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No panorama mundial, a Doença de Alzheimer configura-se como uma importante doença crônico-degenerativa, levando à demência, perda de memória progressiva, ausência de controle urinário e intestinal, entre outras manifestações que comprometem a qualidade de vida dos idosos. Ela evolui em três estágios hierárquicos que podem sofrer alterações entre si; são eles: inicial, intermediário e avançado.
No estágio inicial, o idoso pode apresentar
depressão, hiperatividade, irritabilidade, dificuldade de compreensão, julgamento alterado, perda da noção de risco e comprometimento da realização de tarefas do dia a dia.
perda de concentração, desatenção, perda de iniciativa, retraimento social, abandono dos passatempos, mudanças de humor e alterações de comportamento.
desorientação progressiva em relação ao tempo e ao espaço, dificuldade de linguagem, agressividade, questionamentos repetitivos, confusão mental, dificuldade de escrita e, mais raramente, ideias delirantes.
comprometimento da memória recente, empobrecimento de vocabulário, distúrbios do sono, agitação e perambulação, perseverações, ecolalia e perda da capacidade de executar movimentos e gestos precisos.
Ainda não há drogas testadas que curem doença de Alzheimer.
Uma mulher de 68 anos de idade iniciou quadro progressivo e sutil de alterações cognitivas e comportamentais que levaram-na a dificuldades de nomear os objetos e de se localizar em ambientes familiares, tendo sido diagnosticada doença de Alzheimer.
Assinale a opção que indica os cuidados de enfermagem mais adequados para o caso clínico acima descrito.
Fornecer um ambiente calmo e previsível, com estímulos ambientais limitados, seguindo uma rotina regular.
Realizar a contenção quando a paciente apresentar-se agitada e manter portas e janelas da casa fechadas.
Permitir a socialização da paciente, estimulando encontros familiares, festas e passeios em locais públicos.
Procurar diminuir as percepções de confusão e desorientação da paciente, retirando calendários e relógios da casa, e evitar a participação ativa da paciente no cuidado.
A causa da doença de Alzheimer ainda é desconhecida. Apesar de aparentemente haver predisposição genética à doença, vírus, toxinas ambientais e lesão cefálica anterior também têm sido citados como possíveis causas.
A doença de Alzheimer é um distúrbio degenerativo caracterizado pela demência, com prejuízo progressivo da memória, das funções cognitivas, da linguagem, do julgamento e da capacidade de autocuidado.
Entre as intervenções de enfermagem capazes de melhorar a resposta cognitiva, incluem-se diminuir o ruído e a interação social, manter calendários e relógios grandes à vista do paciente e usar listas e instruções escritas, como lembrete de atividades diárias.
O tratamento disponível atualmente permite apenas o alívio sintomático, pois não existe qualquer tratamento curativo para a doença de Alzheimer.