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Considerando a Teoria Keynesiana, assinale a opção incorreta.
No modelo Keynesiano é totalmente racional os trabalhadores lutarem por salários reais, tendo em vista que o nível de emprego é determinado no mercado de bens e serviços pelas expectativas dos empresários.
A estabilidade do valor da propensão marginal a consumir faz com que a instabilidade da demanda, que provoca as flutuações econômicas, não decorra do consumo, mas das flutuações do investimento.
O Paradoxo da Parcimônia afirma que um aumento da taxa de poupança de uma sociedade a tornaria mais pobre.
A teoria do multiplicador do orçamento equilibrado afirma que mesmo o governo gastando exatamente o que arrecada, haverá um impacto positivo sobre a renda em magnitude igual ao valor do gasto público.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão 23.
Suponha que um especialista de avaliação econômica tenha 2 matrizes no MS Excel 365 (BR).

Fonte: Angelo Hafner
A expressão que o especialista em avaliação econômica utilizaria em outra célula qualquer da sua planilha, como por exemplo E12, para o cálculo do inverso do resultado da multiplicação da Matriz A pela matriz B é:
=MATRIZ.DETERM(B9:D11)*MATRIZ.INVERSO(B4:D6)
=MATRIZ.INVERSO(B4:D6)*MATRIZ.DETERM(B9:D11)
=MATRIZ.MULT(B4:D6;B9:D11)*MATRIZ,INVERSO(B4:D6;B9:D11)
=MATRIZ.INVERSO(MATRIZ.MULT(B4:D6;B9:D11))
Quando os juros caem, espera-se que os agentes econômicos possam retirar seu dinheiro das aplicações financeiras e aplicálos na economia real, através do consumo e investimentos. O economista britânico John Maynard Keynes observou que, em meados de 1930, apesar da queda dos juros, a política monetária não estava tendo efeitos, ou seja, não aumentava o consumo ou os investimentos. Essa observação, que Keynes transformou em teoria, ficou conhecida como
a Armadilha de Keynes.
a Armadilha de Liquidez.
a Armadilha do Consumo.
a Armadilha dos Investimentos.
a Armadilha dos Juros.
O multiplicador representa o impacto total na economia de um aumento inicial na demanda. Um corretor do mercado financeiro ganha atualmente R$40.000,00, mas existem rumores frequentes de demissões em massa e uma estagiária do curso de economia, cursando seu último ano na faculdade, recebe R$600,00 para estagiar por meio período e, após concluir o curso, será efetivada com um salário de R$3.000,00. Neste caso, a propensão marginal a consumir (PMgC), baseada na renda corrente destes dois agentes, será, respectivamente
baixa e alta.
baixa e nula.
nula e alta.
alta e baixa.
nula e baixa.
Sobre o multiplicador da renda, é correto afirmar que:
O multiplicador da renda mostra quanto uma elevação no gasto autônomo eleva o nível de equilíbrio da renda.
Multiplicador da renda mostra quanto uma elevação na taxa de câmbio eleva o nível de equilíbrio da renda.
Multiplicador da renda mostra quanto uma elevação na taxa de juros eleva o nível de equilíbrio da renda.
O multiplicador da renda mostra quanto uma elevação no gasto autônomo reduz o nível de equilíbrio da renda.
No Brasil, o aumento da renda das camadas mais pobres da população, com pouco acesso aos meios de pagamento eletrônicos, induz ao maior uso do papel moeda e, portanto, contribui para aumentar o valor do multiplicador monetário.
Nas afirmações abaixo, assinale a única alternativa correta:
no modelo Keynesiano simples, se a propensão marginal a poupar for de 12% (doze por cento) e houver um aumento de R$ 200 milhões na demanda por investimentos, a expansão no produto nacional será de R$ 176 milhões.
segundo Keynes, os três elementos básicos envolvidos nas decisões de investir são a taxa de juros do mercado, o custo de produção dos bens de capital e a taxa de salários.
o princípio do acelerador de investimento baseia-se na relação existente entre o nível corrente de investimentos e a variação do nível de renda.
no mecanismo do estabilizador automático, a tributação é suposta independente do nível de renda nacional.
Os fatores que afetam o efeito multiplicador de uma expansão de gastos autônomos num dado país sobre outros países, também conhecido como efeito-transbordamento, são:
o tamanho do país, o grau de abertura do comércio e a extensão dos reflexos dos padrões comerciais sobre os multiplicadores;
a proximidade geográfica, o grau de complementaridade e o grau de desenvolvimento;
o conteúdo das importações, a existência de políticas industriais e o regime cambial;
o conteúdo das exportações, a existência de políticas industriais e o regime cambial;
a proximidade geográfica, o regime cambial e a taxa de poupança interna e externa.
Com relação ao conceito do multiplicador da renda, é correto afirmar que
quanto maior a propensão marginal a consumir, maior tenderá ser o valor do multiplicador.
o valor do multiplicador não pode ser maior do que 2.
o valor do multiplicador não pode ser maior do que 10.
o valor do multiplicador para uma economia fechada tende a ser menor do que para uma economia aberta.
o valor do multiplicador pode ser negativo.
Na função de consumo keynesiana, a propensão média a consumir diminui linearmente com a renda disponível dos indivíduos.
Quando ocorre, simultaneamente, aumento dos impostos e das importações, o multiplicador keynesiano se eleva, contribuindo, assim, para a expansão do nível de equilíbrio do produto.
Com relação ao multiplicador keynesiano, é correto afirmar que:
se a propensão marginal a consumir for igual à propensão marginal a poupar, o seu valor será igual a um.
numa economia fechada, seu valor depende da propensão marginal a poupar, pode ser menor do que um e só é válido para os gastos do governo.
numa economia aberta seu valor depende da propensão marginal a consumir e importar, pode ser negativo e vale apenas para os gastos do governo e exportações autônomas
numa economia fechada, seu valor depende da propensão marginal a poupar, não pode ser menor do que um e vale para qualquer componente dos denominados gastos autônomos agregados.
seu valor para uma economia fechada é necessariamente menor do que para uma economia aberta.
Considere os seguintes dados:
C = 50 + 0,75Y
I = 200
G = 50
X = 70
M = 20
onde C = consumo agregado; I = investimento agregado; G = gastos do governo; X = exportações; e M = importações. Com base nestas informações, podemos afirmar que:
um aumento de 10% na propensão marginal a consumir resultará em um aumento de aproximadamente 42,857% na renda de equilíbrio.
um aumento de 12% na propensão marginal a consumir resultará em um aumento exato de 40% na renda de equilíbrio.
um aumento de 15% na propensão marginal a consumir resultará em um aumento exato de 35% na renda de equilíbrio.
um aumento de 20% na propensão marginal a consumir resultará em um aumento de aproximadamente 41,075% na renda de equilíbrio.
um aumento de 25% na propensão marginal a consumir resultará em um aumento exato de 39% na renda de equilíbrio.