Questões de Concurso sobre Determinação da Renda de Equilíbrio - Página 2 | Gran Questões

Questões de Concurso sobre Determinação da Renda de Equilíbrio

 
 
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Admita uma economia fechada e sem a presença de governo; considere, ainda, que a função consumo (C) do país é dada por C = 0,50y + 80 e sua renda conhecida de pleno emprego é igual a R$ 1.320,00. Assinale, a seguir, o valor do investimento (I) do país necessário para que a economia opere no equilíbrio de pleno emprego.


A

380.


B

480.


C

520.


D

540.


E

580.

No modelo de equilíbrio geral macroecômico é sabido que a oferta agregada deve ser exatamente igual à demanda agregada, para que haja uma perfeita alocação da produção agregada (em quantidades físicas) e do nível geral de preços desta economia. Após levantamentos junto ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) do Estado do Espírito Santo em determinado ano, verificou-se:


• Consumo das famílias: 180

• Exportações: 150

• Importações: 100

• Investimentos: 30

• Oferta agregada: 450


Sobre a economia capixaba neste período, assinale a afirmativa correta.


A

A demanda agregada é superior a 450.


B

Os gastos do governo são inferiores às exportações.


C

Os investimentos são maiores que os gastos do governo.


D

Os gastos do governo são inferiores ao consumo das famílias.


E

Os gastos do governo são maiores que 40% da oferta agregada.

Considere as informações a respeito do modelo IS-LM e assinale a alternativa que corresponda ao valor da taxa de juros deste modelo.


A

22 %


B

24 %


C

26 %


D

28 %


E

30 %

Considere as instruções e os dados fornecidos e assinale a alternativa que corresponda ao valor da renda de equilíbrio deste modelo.


A

116


B

118


C

120


D

122


E

124

Considere o seguinte modelo macroeconômico de determinação da renda em uma economia aberta:


C = 200 + 0,5Yd
I = 100 + 0,4Y
G = 400
T = 50 + 0,4Y
Tr = 50
X = 200 + 0,4Y*
M = 100 + 0,1Y
Y* = 2000


Sendo C o consumo agregado das famílias, I o investimento agregado, G os gastos do governo, T a arrecadação de impostos, Tr as transferências do governo às famílias, X as exportações, Y* a renda agregada conjunta dos parceiros comerciais do país, M as importações, Y o PIB e Yd a renda disponível,


A

as transferências dependem dos impostos sobre a renda agregada para serem integralmente financiadas.


B

o governo apresentará déficit nas contas públicas.


C

o país enfrentará elevados déficits comerciais nas contas externas.


D

a propensão marginal a consumir, líquida dos impostos, é maior do que a sensibilidade do investimento à atividade econômica.


E

o multiplicador dos gastos domésticos é maior do que o dobro do multiplicador das exportações.

Suponha uma economia aberta regida pelas seguintes equações:

C = 0,8.Yd+1000

I = 500

T = 0,125.Y

G = 350

NX = 100

Onde C representa o consumo das famílias, Yd é a renda disponível das famílias, I é o nível de investimento, T é o imposto sobre a renda das famílias, G é o gasto do governo, NX representa as exportações líquidas e Y é o nível de produto. O nível de produto de equilíbrio pode ser estimado em


A
16.000

B
1.950

C
9.500

D
26.000

E
6.500

Seja a função consumo de uma economia tal que: C = 150 + 0,75y. Suponha que nessa mesma economia o investimento autônomo seja de 20, os gastos governamentais de 10 e os tributos governamentais de 5. Assinale a opção que apresenta a renda de equilíbrio.


A

500


B

575


C

600


D

685


E

705

Para a teoria keynesiana, o principal fator explicativo do consumo agregado das famílias em uma economia de mercado é o(a)


A

crédito


B

taxa de juros real


C

riqueza acumulada


D

faixa etária predominante na população


E

renda agregada disponível

Considere os seguintes parâmetros de um modelo keynesiano simples de economia aberta.

Demanda agregada interna (DA) dada por:

DA = 200 + 0,5Y – 1000i

Taxa de juros (i) = 0,1

Exportações (X) = 400

Importações (M) = 0,5Y

No nível de equilíbrio, a renda e o saldo da balança comercial serão iguais, respectivamente, a


A
500 e 150.

B
400 e 200.

C
200 e 400.

D
1000 e -100.

E
600 e 100.
O multiplicador dos gastos evidencia que uma variação inicial positiva nos gastos autônomos induz a uma variação final superior na renda da economia. Em relação à despesa inicial tem-se uma sequência de despesas induzidas. Assim, o multiplicador dos gastos é uma progressão

A
aritmética de razão dada pela propensão marginal a consumir.

B
geométrica de razão dada pela propensão marginal a consumir.

C
ponderada de razão dada pela propensão marginal a consumir.

D
constante de razão dada pela propensão marginal a consumir.
Suponha que, em uma economia, na qual a propensão marginal a consumir é 80% (b = 0,8), os gastos do governo aumentem em 10 bilhões. Com base apenas nessas informações, assinale a alternativa correta.

A
O impacto total dos gastos do governo na demanda de bens e serviços é 50 bilhões.

B
O multiplicador do investimento é 4 (K = 4).

C
Em razão da redução da poupança pública, a curva de demanda agregada se desloca para a esquerda.

D
A demanda agregada se eleva em 10 bilhões.

E
A propensão marginal a consumir aumenta (b > 0,8).

Admita a função IS em uma economia fechada na qual o investimento agregado I, o gasto público G e a tributação T sejam constantes. Suponha também que a população adote a função consumo C = Co+c(Y − T), onde Co é o consumo autônomo, c a propensão marginal a consumir e Y − T a renda disponível. Todos então resolvem poupar mais, reduzindo o consumo autônomo Co, mantendo inalterada, porém, a propensão a consumir. Nessa hipótese, marque a opção que engloba as alternativas corretas, considerando o equilíbrio final da economia:


I) O produto de equilíbrio Y diminui.

II) O consumo agregado C não se altera.

III) A poupança agregada S aumenta.

IV) O consumo agregado C diminui.

V) A poupança agregada S não se altera.


A

II e V


B

IV e V


C

III e IV


D

I, II e IV


E

I, IV e V

Segundo o modelo keynesiano simples de determinação da renda, um aumento da propensão marginal a importar:


A

reduz a renda de equilíbrio da economia;


B

aumenta o multiplicador de gastos da economia aberta;


C

reduz as exportações;


D

torna o multiplicador do orçamento desequilibrado;


E

eleva o déficit da balança comercial.

São dadas as seguintes funções para uma economia fechada e com governo:

Imagem associada para resolução da questão

A renda disponível (Yd) é a parte não tributada da renda total. Nesta economia, o Produto Nacional Total (ou Bruto) é:


A
1.000.

B
1.500.

C
950.

D
1.250.
Em um modelo keynesiano simples para uma economia fechada e sem governo, a propensão marginal a consumir (c) representa 20% da renda. Nesta economia, um aumento de 1.600 unidades monetárias em investimentos levará a um acréscimo na renda total de:

A
8.000 unidades.

B
6.000 unidades.

C
2.000 unidades.

D
4.000 unidades.

Considere as seguintes informações:

Imagem associada para resolução da questão

Se a renda de equilíbrio é igual a 130, os valores de X e M consistentes serão, respectivamente,


A
7 e 6.

B
10 e 11.

C
9 e 7.

D
14 e 16.

E
8 e 10.

Considere o modelo Keynesiano simples, expresso pelas seguintes equações:

Imagem associada para resolução da questão

onde C = consumo, Y = produto da economia, A = gastos autônomos de investimento (I) e de governo (G). Não há impostos, e a e b são parâmetros da função consumo. Supondo-se que b = 0,8, o multiplicador dos gastos autônomos será igual a


A
1,6

B
2,4

C
3,0

D
4,0

E
5,0
   
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