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O rastreamento do diabetes gestacional é indicado pelo Ministério da Saúde, exclusivamente, ao grupo de mulheres
que apresentam obesidade ou ganho excessivo de peso na gravidez.
gestantes com deposição central excessiva de gordura corporal.
gestantes com antecedentes obstétricos de morte fetal ou neonatal.
que apresentam hipertensão ou pré-eclâmpsia na gravidez atual.
gestantes, independente da presença de fatores de risco.
Qual o quadro clínico e achados laboratoriais, na síndrome de HELLP, que é uma complicação obstétrica grave, que requer intervenções emergenciais? Assinale a opção correta:
Hipertensão arterial, taquicardia, anasarca, hiperglicemia e plaquetas < 1000.000/mm3;
Hipertensão arterial, edema, náusea, e ou vômito, hiponatremia e TGO < 70 U/L;
Hipertensão arterial, hiponatremia e cianose, náusea e ou vômito e bilirrubina total < 1,2 mg/dl;
Hipertensão arterial, taquicardia, cianose, náusea e ou vômito, hipoglicemia e plaquetas > 100.000/mm3;
Hipertensão arterial, náusea e ou vômito, gengivorragia, icterícia, petéquias e plaquetas < 100.000 mm3.
Marta encontra-se na 27ª ss gestacional, apresenta dor abdominal súbita, de intensidade variável com perda sanguínea de cor vermelho-escura e em pequena quantidade, incompatível com o quadro materno de hipotensão, ou de choque. Ao exame clínico, o útero apresenta-se hipertônico, doloroso, sensível às manobras palpatórias. A principal hipótese diagnóstica é:
Rotura uterina.
Placenta prévia.
Gravidez ectópica.
Ameaça de abortamento.
Descolamento prematuro da placenta.
A complicação obstétrica que corresponde à implantação do ovo embrionário fora da cavidade uterina é chamada de
síndrome HELLP.
placenta prévia.
gravidez ectópica.
síndrome trombocitopênica.
gravidez de Charcot.
A Sra. M.C.M. dá entrada no serviço de emergência. Ela se encontra no último trimestre de gravidez e relata sonolência, escotomas, diplopia, cefaleia, vômitos, epigastralgia, proteinúria e edema. O quadro que a Sra. M.C.M. apresenta é compatível com:
Epilepsia;
Coma pós-epilepsia;
Eclampsia;
Placenta prévia;
Crise convulsiva.
Para evitar perda gestacional recorrente na forma de abortos tardios ou partos prematuros, à gestante com insuficiência istmocervical (incompetência cervical) recomenda-se a
cerclagem.
isoimunização.
caminhada ativa.
administração de oxitocina.
administração de sulfato de magnésio.
Comparece à unidade de saúde uma gestante em curso da 30ª semana de gestação apresentando dor abdominal súbita, acompanhada de perda sanguínea vaginal de cor vermelho-escura, útero hipertônico, doloroso e sensível às manobras palpatórias, pele pálida e batimentos cárdio-fetais alterados. Esse quadro é característico da seguinte síndrome hemorrágica:
Ameaça de abortamento.
Descolamento prematuro da placenta.
Placenta prévia.
Gravidez ectópica.
Será considerada gestante hipertensa de alto risco aquela que apresentar pressão arterial igual a 140 mmHg × 90 mmHg ou maior que essa, resultado baseado na média de pelo menos duas medidas, que devem ser realizadas medindo-se a pressão sistólica ao primeiro ruído (aparecimento do som) e a pressão diastólica ao quinto ruído de Korotkoff (desaparecimento do som).
A morbidade materna é elevada nos casos de placenta prévia, razão por que, nesses casos, o exame físico da gestante deve sempre ser iniciado pela aferição dos sinais vitais, com exame cuidadoso de palpação abdominal, medida de altura uterina, ausculta dos batimentos cardíacos fetais, exame especular e toque.
Qual deve ser a ação do enfermeiro na ocorrência de hipotomia uterina no puerpério imediato?
Deitar a paciente em decúbito ventral.
Inspecionar incisão cirúrgica.
Aplicar calor local por 30 minutos.
Estimular deambulação.
Fazer massagem vigorosa no local.
Na conduta das síndromes hipertensivas da gravidez a presença dos seguintes sinais e sintomas demanda retorno imediato ao Hospital, EXCETO:
PA
150/100 mmHg; Proteina na fita com ++ ou mais;
cefaleia grave e persistente;
dor abdominal persistente, principalmente na região epigástrica e no hipocôndrio direito;
cefaleia leve e discreta;
presença de contrações uterinas regulares.
A.C.S. está no último trimestre de gestação. Liga para o Serviço de Urgência e relata que está com os seguintes sintomas: sonolência, escotomas, diplopia, cefaleia, vômitos, epigastralgia, proteinúria e edema nas pernas e, ainda, diz que tem muito medo de perder seu bebê. Diante disso, o serviço de urgência pode suspeitar de:
DHEG.
Epilepsia.
Distúrbio mental.
Pré-eclampsia.
Ginecofrenia.
Uma jovem de 17 anos de idade, primigesta, com 34 semanas de gestação, deu entrada no setor de obstetrícia com quadro de crise convulsiva, hipertensão arterial (200 mmHg × 120 mmHg) e edema. A mãe, que a acompanhava, informou que a filha nunca teve problemas de saúde, mas que ganhou muito peso com a gravidez. Relatou história familiar de eclampsia (irmã). Informou ainda que, na 23.ª semana de gestação, foi detectado aumento da pressão arterial na sua filha, quando iniciou o tratamento com metildopa (150 mg/dia). Foi submetida à cesariana, e a criança demonstrou boa vitalidade ao nascer. No pós-operatório imediato, a puérpera evoluiu comatosa e com anasarca. Encontra-se com cânula de Guedel e oxigênio sob máscara, sonda vesical de demora e sulfato de magnésio IV, 1g/h, em veia periférica.
Considerando o caso apresentado, assinale a alternativa correta.
Os dados de história familiar de eclampsia, ganho de peso e hipertensão arterial após a vigésima semana de gestação indicam que a causa mais provável da eclampsia é uma hipertensão arterial crônica.
O anti-hipertensivo utilizado pela gestante (metildopa) habitualmente não é a primeira escolha por estar associado à redução significativa do fluxo sanguíneo uteroplacentário, morte fetal e insuficiência renal em neonatos, sendo utilizada apenas nos casos de hipertensão refratária.
O sulfato de magnésio prescrito deve ser administrado sob bomba de infusão, com controle rigoroso dos parâmetros respiratórios (frequência respiratória deve ser superior a 12 irpm), neurológicos (atenção para o reflexo patelar, que deve estar presente) e de débito urinário (deve ser superior a 100 mL em 4 horas).
Devido à história de crise convulsiva, a paciente deve ser colocada em um leito com grades que impeçam a ocorrência de quedas ou traumatismos, sob decúbito lateral direito, com contensão em ambos os braços, para evitar trauma.
A fisiopatologia envolvida está amparada no dano epitelial, de causa autoimune, que provoca vasoconstrição e elevação da resistência vascular periférica, alterações sanguíneas com hemodiluição, alterações na permeabilidade capilar e alterações hepáticas com diminuição de enzimas.
Paula, de 16 anos, iniciou o atendimento pré-natal na Unidade Básica de Saúde (UBS) após teste positivo de gravidez. Depois de algum tempo, a agente comunitária responsável pela área, em que se situa a residência de Paula, procurou a enfermeira da UBS dizendo que a adolescente “não havia realizado nenhum exame solicitado; tinha tentado interromper a gestação e apesar de não estar passando bem, não procurou o hospital por medo de ser presa”. A enfermeira, então, decidiu realizar visita domiciliar, encontrando a gestante descorada, sem perdas vaginais, com epistaxe e sangramento gengival, ambos de moderada intensidade. Para a assistência à adolescente, a enfermeira corretamente suspeita de:
distúrbio de coagulação associado a abortamento retido, o que requer utilização do sistema regional de urgência e emergência para o encaminhamento de Paula a um hospital de média complexidade.
ameaça de abortamento, o que requer guia da UBS para o encaminhamento de Paula a ambulatório médico especializado de referência na área da saúde da mulher.
infecção polimicrobiana associada a abortamento infectado, o que requer utilização do sistema regional de urgência e emergência para o encaminhamento de Paula a um hospital de média complexidade.
processo inflamatório decorrente de abortamento completo, o que requer o acompanhamento de Paula pela UBS e pelo serviço de referência para educação em saúde de adolescentes.
processo infeccioso decorrente de abortamento incompleto e inevitável, o que requer guia da UBS para o encaminhamento de Paula a um hospital de referência para procedimentos de baixa complexidade.
São complicações próprias do último trimestre de gravidez:
I. Doença Hipertensiva Específica da Gravidez
II. Hiperêmese Gravídica
III. Incompetência Instimocervical
IV. Doença trofoblática Gestacional
V. Descolamento Prematuro da Placenta
A Síndrome HELLP é uma das formas clínicas da pré-eclâmpsia grave, sendo causa frequente de mortalidade materna. O termo Hellp significa, em inglês: hemólise (H), aumento de enzimas hepáticas (EL) e plaquetopenia (LP). Assinale a opção que contém apenas características e/ou sintomas do quadro inicial de diagnóstico dessa síndrome.
mais comum em pacientes brancas multíparas,distúrbios visuais e hiponatremia;
mal-estar geral,náuseas e vômitos,hipoglicemia;
dor epigástrica e/ou dor no quadrante superior direito,hemorragia vítrea;
icterícia subclínica, cefaleia resistente aos analgésicos,hipertensão arterial.
São características clínicas específicas de gestantes que apresentam pré-eclâmpsia,
hipotensão arterial e hiponatremia.
hipertensão arterial acompanhada de proteinúria.
alterações neurovegetativas e distócia uterina.
hipertensão arterial e endometriose.
hipotensão arterial e hiperpotassemia.
Durante o percurso do ciclo gravídico, podem surgir algumas intercorrências clínicas que o técnico de enfermagem deve observar e/ou acolher a queixa e informar ao enfermeiro para poder auxiliar na resolução da situação. Faça a associação correta entre a coluna de nome da intercorrência com a coluna de descrição clínica.
Assinale a alternativa que apresenta essa associação.
I-Y; II-Z; III-X.
I-X; II-Y; III-Z.
I-Y; II-X; III-Z.
I-Z; II-Y; III-X.
I-X; II-Z; III-Y.