

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Em geral existe na economia um tradeoff entre inflação e desemprego, ou seja, para um aumento da inflação, observa-se uma redução da taxa de desemprego. Apenas em um cenário de pleno emprego é que elevações da inflação não incorrem em redução do desemprego.
A descrição no parágrafo acima é explicada pelo(a):
Curva de Phillips;
Expectativa Racional sobre Inflação e Desemprego;
Expectativa Adaptativa sobre Inflação e Desemprego;
Teoria Keynesiana;
Modelo Neoclássico.
“Este tipo de inflação está estreitamente relacionada com a ineficiência de serviços fornecidos pela infraestrutura de uma determinada economia. Esta ineficiência eleva os custos dos serviços prestados pelo governo e gera tendência de aumento nos orçamentos públicos decorrentes das grandes responsabilidades infraestruturais e sociais que não são acompanhadas pela capacidade de tributação, ou seja, geração de receita necessária para pagar o preço da expansão econômica”. Acerca dos tipos de inflação, o enunciado se refere à
inflação de custos.
inflação inercial.
inflação de demanda.
inflação estrutural.
inflação de expectativas.
Considere a seguinte situação: a variação nominal da base monetária representa apenas a recomposição, pelas pessoas, da perda do valor real de seus encaixes monetários provocado pela inflação. A receita dessa emissão monetária feita pelo governo, definida também como a taxa de inflação esperada multiplicada pelo valor real da base monetária, é o(a):
Receita Intertemporal do Governo;
Imposto Inflacionário;
Senhoriagem Monetária;
Custo de Oportunidade da Senhoriagem;
Equivalência Ricardiana.
Considere a taxa de câmbio nominal definida como: R$/US$, em que R$ = Reais e US$ = Dólares.
a taxa de câmbio efetiva diminui;
a moeda brasileira se valoriza em relação ao dólar;
a taxa de câmbio nominal diminui;
há deflação no Brasil e inflação nos EUA;
o índice de preços no Brasil supera o preço do produto estrangeiro, medido em moeda brasileira.
Pela versão relativa da paridade do poder de compra, o Banco Central de um país, para manter em equilíbrio a taxa de câmbio real, deve:
corrigir a taxa de juros interna pela diferença entre as taxas de inflação externa e interna;
determinar em termos absolutos a taxa de câmbio, visto que inexistem custos de transação;
corrigir a taxa de câmbio nominal pelo diferencial da inflação doméstica e externa;
se comprometer a comprar e vender dólares a fim de manter fixa a taxa de câmbio nominal;
buscar a igualdade entre taxa de juros interna e externa.
Na Política Monetária do Brasil, o combate à inflação (inflação baixa) pode ser considerado como pré-condição para o(a):
Elevação de taxas de juros e crescimento linear.
Crescimento do país, de forma sustentada e com estabilidade de preços.
Aumento do mercado de trabalho informal e estabilização de salários.
Equilíbrio de preços e alta de juros de capitais de importação.
Considerando-se que, de acordo com o IBGE, a variação do IPCA, em janeiro, fevereiro e março de 2015, foi, respectivamente, de 1,24%, 1,22% e 1,33%, é correto afirmar que a inflação acumulada no período será expressa por [(1,0124 × 1,0122 × 1,0133) – 1] × 100%.
Certo
Errado
O regime de metas de inflação adota como âncora nominal da política monetária a própria meta de inflação e é incompatível com a adoção de metas de expansão dos agregados monetários.
Certo
Errado
Os mecanismos formais e informais de indexação de preços e salários verificados na economia brasileira na década de 1980 representam elementos da inflação:
Inercial.
de Oferta.
Estrutural.
Conjuntural.
de Demanda.
A tabela a seguir (extraída da Carta de Conjuntura do IPEA, de Junho de 2013) apresenta o comportamento das receitas primárias federais. De acordo com a tabela, é possível inferir, EXCETO

A arrecadação dos tributos sobre os lucros e sobre as operações financeiras caiu em termos reais (–2,7% e 7,9%, respectivamente) em 2012.
A arrecadação dos tributos sobre a renda dos salários e sobre as importações registrou significativo aumento real (de 5,8% e 10,5%, respectivamente) no último ano.
A arrecadação como um todo, cresceu 2,9%.
A arrecadação verificada na tributação sobre a produção cresceu aproximadamente 2,5%.
Em geral, os dados refletem a aceleração da atividade econômica em 2012 e, por outro lado, a redução das receitas não recorrentes.
