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A função consumo tanto mostra o consumo como função da renda disponível quanto leva ao conceito de propensão marginal a consumir, o qual é definido como a medida da variação no consumo ocasionada pelo aumento de uma unidade monetária na renda disponível.
Analise a função consumo composta de consumo autônomo, propensão marginal a consumir dependente da renda corrente e os agregados da demanda agregada, a seguir.
Consumo autônomo:.................................................. $300 bilhões
Propensão marginal a consumir: ............................................ 70%
Investimento privado: ............................... 20% da Renda Nacional
Investimento público: ............................................... R$100 bilhões
Saldo da Balança Comercial: ..................................... –$50 bilhões,
Com base nas informações acima, assinale a alternativa que apresente o valor da Renda Nacional (PIB) corrente.
$350 bilhões.
$665 bilhões.
$1.650 bilhões.
$2.500 bilhões.
$3.500 bilhões.
Considere as hipóteses usadas para derivar formalmente a regra de Keynes-Ramsey em um modelo de dois períodos. A condição de otimalidade nesse modelo significa que:
o investimento no montante da redução do consumo no primeiro período aumenta o estoque de capital, mas não permite um consumo maior no segundo período.
um decréscimo do consumo no primeiro período não acarreta uma perda de utilidade no mesmo período.
um decréscimo do consumo no primeiro período acarreta uma perda de utilidade no período seguinte.
para maximizar o consumo, os agentes não devem consumir todo o capital herdado no período final.
sobre uma trajetória temporal ótima de consumo, a taxa de decrescimento da utilidade marginal do consumo deve ser igual à produtividade marginal do capital.
Com relação ao ambiente econômico do consumidor, numa economia com mais de um período, assinale a alternativa correta:
Se a taxa de juros é zero e empréstimos não são permitidos, o consumo total do consumidor a cada período será igual à sua dotação naquele período.
Num gráfico cujo eixo vertical é o consumo no período 2 e no horizontal é o consumo no período 1, um aumento da taxa de juros torna a restrição orçamentária do tomador de empréstimos mais inclinada.
Se o consumidor for emprestador, segundo o argumento das preferências reveladas, um aumento da taxa de juros aumenta seu consumo no período 1.
Se o consumidor abrir mão de consumo, Δc, no período 2 pode comprar (1 – r )Δc, em que r é a taxa de juros.
Uma taxa de juros de 18% e os preços crescendo a uma taxa de 10%, a taxa de juros real para o consumidor será exatamente 8%.
Uma economia fechada é caracterizada pelos seguintes dados:
-
1. Função consumo: C = 20 + 0,75(Y(1 – t)), onde Y é o PIB e t a alíquota do imposto.
2. Gastos do governo iguais a 40 e um imposto t = 20%.
3. Um investimento de 30.
-
Com base nos dados, analise:
-
I. Os gastos do governo é o maior componente da demanda agregada.
II. O PIB desta economia é de 225.
III. O consumo das famílias é de 155.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
I
II
III
II, III
I, II, III
Na função keynesiana de consumo, os gastos das famílias dependem essencialmente das variações da renda permanente.
A respeito da função consumo, assinale a opção CORRETA:
Sendo a renda do indivíduo igual a zero, seu consumo será nulo.
A propensão média a consumir é dada pela relação entre o acréscimo no consumo e o acréscimo na renda.
O multiplicador keynesiano relaciona uma variação num componente da demanda, agregada com a resultante variação no valor do produto.
Quando são considerados curtos intervalos de tempo, a propensão marginal a consumir tende a variar continuamente.
A propensão marginal a consumir é uma relação cujo valor é sempre positivo e engloba todos os números pertencentes ao conjunto dos Reais.
Considere C = f (Yd) sendo C despesa de consumo e Yd renda disponível. Se as despesas de consumo forem realizadas um período antes do recebimento da renda disponível, ocorrerá a seguinte situação:
não há variação no nível de renda, se houver uma modificação de um período no investimento;
há uma variação relativamente pequena no nível de renda, se houver uma variação de um período de investimento;
há uma variação relativamente pequena no nível de renda, se houver uma variação permanente no investimento;
não há variação no nível de renda, se houver uma variação permanente no investimento;
há uma variação relativamente grande no nível de renda, se houver uma variação do período no investimento.
Sobre a função Consumo é correto afirmar que:
Quanto maior a propensão marginal a consumir maior a taxa de poupança na economia.
Quanto maior a propensão marginal a consumir, menor o multiplicador da renda.
Quanto maior a propensão marginal a consumir, maior o multiplicador da renda.
Quanto maior a propensão marginal a consumir maior o consumo autônomo das famílias.
O consumo independente da renda, também chamado de consumo autônomo, determina o ponto em que a curva de consumo agregado corta o eixo das ordenadas de um gráfico do tipo consumo versus nível de renda nacional.
A análise do consumo, da poupança e do investimento é fundamental para e entender a determinação da renda e do produto de equilíbrio. A esse respeito, assinale a opção correta.
A incorporação da renda futura esperada na função de consumo constitui a principal contribuição da teoria keynesiana do consumo.
De acordo com a hipótese do ciclo de vida, o consumo depende tanto da renda como da riqueza dos consumidores.
Restrições ao crédito, por desestimularem o consumo, elevam a poupança, provocando, assim, um deslocamento ao longo da função de poupança da economia.
Acelerações na taxa de crescimento das inovações tecnológicas deslocam a curva de demanda de investimento para baixo e para a esquerda.
Com relação às variáveis, consumo e investimento, que constituem importantes componentes da demanda agregada, assinale a opção correta.
Na função de consumo keynesiana, tanto a propensão média como a propensão marginal a consumir são constantes.
A existência de planos de previdência pública e privada é consistente com as transferências de poupança entre as gerações, preconizadas pela hipótese do ciclo de vida.
O nível de investimento que maximiza a riqueza das famílias corresponde àquele no qual a produtividade marginal do capital é superior ao custo do capital, definido como a soma da taxa de juros acrescido da taxa de depreciação do capital.
De acordo com a teoria q, se o valor de determinada empresa, avaliado pelo mercado acionário, for inferior ao custo de reposição do capital instalado, então a empresa deverá expandir seu estoque de capital mediante a contratação de novos investimentos.
Reduções nas alíquotas do imposto sobre circulação de bens e serviços (ICMS) e do imposto sobre produtos industriais (IPI) expandem a renda disponível; portanto, conduzem à redução da inclinação da função keynesiana de consumo e do multiplicador dos gastos públicos.
A redução das taxas de juros, que vem sendo paulatinamente implementada no Brasil, desloca para cima e para a direita, a função de consumo keynesiana.
Na função keynesiana de consumo, a propensão marginal a consumir aumenta com o nível de renda.
Segundo a teoria keynesiana, os gastos de consumo não só dependem da variação da renda corrente mas também são influenciados pela renda futura esperada.
A função consumo dessa economia pode ser corretamente representada por C = f(Y – T), em que Y = Renda, T = impostos e sua inclinação representa a propensão marginal a consumir.
Em relação à função consumo, pode-se afirmar que, segundo a teoria:
keynesiana, variações absolutas no consumo são menores do que variações absolutas na renda, porque a propensão marginal é menor do que a propensão média a consumir;
da renda permanente, a propensão média a consumir é igual à propensão marginal sempre que não houver renda transitória;
do ciclo de vida, de Modigliani, um aumento da expectativa de vida leva à redução da propensão a poupar das famílias;
do ciclo de vida, de Modigliani, a restrição da liquidez reduz o impacto de variações da renda permanente sobre o consumo corrente;
da renda permanente, a expectativa de redução permanente de renda leva a uma redução imediata da poupança.
No modelo de determinação do produto, a poupança corresponde à distância entre a linha de 45 graus e a função consumo.
No modelo keynesiano, o consumo corrente é financiado pelo estoque de riqueza e pela renda gerada ao longo da vida dos consumidores.