Questões de Concurso sobre Determinação da Renda de Equilíbrio - Página 3 | Gran Questões

Questões de Concurso sobre Determinação da Renda de Equilíbrio

 
 
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O efeito de uma política fiscal contracionista acarreta


A

redução da renda.


B

déficit nas transações correntes.


C

venda de bens e serviços ao exterior.


D

redução das taxas de desemprego.


E

maior volume de moeda em circulação.

A propensão marginal a consumir consiste na suposição de que o aumento no consumo é proporcionalmente maior que o aumento da renda disponível para manter a demanda agregada aquecida.

C
Certo

E
Errado

O Investimento agregado, no modelo Keynesiano, talvez seja a mais importante variável macroeconômica. Ele desempenha duplo papel na teoria macroeconômica, é ser


A

visto como elemento da demanda e da oferta agregados.


B

determinante para o pleno emprego e o nível de impostos.


C

determinante para a propensão marginal a consumir e com o pleno emprego.


D

visto como elementos de oferta e de poupança agregados.


E

visto como elementos de demanda e de emprego agregados.

Considere o seguinte modelo Keynesiano simples para descrever uma economia aberta:


C = 100 + 0,8 Y

I = 400

G = 300

X = 100

M = 20 + 0,3 Y


Onde: C = Consumo Agregado; Y = Renda; I = Investimento Agregado; G = Gastos do Governo; X = Exportações de bens e serviços e M = Importações de bens e serviços. Supondo um aumento de 40% nos gastos do governo, pode-se afirmar que a renda de equilíbrio sofrerá um incremento de, aproximadamente:


A

80,26%.


B

20,02%.


C

0,05%.


D

13,64%.


E

18,18%.

Considere o modelo keynesiano com consumo e investimento com as seguintes expressões

Consumo autônomo = 200

Propensão Marginal a consumir = 0,5

Investimento = 100

A renda de equilíbrio dessa economia será igual a


A
600.

B
400.

C
300.

D
200.

E
100.

Com base na Teoria da determinação da renda e produto nacional com economia aberta, observe os seguintes pressupostos:


- Função poupança: S = -10 + 0,2 (y - T);
- Investimento autônomo: I = 10;
- Governo: G = T = 5;
- Exportações autônomas: X = 6;
- Importações autônomas: M = 5; e,
- Condição de equilíbrio: S + T = I + G + (X – M), em que y é a renda nacional e T são as receitas tributárias.


Considerando essas informações, assinale a alternativa que indica, respectivamente, a renda e a poupança nacional de equilíbrio.


A

16 e 16.


B

11 e 110.


C

110 e 11.


D

110 e 16.


E

16 e 11.

O efeito Pigou no modelo IS-LM se caracteriza por

A
uma elevação dos gastos do governo que é absorvida pelas famílias, ampliando a renda e a taxa real de juros.

B
um aumento da inflação esperada totalmente repassado para a taxa nominal de juros, com a taxa real e o nível de renda mantidos fixos.

C
um aumento na expectativa da inflação, que provoca uma queda de igual magnitude na taxa real de juros.

D
uma expansão tanto da curva LM como da curva IS devido à queda dos preços, pois os saldos monetários reais são parte da riqueza do indivíduo.

E
uma expansão do nível de renda fruto da melhora da credibilidade das autoridades monetárias.
Admitindo-se que uma unidade familiar dispõe de um consumo autônomo estimado em R$ 800,00 e uma propensão marginal a consumir igual a 0,80, assinale a função poupança estimada dessa família.

A
S = 800 + 0,2y.

B
S = 800 + 0,3y.

C
S = – 800 – 0,2y.

D
S = – 800 + 0,2y.

E
S = – 800 + 0,3y.

Com relação ao modelo keynesiano simples, analise as assertivas abaixo.

I. Um aumento da propensão a consumir provoca uma elevação da renda de equilíbrio, mantidos os demais fatores constantes.

II. Um aumento no déficit público não alterará o nível de renda, mantidos os demais fatores constantes.

III. Um aumento do superávit na balança comercial, mantidos os demais fatores constantes, tem um efeito similar ao do aumento do investimento do ponto de vista de determinação da renda de equilíbrio.

É correto o que se afirma em


A
I, apenas.

B
II, apenas.

C
III, apenas.

D
I e III, apenas.

E
II e III, apenas.

De acordo com a Teoria Clássica de determinação da renda, supondo plena fl exibilidade de preços e salários, de tal forma que o salário real de equilíbrio seja alcançado, a economia encontra-se:


A

em equilíbrio aquém do pleno emprego.


B

em desequilíbrio, mas com pleno emprego.


C

em equilíbrio acima do pleno emprego.


D

em equilíbrio com o salário nominal superior ao valor da produtividade marginal do trabalho.


E

em pleno emprego e sua taxa de desemprego é a natural.

Admitindo-se que o Banco Central fixe a taxa de juros da economia, mantendo-se constante a preferência pela liquidez dos bancos, uma redução da taxa de compulsório gera ampliação da liquidez e expansão da renda de equilíbrio da economia.


C
Certo

E
Errado

Em uma economia fechada e com governo, a renda disponível, YD, está relacionada ao consumo das famílias, C, de acordo com a expressão C = 160 + 0,6YD. Suponha que, nessa economia, os valores, em unidades monetárias (UM), do investimento, dos impostos pagos menos transferências recebidas pelos consumidores e dos gastos do governo sejam, respectivamente, iguais a 150 UM, 100 UM e 150 UM. Com base nessas informações, assinale a opção correta.


A

A renda disponível é igual a 900 UM.


B

O valor dos gastos com consumo é igual a 6.160 UM.


C

Essa economia tem um superávit orçamentário igual a 50 UM.


D

A poupança privada é igual a 1.000 UM.


E

O PIB de equilíbrio dessa economia é igual a 10.000 UM.

O equilíbrio em uma economia fechada e sem governo possui as seguintes equações comportamentais:

C = 100 + 0,8

Y I = 500

onde:

C = Consumo privado

Y = Nível de renda da economia

I = Investimento Privado

A renda de equilíbrio de pleno emprego dessa economia é de 3.500. Para que a economia alcance o pleno emprego, é necessário que a demanda dos empresários por investimentos aumente em


A

200.


B

100.


C

500.


D

50.


E

300.

   
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