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Uma economia possui:
• Função de consumo: C=200+0,75Y;
• Investimento autônomo: I=100; e
• Gastos do governo: G=150.
Determine a Renda de equilíbrio; e a Nova renda de equilíbrio se o governo aumentar G em 50.
1.500; 1.950.
1.600; 1.850.
1.800; 2.000.
1.750; 1.800.
1.100; 1.250.
Considere o modelo keynesiano simples de determinação da renda nacional para uma economia aberta e com governo, assumindo preços constantes no curto prazo. Nesse modelo, a demanda agregada é composta pelo consumo, investimento, gastos do governo e setor externo. As equações comportamentais desses componentes são dadas por:
C = Consumo das famílias, I = Investimentos, G = Gastos do governo,
X = Exportações, M = Importações, Y = Produto total (PIB)
C= 400 + 0,8Y;
I = 300;
G = 200;
X = 250; e
M = 150 + 0,3Y.
Com base nessas informações, a renda de equilíbrio e o valor do multiplicador são, respectivamente,
2.000 e 1,8.
2.000 e 2,0.
2.000 e 4,0.
2.500 e 2,5.
2.500 e 2,0.
Considere as seguintes informações sobre uma economia fechada e com governo: o consumo das famílias é dado por C = 200 + 0,6 (Y − T), onde Y é a renda e T são os tributos. A função investimentos é dada por I = 400 − 40r, onde r é a taxa de juros. Os gastos do governo são de 300, os tributos são 200, a função de demanda por moeda é L = 0,4Y − 20r e a oferta de moeda é 600. A taxa de juros, r, e a renda de equilíbrio Y, respectivamente, serão
3 e 1.650.
4 e 1.700.
5 e 1.345.
2 e 1.420.
10 e 3.450.
Considere o seguinte modelo dinâmico simplificado de determinação da renda:
Ct=cYt−1,0<c<1
lt=ω(Yt−1−Yt−2),ω>0
Yt=Ct+lt
Onde: Ct:Consumo no momento t; It: investimento no momento t, Yt: renda no momento t; Yt-1: renda no momento t-1; Yt-2: a renda no momento t-2.
Com base nesse modelo, a dinâmica da renda pode ser descrita por uma equação em diferenças de segunda ordem. Assinale a alternativa correta.
A condição c + ω < 1 é suficiente para garantir a estabilidade dinâmica do sistema.
A dinâmica da renda é descrita por uma equação de primeira ordem, implicando convergência monotônica ao equilíbrio.
O investimento é função apenas do nível corrente da renda, não dependendo de valores passados.
A equação característica associada ao modelo é dada por: λ2 – cλ – ω = 0
Dependendo dos valores dos parâmetros c e w, a trajetória da renda pode apresentar comportamento oscilatório ao longo do tempo.
O modelo IS−LM descreve o equilíbrio simultâneo dos mercados de bens e de moeda em uma economia fechada no curto prazo, permitindo a determinação conjunta do nível de renda agregada e da taxa de juros nominal.
Considere a seguinte versão numérica do modelo IS−LM para uma economia hipotética.
• Função de consumo: C = 100 + 0,8Yd
• Função de investimento: I = 900 − 100i
• Gastos do governo: G = 840
• Alíquota de imposto proporcional a renda: t = 25%
• Função de demanda por moeda: i +0,1Y
• Oferta real de moeda: 1000
Onde: Y representa a renda agregada; Yd é a renda disponível, t corresponde à arrecadação tributária; i é a taxa de juros nominal (em % ao ano).
Com base nessas informações, é correto afirmar que o nível de renda de equilíbrio da economia é
4.600.
3.700.
3.680.
3.660.
3.625.
Partindo da análise de um modelo Keynesiano simplificado, que considera a economia aberta e com governo, em que: C = 200 + 0,5Y , onde C é o consumo das famílias e Y é a renda, I = 100 (investimento), G = 20 (gastos do governo), X = 40 (exportações), M = 80 + 0,3Y (M importações e Y a renda), é correto afirmar que o valor da renda de equilíbrio Y é igual a
200.
250.
300.
350.
400.
Considerando as proposições keynesianas expostas na Teoria Geral, assinale a alternativa que descreve corretamente a relação entre o investimento (público ou privado) e a poupança.
O investimento só pode ser realizado se houver uma redução prévia no consumo das famílias, garantindo que o estoque de poupança seja suficiente para cobrir os custos das obras públicas.
Um aumento no investimento público induz um aumento na renda, processo de expansão que só cessa quando a poupança gerada por esse acréscimo se torna igual ao montante do novo investimento.
O multiplicador de investimento é infinito em economias desenvolvidas, o que permite ao Estado eliminar a tributação e financiar todas as suas atividades exclusivamente via emissão de títulos de dívida.
O investimento público em “obras inúteis” é incapaz de gerar renda, sendo o pleno emprego atingível apenas através de gastos em bens de capital tecnologicamente produtivos.
O investimento público em “obras inúteis” é incapaz de gerar renda, sendo o pleno emprego atingível apenas através da não intervenção estatal na economia.
O modelo keynesiano de determinação da renda, em sua versão com setor público, estabelece que a renda de equilíbrio é determinada pela igualdade entre a produção agregada () e a demanda agregada planejada (). Nesse modelo, os gastos do governo () e os tributos () são instrumentos de política fiscal que afetam o nível de atividade econômica. Nesse contexto, considere uma economia fechada, com as seguintes características:
• consumo autônomo () = 200;
• propensão marginal a consumir () = 0,75;
• investimento () = 300;
• gastos do governo () = 200;
• tributos autônomos () = 100.
Com base no modelo de determinação da renda e nas relações entre os grandes agregados macroeconômicos, assinale a alternativa correta.
A renda de equilíbrio dessa economia é 2.800, e o multiplicador dos gastos autônomos (considerando a tributação) é igual a 2,5.
A renda de equilíbrio dessa economia é 1.600, e o multiplicador dos gastos autônomos é igual a 4, pois a propensão marginal a consumir é 0,75.
A renda de equilíbrio dessa economia é 2.800, e o multiplicador dos gastos autônomos é igual a 4, pois a tributação reduz o multiplicador em relação à economia sem governo.
A renda de equilíbrio dessa economia é 2.500, e o multiplicador dos gastos autônomos é igual a 4, pois a tributação autônoma não altera o multiplicador em relação à economia sem governo.
A renda de equilíbrio dessa economia é 2.200, e o multiplicador dos gastos autônomos é igual a 4, pois a tributação não afeta o multiplicador.
Suponha uma economia em que todas as variáveis que influenciam a demanda agregada são autônomas, exceto a de consumo. Os dados dessa economia são:
• C = 80 + 0,4Yd.
• I = 100. • G = 80.
• T = 40. • X = 66.
• M = 10.
Dado: Yd = Y – T
Qual é a renda de equilíbrio?
700
500
900
1.100
1.300
Considere a seguinte economia hipotética de um município, regulado pela ARIS-MT, cujas funções de consumo e investimento são dadas por:
𝐶 = 200 + 0,8𝑌𝑑
𝐼 = 500 − 50r
Em que:
• 𝑌𝑑 = 𝑌 − 𝑇 é a renda disponível.
• 𝑇 = 100 é a tributação fixa.
• 𝐺 = 400 representa o gasto do governo.
• A oferta monetária real é 𝑀/𝑃 = 1200.
• A demanda por moeda é 𝐿 = 0,5𝑌 − 100𝑟.
Sabendo que o equilíbrio ocorre na interseção das curvas IS e LM, qual será a renda de equilíbrio (Y) da economia?
3600
3000
3200
3400
Sobre os modelos econômicos keynesianos, analise as afirmativas:
I. O multiplicador keynesiano indica o impacto de mudanças nos gastos do governo sobre o produto agregado.
II. O modelo keynesiano básico considera que os preços e salários são totalmente flexíveis no curto prazo.
III. O aumento dos gastos governamentais pode estimular a demanda agregada e reduzir o desemprego.
IV. No modelo keynesiano, o investimento público é irrelevante para o equilíbrio econômico.
Estão corretas as afirmativas:
I, II e III, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
I, II, III e IV.
Assuma o seguinte modelo keynesiano de uma economia aberta regida pelas seguintes funções:
C = 200 + 0,8.Yd
T = 0,5.Y
I = 100
G = 200
(X-M) = 100
em que, C representa o consumo, Yd é a renda disponível, I é o nível de investimento, T é o imposto sobre a renda, G é o gasto do governo, (X-M) representam as exportações líquidas. O nível de renda de equilíbrio é igual a
600.
1.000.
3.600.
6.000.
10.000.
Determinada economia é descrita pelo sistema de equações a seguir, em que: C representa os gastos de consumo, Y, a renda agregada, t, a alíquota de tributação, I, o investimento, r, a taxa de juros, G, o gasto do governo, Md, a quantidade demandada de moeda, M, a quantidade de moeda, e P é o índice de preços.
C = 0,7(1-t)Y+200
t = 0,2
I = 500 - 35r
G = 650
Md = 0,2Y - 65r
PM =300
Nessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta os valores aproximados da renda agregada e da taxa de juros de equilíbrio.
Y = 3.219 e r = 4,10
Y = 2.500 e r = 3,10
Y = 3.125 e r = 3,15
Y = 2.759 e r = 3,88
Y = 2.895 e r = 4,12
Considerando os modelos e teorias acerca da determinação da renda, analise as afirmativas a seguir.
I. O modelo keynesiano para determinação da renda surgiu no contexto da crise econômica dos anos 1920, com base no princípio de demanda efetiva, mostrando uma visão de mercado diferente do modelo clássico, cuja relação tradicional entre oferta e demanda não foi suficiente para gerar respostas sobre as altas taxas de desemprego.
II. Segundo a relação clássica entre oferta e demanda, para diminuir as taxas de desemprego bastaria reduzir os salários oferecidos de maneira que um mercado perfeitamente competitivo se ajustaria rapidamente até alcançar o equilíbrio. Dessa forma, no modelo clássico não deveria haver espaço para o desemprego.
III. No modelo keynesiano, a renda pode ser determinada a partir da demanda efetiva, isto é, a situação em que a oferta agregada equivale à demanda agregada em determinado mercado.
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Considerando uma Economia em que: C = 500 + 0,25.Yd ; T = 200 + 0,2Y; G = 200; I = 500; X = 400 e M = 200 + 0,2Y, a renda de equilíbrio nessa economia será igual a
1.310.
1.330.
1.350.
1.370.
A redução dos gastos do governo gera queda da renda e da taxa de juros de equilíbrio.
Certo
Errado
O Produto Interno Bruto (PIB) é a renda total de uma economia e também a despesa total em bens e serviços produzidos pela economia. O PIB, denotado por Y, divide-se em quatro componentes de dispêndio: consumo das famílias (C), Investimento (I), Compras do governo (G) e exportações líquidas (EL), expresso por Y = C + I + G + EL.
Considere esse modelo macroeconômico de economia aberta com as seguintes características:
C= 300 + 0,8Y;
I = 100;
G = 100;
X = 150; e
M = 50 + 0,3Y.
Em que C = Consumo das famílias, I = Investimentos, G = Gastos do governo, X = Exportações, M = Importações e Y = Produto total (PIB). Com base nessas informações, a renda de equilíbrio e o valor do multiplicador são, respectivamente:
1.200 e 2.
1.200 e 5.
1.400 e 1,11.
1.400 e 5.
1.150 e 1,43.
Acerca da economia hipotética descrita no texto 3A4, é correto concluir que, se r= 16%, então a renda de equilíbrio será igual a
5.040.
6.040.
7.040.
8.040.
9.040.
Em um modelo keynesiano simples, o efeito de um aumento dos gastos do governo sobre o produto será tão maior quanto maior for a propensão marginal a consumir.
Certo
Errado
Admita uma economia fechada e sem a presença de governo; considere, ainda, que a função consumo (C) do país é dada por C = 0,50y + 80 e sua renda conhecida de pleno emprego é igual a R$ 1.320,00. Assinale, a seguir, o valor do investimento (I) do país necessário para que a economia opere no equilíbrio de pleno emprego.
380.
480.
520.
540.
580.