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NÃO foi um dos objetivos do Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG):
Acelerar o ritmo de desenvolvimento econômico que havia sido interrompido durante o biênio 1962/1963.
Conter, progressivamente, o processo inflacionário, objetivando um razoável equilíbrio de preços a partir de 1966.
Atenuar os desníveis econômicos estaduais, assim como as tensões criadas pelos desequilíbrios sociais, mediante melhoria das condições de vida.
Assegurar, pela política de investimentos, oportunidades de emprego produtivo à mão-de-obra que continuamente afluía ao mercado de trabalho.
Corrigir a tendência a déficits descontrolados do balanço de pagamentos, que ameaçavam a continuidade do processo de desenvolvimento econômico, pelo estrangulamento periódico da capacidade de importar.
Acerca do Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG), é CORRETO afirmar que:
O PAEG tinha uma política salarial bem definida, baseada em três pontos: manter a participação dos assalariados no PIB, impedir reajustamentos salarias desordenados e corrigir distorções salariais nas instituições públicas federais, estaduais e municipais.
Das três normas básicas previstas para diminuir a inflação (contenção dos gastos do governo, política salarial e política de crédito às empresas), a primeira foi a mais bem sucedida.
A política monetária durante todo o período foi bastante consistente e austera, em alinhamento ao objetivo de reduzir a inflação.
A fim de contornar as ineficiências percebidas no mercado de trabalho, a proposta desinflacionária do PAEG foi de substituir a negociação dos salários pela fórmula oficial de reajuste.
A política tributária do período visava fortalecer a arrecadação e combater a inflação, sem deixar de incentivar o investimento em contraposição à poupança.
De acordo com Seráfico e Seráfico (2005, p. 100), “desde o fim dos Acordos de Washington [referentes ao ciclo da borracha durante a 2ª Guerra Mundial], a economia da Amazônia, de um modo geral, e do Amazonas, em específico, via-se órfã de políticas do governo federal que permitissem a reprodução local do desenvolvimento experimentado pelo Centro−Sul do país”.
Com isso, conforme o modelo estabelecido pelo Decreto-Lei nº 288/1967, é correto afirmar que a criação da Zona Franca de Manaus, na década de 1960, teve, dentre os seus objetivos,
integrar a região amazônica às necessidades industriais e às estratégias de integração territorial e soberania nacional.
proporcionar a centralização da produção agroindustrial regional, separando-a do restante do país.
desassociar a economia da cidade de Manaus das características extrativistas praticadas em outros municípios do estado do Amazonas.
possibilitar que a produção agrícola da região norte competisse com aquilo que era produzido na região Sudeste do país.
estabelecer meios que facilitassem a emigração da mão de obra da região norte para as metrópoles do centro-sul do Brasil.
A reforma tributária implementada de forma gradual, entre 1964 e 1967, tinha como objetivo explícito aumentar a arrecadação do governo e racionalizar o sistema tributário. Nesse contexto, buscava-se reduzir os custos operacionais da arrecadação, eliminando impostos de pouca relevância financeira, e estabelecer uma estrutura tributária que estimulasse o crescimento econômico. Para alcançar esses objetivos, uma das principais medidas implementadas foi
substituição do imposto estadual sobre vendas, incidente sobre faturamento das empresas, pelo ICMS, incidente apenas sobre o valor adicionado a casa etapa de comercialização do produto.
criação do imposto sobre bens e serviços, a ser arrecadado na esfera federal e posteriormente distribuído aos municípios.
criação do imposto sobre propriedade territorial e urbana, afim de contribuir com a arrecadação dos estados.
substituição do imposto sobre serviços, incidente sobre o faturamento de empresas prestadoras de serviços pelo IVA, no qual permite maior transparência e facilidade de tributação.
reformulação no Fundo de Participação dos Estados e Municípios, no qual os entes passam a receber do governo federal parte da arrecadação dos impostos sobre bens e serviços e sobre herança.
A partir do diagnóstico da inflação brasileira (déficits públicos, expansão do crédito às empresas e as majorações institucionais de salários superiores ao aumento de produtividade), foram adotadas medidas de combate inflacionário, bem como reformas institucionais na estrutura tributária e financeira, com a reformulação do Sistema Financeiro Nacional. Esses elementos referem-se a qual plano econômico da segunda metade do século XX?
Plano de Metas.
Plano Trienal.
Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG).
I Plano Nacional de Desenvolvimento (I PND).
Em 1964, foi instituído o Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG). Conforme Abreu (2014), assinale a opção que NÃO apresenta um dos objetivos desse programa.
Conter o processo inflacionário.
Assegurar oportunidades de emprego.
Corrigir a tendência de déficits descontrotados no balanço de pagamentos.
Acelerar o ritmo de desenvolvimento econômico.
Potencializar disparidades regionais,
A tabela abaixo apresenta, em sua coluna da esquerda, alguns planos econômicos (com foco no desenvolvimento econômico e/ou establllzação monetária) implementados pelo governo brasileiro entre os anos 1960 e 2000; na coluna da direita, está relacionada uma série de medidas contidas nesses planos.

A relação correta de cada Plano com uma medida que o compunha é:
Ia - IIe - IIIc - IVd - Vb
Id - IIb - IIIa - IVe - Vc
Ib - IIa - IIIe - IVc - Vd
Ic - IId - IIIb - IVa - Ve
Ie - IIc - IIId - IVb - va
O Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG) fora lançado pelo governo brasileiro no mês de agosto de 1964 pelo então Ministério do Planejamento e da Coordenação Econômica. Tinha por objetivo principal o direcionamento da política socioeconômica do país por mecanismos político-econômicos de combate à inflação associados a reformas institucionais. Qual das seguintes alternativas apresenta um dos pontos fundamentais do PAEG de forma INCORRETA?
Correção de disparidades setoriais e regionais.
Estabilização de preços.
Correção de déficits do balanço de pagamentos.
Conter a inflação.
Evitar a absorção crescente de mão de obra.
De inspiração ortodoxa, o Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG) teve como característica o congelamento dos salários e a imposição de restrições ao crédito.
Certo
Errado
A respeito dos principais planos de desenvolvimento econômico, a partir da segunda metade do século XX, assinale a alternativa correta.
A inflação no período do II PND foi mantida, oscilando em dois dígitos e acima dos 50%, mas abaixo dos 60%, ficando estável e controlada apenas em1975 e 1979
O PAEG conseguiu combater a inflação que, em 1964 era muito alta, proporcionando estabilidade econômica, permitindo o “milagre econômico”
No II PND, adotou-se um sistema de minidesvalorizações cambiais para combater o déficit no Balanço de Pagamentos
O PAEG ficou conhecido pelo lema “Cinquenta anos de progresso em cinco anos de governo”
No Plano de Metas, com a abertura do mercado estrangeiro, as multinacionais (empresas estrangeiras) impulsionaram a economia brasileira, garantindo grandes lucros para o Brasil
O ano de 1964 representou um marco na história brasileira, tanto do ponto de vista político quanto econômico. Sobre esse marco, analise as afirmativas abaixo:
I. O governo Juscelino Kubitschek estava determinado a gerar um padrão de desenvolvimento sustentável para o país, empreendendo, para isso, diversas políticas de modernização da economia.
II. Foi estabelecido, em 1965, o Plano de Ação Econômica do Governo (Paeg).
III. O Paeg tinha como um de seus objetivos a redução das taxas de inflação verificadas nos anos anteriores, redução essa a ser viabilizada por meio de política monetária restritiva e de ajuste fiscal.
Está CORRETO o que se afirma, apenas, em
Iniciado com o governo militar a partir de sua ascensão em 1964 o Programa de Ação Econômica do Governo (PAEG) teve por proposito:
A contenção do processo inflacionário brasileiro.
Impulsionar a expansão salarial.
Coordenar um projeto de redistribuição da riqueza no país.
Restringir a entrada de investimentos externos.
Segundo Giambiagi (2016), dentre as principais medidas do PAEG (Plano de Ação Econômica do Governo), implementado no Brasil entre 1964 e 1966, encontra-se:
um programa com base em redução da receita, via contração da arrecadação tributária e expansão das despesas governamentais.
um orçamento monetário que previa taxas crescentes de expansão dos meios de pagamentos, monetários e fiscais.
uma política de controle do crédito ao setor privado, por meio da qual o crédito total ficaria limitado às mesmas taxas de expansão definidas para os meios de pagamento.
um mecanismo de correção salarial com reajustes bimestrais para os servidores públicos independentemente da produtividade atingida.
uma estratégia de combate à inflação nada gradualista, que se propõe a eliminar a inflação em curto espaço de tempo.
A década de 1960 foi marcada por conturbações de ordem políticas e econômicas. No campo econômico, foi registado o aumento da inflação que chegou a 79,9% no ano de 1963, a maior da história até então. Diante deste cenário, o governo militar, instalado em 1964, adotou o Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG) que aprensentava, entre seus objetivos, a contenção da inflação e a aceleração do desenvolvimento econômico. Entre as medidas adotadas pelo plano, destaca-se:
Substituição da moeda de cruzeiro para cruzado.
Criação da SEST (Secretaria Especial das Empresas Estatais) com intuito de controlar o déficit público.
Congelamento de preços e de salários com o intuito de retirar a memória inflacionária dos agentes econômicos.
Introdução da correção monetária, por meio de uma série de normas legais, no cálculo dos tributos e nos títulos públicos.
Criação da Unidade Referencial de Preço (URP) para reajuste de salários dos três meses seguintes com base na média da inflação dos três anos anteriores.
A economia brasileira, sobretudo após a industrialização ocorrida incipientemente a partir da segunda metade do século XX, perpassou por várias tentativas de programas econômicos elaborados pelo Estado sempre objetivando a promoção do crescimento e o desenvolvimento econômico, bem como da estabilidade dos preços dos bens e serviços disponíveis para população. Dentro desse contexto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Durante o Plano de Metas promovido no governo de Juscelino Kubitschek, o desenvolvimento industrial foi liderado pelo crescimento do departamento produtor de bens de capital e do departamento produtor de bens de consumo duráveis. Suas taxas anuais de crescimento médio no período 1955/1962 foram de 26,40% e 23,90%, respectivamente.
( ) Após um período de intenso crescimento do PIB entre 1956 e 1962, a economia brasileira sofreu uma desaceleração que perdurou até 1967. Entre 1962 e 1967, a taxa média de crescimento do PIB caiu à metade daquela alcançada no período anterior. A formação bruta de capital fixo que crescia até 1962, torna-se negativa em 1963, juntamente com a produção industrial nacional. A inflação disparou e atingiu 90% no ano de 1964.
( ) O Plano de Ação Econômica de Governo (PAEG) impôs uma série de transformações institucionais na economia nacional, em especial as consubstanciadas nas reformas bancária e tributária. Entretanto, as políticas monetária e creditícia foram do tipo stop-and-go, alternando com período de expansão da moeda e do crédito com outros de forte contração monetária, atingindo duramente a atividade econômica e provocando falências, concordatas e desemprego.
( ) O intenso crescimento econômico que houve durante o período chamado de “milagre econômico” trouxe grandes benefícios para as classes de maior renda, incluindo-se, aí, a parte da classe média assalariada que fornecia os quadros técnicos necessários à gestão da economia, como engenheiros, economistas, administradores, analistas de sistema e outros. Verificou-se também que a renda dos brasileiros neste período concentrou-se ainda mais, sobretudo, em consequência do valor real do salário mínimo.
A sequência está correta em
V, V, V, V.
V, F, V, F.
F, V, V, F.
F, F, F, V.
Entre os objetivos do PAEG, NÃO se inclui:
a aceleração do ritmo de desenvolvimento econômico;
o controle inflacionário, visando um maior equilíbrio de preços;
a redução de desigualdade econômica entre setores e regiões;
o aumento das oportunidades de emprego produtivo à população economicamente ativa;
o uso do superávit da balança de pagamentos para impulsionar a economia.