada.
Certo
Errado
Referente à teoria da Determinação da Renda, assinale a alternativa INCORRETA.
A função consumo pode ser definida como sendo uma relação linear e dependente de dois parâmetros: o consumo autônomo e uma fração da renda disponível.
Os gastos do governo e os tributos são variáveis exógenas, pois são definidos por decisões políticas e, desse modo, não são explicados dentro do modelo econômico.
O modelo IS-LM é uma ferramenta para a análise econômica de curto prazo que permite analisar os efeitos das políticas monetária e fiscal.
A propensão ao consumo (ou propensão marginal a consumir) mostra o efeito de uma unidade monetária adicional na renda sobre o consumo. Sua inclinação é negativa e menor que 1.
No curto prazo, uma política de aumento dos gastos do governo ou redução de tributos, tudo o mais constante, irá resultar em um aumento da renda de equilíbrio.
Considere um modelo macroeconômico com a seguinte estrutura:
𝐶 = 50 + 0,8(𝑌 − 𝑇)
𝐼 = 10 − 0,25𝑖 + 0,13𝑌;
𝑇 = 0,1𝑌
𝐺 = 40
X = 100
M = 0,1Y
𝑀𝑑 = 0,3𝑌 − 0,1𝑖
𝑀𝑠 = 200
Onde C é o consumo, T é a arrecadação do governo, Y é a renda, G são os gastos públicos, I é o investimento, X são as exportações, M são as importações, Md é a demanda por moeda, i é a taxa de juros e Ms é a oferta de moeda. Com base nesse modelo, assinale a alternativa correta.
A renda de equilíbrio é 1000.
A economia apresenta um superávit comercial da ordem de 30.
A arrecadação do governo é igual a 80.
A taxa de juros de equilíbrio é 2%.
Um aumento de 20% na renda de equilíbrio elevaria a arrecadação do governo em 40.
A função de consumo keynesiana pode ser representada por uma relação linear, tal como, C = C0 + c1Y, em que C0 > 0 e 0 < c1 <1. Para essa função,
a propensão média a consumir (C0) influencia a renda.
o consumo induzido (C0) não depende da renda.
a propensão total ao consumo é elástica.
o consumo autônomo (C1) depende dos preços.
a propensão marginal a consumir (C1) é a fração da renda destinada ao consumo.
Dada uma economia, cuja função consumo é dada por C = A + bY, onde A é o consumo autônomo e b é a propensão marginal a consumir, um crescimento da propensão marginal a consumir, ceteris paribus, irá provocar:
a redução do consumo da economia
a redução da poupança da economia
a manutenção da poupança da economia
o aumento do consumo e da poupança da economia
o aumento da renda da economia
A revolução keynesiana concebida a partir da Teoria Geral, publicada em 1936, contém várias frentes de crítica às formulações do pensamento neoclássico então dominante, entre as quais podem-se incluir:
a relação entre poupança e crescimento da renda, o papel dos bancos e a lei dos rendimentos decrescentes do capital.
a relação entre poupança e crescimento da renda, a teoria da demanda por moeda e o equilíbrio no mercado de trabalho.
a teoria da demanda por moeda, a função de oferta agregada e a relação entre poupança e investimento.
a distinção entre risco e incerteza, a produtividade marginal decrescente do trabalho e a tendência do capital de se converter de fator abundante em fator escasso.
o equilíbrio no mercado de trabalho, a função de oferta agregada e a eficiência marginal do capital.
A função consumo é linear e crescente em relação à renda da economia. Se o consumo autônomo for maior que zero,
a propensão média a consumir é uma função crescente da renda.
o nível de renda de equilíbrio independe do valor do consumo autônomo.
o aumento da propensão marginal a consumir, tudo o mais constante, diminui a renda de equilíbrio da economia.
a propensão média a poupar é sempre maior que a propensão marginal a poupar.
a propensão média a poupar é sempre menor que a propensão marginal a poupar.
Considerando que o investimento autônomo permaneça fixo em 100 unidades monetárias, mas que a propensão a consumir seja alterada para 0,7, é correto afirmar que, nessa situação hipotética, o novo produto de equilíbrio será igual a 950 unidades monetárias.